Capítulo 145: Romeo

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Nem o uísque que eu segurava me aquecia nessa noite. Ele estava morto. Um tiro na nuca. Limpo e sem chance de se defender. Mattia era um homem de honra, leal à Famiglia. Mais do que isso, meu braço direito na loucura de Palermo. O que eu faria agora? Amerigo Costa, meu consigliere pessoal e advogado, olhava os papéis sobre a mesa. — Ele disse que estava resolvendo negócios pessoais em Messina na última vez que nos falamos. — Eu sei. Eu dei permissão para que ele fosse. O que o Capo Marino disse? — Eles não se pronunciaram ainda. — Dê-me o Libro della Famiglia. Eu mesmo o ligarei. Amerigo me trouxe o grande compêndio de couro. Abri e fui direto para os sobrenomes terminados em M. Marino, Alessio. Digitei os números no celular e liguei. Ele só veio atender na terceira tentativa,

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