Não revisado;
Capítulo 1:
"Se não se lembra, sou seu irmão."
Tamires Fernandes
Sinto as mãos de alguém afagando meus cabelos, me viro e vejo o Diogo sentando na cama, ele está sem camisa e me olha com sorriso reconfortante. Sempre achei o meu irmão bonito, mas hoje, não sei porque mas ele está ainda mais bonito.
- O que aconteceu? - fico vidrada no bater dos seus lábios. - Tamires?
- Aconteceu que eu nunca vou deixar de ser boca virgem! - digo já chorando ao me lembrar da cena.
- Porque você diz isso? - ele pergunta enquanto alisa meus cabelos. - Você é maravilhosa e aposto que irá perder em breve.
- Já eu penso exatamente o contrário, toda vez que eu tento beijar um garoto algo da errado. - falo triste pois isso é realmente é verdade.
- Não fica assim gatinha, em breve você vai conseguir.
- Porque não me ajuda Diogo.
- Eu? - ele pergunta confuso. - Como?
- Me beijando. - o Diogo então arregala os olhos e pula da cama.
- Enlouqueceu Tamires? - ele diz já de pé me olhando como se eu fosse doida. - Caso você não se recorde, eu sou seu irmão e ainda por cima sou mais velho que você.
- Poxa Diogo, eu confio em você. - pergunto com os olhos já cheios de lágrimas. - Vai me registar como todos os outros garotos?
- Não é isso... é só que... - ele se enrola com as palavras e percebo que não vamos a lugar nenhum.
- Só que nada Diogo, eu não vejo maldade nisso. - começo a chorar descontroladamente, porque todos me rejeitam? Será que sou assim tão f**a? - Só queria deixar de ser zoada por ser bv.
Diogo se aproxima de mim como se eu fosse um animal ferido, ele pega no meu queixo levantando minha cabeça.
- Não conta a ninguém. - antes que eu possa dizer, pensar ou falar algo sinto seus lábios nos meus, de inicio achei que ele ia apenas me dá um selinho, mas não, ele me puxa colando seu corpo no meu, e me beija igual nos filmes, sinto sua língua pedido passagem, e é claro que eu dou nossas línguas travam um luta. Minha nossa, nunca achei que um beijo pudesse ser tão bom. O Diogo me puxa mais contra ele, aprofundando nosso beijo, de repente sinto algo duro roçar minha barriga. p**a que pariu, ele está tendo uma... uma ereção? Oh meu deus, eu só queria um beijo mas sem querer acabei deixei um homem com t***o! Isso é demais, de repente ele se afasta de mim, sua respiração está irregular e ele está vermelho.
- Isso... isso não pode de forma alguma sair daqui entendeu? - ele pergunta ainda com a respiração ofegante.
- S-sim. - digo tão afoita quanto ele.
Diogo então se afasta novamente de mim, mas dessa vez ele liga o ar-condicionado e volta para cama, o mesmo se deita e me puxa em sua direção me fazendo deitar em seu peito.
- Qual a sensação de perder o bv? - ele pergunta depois de um tempo voltando a alisar meus cabelos, trazendo aquela conhecida sensação de paz.
- Incrivelmente incrível! - falo sorrindo. - Obrigada por não me rejeitar Diogo.
- Jamai faria isso com você minha gatinha - ele beija o topo da minha cabeça e me abraça. - Agora durma, você está um verdadeiro caco.
Caímos na gargalhada, só então me lembro que ele acabou de ter uma ereção, li no google que os homens precisam ejacular, e se o fato dele não fazer, fizer mau ao Diogo?
- Ei Diogo.
- Sim?
- Eu senti seu... seu... pênis, e acho que você precisa... sabe? Fazer... aquilo. - digo baixo fazendo movimentos confusos com a mão.
- p**a m***a! - ele diz parecendo constrangido. - Acho melhor você ir para o seu quarto gatinha.
- Eu disse algo que não deveria? - pergunto enquanto me levanto da cama.
- Não... não disse nada... é só que... eu vou precisar de um momento sozinho gatinha. - ele diz olhando para o meu corpo, me fazendo lembrar que estou apenas com uma calcinha minúscula e um top.
- Se é assim tudo bem... tenha uma bons sonhos maninho. - saio do quarto já sabendo para que ele quer essa privacidade, aposto que o Diogo vai se masturbar, só espero que isso não mude nada entre a gente, entro no quarto e vou direto para cama logo capotando.
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