— Mais apertado, i*****l — ordenei ao criado, que tremia ao amarrar a última lata de conserva no para-lama da moto de Dante. — Quero que isso faça um barulho que acorde os mortos. A luz do fim da tarde em Trapani era enganosa. Dourada, longa, pintava as paredes de pedra da villa com uma beleza terna, mas as sombras que se esticavam pelos jardins já eram frias, anunciando a chegada da noite, que logo cairia sobre nós como um véu n***o sem piedade. — Achei que o papai tinha vetado isso, Nonna. A voz divertida de Romeo soou atrás de mim. Ele se aproximou, observando as latas com um sorriso de escárnio. A ideia, afinal, tinha sido dele. Uma piada c***l para o irmão. — Seu pai se preocupa com a discrição — respondi, sem me virar para ele. — Eu me preocupo com o destino. Este casamento c

