Cedo nesta manhã, um bater na porta me despertou na cadeira. Meu pescoço doía, um lembrete de que eu tinha dormido de m*l jeito. A porta da suíte estava destrancada, o que achei interessante, pois, pelo que eu me lembrava, tinham nos trancado na noite anterior, após o jantar. Levantei-me e abri a porta do quarto. Dei de cara com Don Vittorio, sério, vestido com roupas de dia, e não de quem tinha acabado de despertar. Ele acenou com a cabeça para conversarmos na sala da suíte. Ele me disse como seriam nossos afazeres na propriedade. O confinamento total havia acabado. Mas não estávamos livres. De certa forma, ele apenas mudou as normas do nosso encarceramento. Uma forma menos radical de nos punir. No entanto, o quarto de Emanuele permaneceria trancado. Teríamos apenas o meu para dormi

