O carro parou sob a sombra de uma oliveira gigante, os galhos balançando ao vento de verão, e a porta foi aberta. O que me atingiu primeiro foi o barulho. Era uma cena caótica, mas de uma forma... feliz. Dezenas de contadini, os trabalhadores rurais, estavam espalhados pelo gramado seco, largando suas tesouras de poda e caixotes. Eles riam, gritavam uns com os outros em um siciliano rápido, o som das suas vozes se misturando ao zumbido dos insetos. O ar era quente, poeirento e cheirava a comida boa, bem temperada. Longas mesas de cavalete foram montadas, e nós, da cozinha, rapidamente transferimos os panelões térmicos para elas. A fila se formou em um instante. Homens e algumas mulheres, os rostos queimados de sol, as roupas sujas de terra e suco de uva. Estavam visivelmente cansad

