Lucca Tirei seus saltos e a peguei em meus braços — ela não é nada pesada. Coloquei-a no banco do passageiro, passei o cinto nela e assumi o volante. A casa do pai dela não fica longe da minha, mas decidi levá-la para a minha. O silêncio reinava, até que ela resolveu quebrá-lo. Luiza: Lucca, desculpa te incomodar. Sei que não é seu dever. Lucca: Não é nada demais. Já estava indo para casa mesmo. Não é incômodo algum. Luiza: Lucca, eu quero te pedir desculpas por ontem à noite... Eu estava muito bêbada. Percebi que ela estava constrangida; sua voz soava levemente trêmula. Lucca: Umrum... tudo bem. — também fiquei sem palavras. Chegamos à minha casa. Peguei-a novamente nos braços e a levei para o meu quarto, agradecendo mentalmente por todas as funcionárias já estarem dormindo. Se

