— Viviana! — A exclamação escapou de mim, um som chocado. — Non fare storie, ragazza — ela balançou a mão no ar, desdenhosa. — É uma coisa que você já deve ir pensando, e você sabe disso. Eu sabia. Mas a forma como ela colocou, como se fosse uma tarefa simples... — Eu sei, mas... temos tempo para isso. Temos tempo — tentei me agarrar à única coisa que eu tinha. — Lembra que eu disse que ia tentar me aproximar dele para me acostumar com a ideia? Então... muita coisa mudou. Não é como se eu fosse aceitar me deitar com ele amanhã ou mês que vem. — E se você preferir morrer a ter que cumprir com o dever que o Don impôs? A pergunta dela foi a pior de todas. A mais fria. A mais direta. Era algo que eu guardava no meu íntimo, a última e mais escura das minhas saídas. Dei de ombros, a

