Capítulo 109: Emanuele

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Eu corri. A parola d'onore era pó. O medo de Vittorio, uma memória distante. A única coisa que existia era o som dos meus pés batendo no mármore, o ar queimando meus pulmões e a imagem do pescoço quebrado de Elena. Eu precisava sair. Eu precisava ir embora. Eu só voltaria para a villa morta. Passei pelos corredores como um fantasma apressado, desci a grande escadaria em um tropel desajeitado e disparei pela porta da frente, para o ar frio do fim da tarde. Eu não tinha um destino. Tinha apenas uma direção: para longe dele. Para longe daquela casa de horrores. Corri pelo pátio de cascalho, em direção ao grande portão de ferro que era a minha única visão de liberdade. — Ferma! Signora, si fermi! Os gritos das guardie ecoaram atrás de mim. Eram ordens, não pedidos. Ignorei. Continuei

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