197° capítulo

3305 Words
Henrique. Hoje era dia 23 e como eu já tinha feito tudo antecipadamente, não precisei ficar na correria como minha mãe. Convidei Maria pra jantar aproveitando que Pedro foi dormir na casa da Rebecca e Bia na Luiza. Minha mãe provavelmente não voltaria da casa do Caio e me avisou. O intuito do jantar era querer passar um tempo com a Maria, mas também por que fiquei muito orgulhoso do papel que ela pegou na peça... Sim, o principal. Ela então, feliz da vida e tão entusiasmada, que começava a decorar o roteiro agora e a peça ainda seria no final de janeiro ou no começo de fevereiro pelo dia dez ou quinze. Ela tinha muito tempo. - daddy. - eu ajeitava o botão da manga da minha blusa em baixo do terno. Maria estava no topo das escadas... Usava um vestido lindo que compramos... Com uma das laterias abertas em baixo, me deixando ver sua perna.  Quando ela começou a descer, comecei a sorrir achando ela linda. Notei seu salto preto e único que ela tem por enquanto. Seu cabelo estava preso em um r**o de cavalo que eu nunca conseguiria fazer, estava perfeito. Fora a maquiagem... Seus assessórios.. as unhas pintadas, o batom e o perfume. A desejei, tanto com s**o como pra passar o resto da noite de mãos dadas com ela. - está... Perfeita. - ela deu um sorriso branquinho. - você também tá muito... Gostoso. - disse gentilmente e sorri, sentindo suas mãos e seu toque suave no meu terno preto, um dos mais caros que tenho e um dos mais preservados também. - vamos? - ela concordou. Maria estava uma mulher, uma verdadeira mulher. A amava com um vestidinho curto me chamando de daddy e pedindo Nescau, mas também amava ela sobre um salto com uma postura forte. Estava toda perfeita, não tinha como achar defeitos. Eu claro, abri a porta pra ela e assim que ela entrou segurou minha mão e me fez entrar pra dentro do carro só pra beija-la. - vai estragar meu batom antes mesmo da gente chegar no restaurante. - sorri, me controlando mas consegui um selinho dela. Maria levava uma bolsa de mão que brilhava e provavelmente tinha seu batom vinho dentro. Quando entrei no carro dei partida em seguida e seguindo rumo ao restaurante. Não sou bobo nem nada, a toquei o caminho todo, senti Maria sendo Maria por alguém momentos e falei que ela não precisava parecer tão madura quanto o normal e ela falou que gostava de fingir que já era adulta e ri. Esse era o momento perfeito pra minha surpresa. Estava comigo o tempo todo e eu pensava se dava a ela no natal ou hoje, não conseguia decidir e queria que fosse perfeito. Mas pra não haver erros, esperaria a noite acabar pra saber se realmente era o momento certo pra isso. Já no restaurante sentia todos os olhares atraídos pra Maria e mesmo não gostando, também tinha a consciência de que não sairia do seu lado, então não tinha problemas se alguém olhasse muito, Maria é minha. Tiramos as máscaras e pedimos vinho... Como ela mesma quis. Ela adorava dizer "me sinto uma adulta", mas ria e parecia a Maria normal do meu lado. E eu... Apaixonado olhada pra ela. A gente conversou tanto, não me lembro quantas vezes senti que parecia ser nosso primeiro encontro. Parecia um e mesmo que fosse era pra ser normal por que morando juntos e nos vemos todos os dias. Não era pra eu estar tão nervoso assim. Mas a ouvi tanto, estava a minha frente mas chegou um momento que a quis do meu lado pra abraça-la e beija-la. Eu óbvio, já tinha tudo planejado, principalmente a mesa do restaurante, bem no canto ao lado da parede de vidro e uma luz bem fraca. Estava perfeito. Ela estava linda. A ouvi dizer várias vezes sobre o quanto ama nossos encontros e disse que se um dia eu estiver cansado pra vir em um restaurante, podemos fazer isso no nosso quarto e não achei uma má ideia, será só nós dois... Privacidade. Quando a gente pediu, deixei o prato com ela e Maria ficou tão indecisa por que tinha medo de que eu não gostasse da comida, mas dialogamos e pedimos um prato leve com comida que estávamos acostumados mas que também era fina. Peguei tanto na sua mão e sentia seu salto passear nas minhas pernas o tempo inteiro. Isso me deixava maluco. - sua vez daddy. - sorriu e fiz o mesmo, após olhar pra ela. - sou péssimo com doce, sabe disso. - riu fraquinho emitindo um som suave. - tem razão. - olhei apaixonado pra ela e senti que era o momento, mas ela pensava mais do que eu, ela também planejou a noite, se não não teria ficado horas se arrumando no seu quarto. - mas qual você mais gostou? - voltei a olhar o cardápio assim como ela. - essa torta de ganache. - era isso que especificava e Maria fez uma cara gostando. - tá bom, gostei. - sorri. Eu chamei o garçom e pedi duas fatias, dizendo pra Maria que ela podia pedir mais mas ela recusou e quando o garçom saiu ela disse "não quero ficar muito cheia". Ela fez planos pra gente. Sorri após ouvir aquilo. Quando o garçom voltou, veio junto com a conta e não me importei com o valor, foi gasto com quem amo. Bebemos vinho... Conversamos... Comemos... Maria estava assanhada. Me provocava e eu revidava. Foi quando ela colocou a cadeira do lado da minha e quando se sentou e me olhou disse "pronto daddy, agora pode me tocar mais". E eu queria. Ficamos abraços olhando o movimento na rua mesmo que a janela estivesse do nosso lado. Maria tinha a cabeça do meu ombro e eu a mão sobre ela enquanto sua outra mão estava na minha coxa. Suas pernas estavam cruzadas e não deixei de notar. O m*l do vestido era que ele era tão fácil... Só puxar um pouquinho. Fácil pra mim e mais ainda para os outros. Eu tinha medo era óbvio. - daddy. - se sentou direito mas a mão ainda tava na minha coxa. - diga meu amor. - toquei seu rosto e ela sorriu. - vou ao... Toalete. - sorri. - pode ir. - era lá pra trás, não veria ela indo, tinhas várias mesas. - se cuida. - concordou levantando. - não vou demorar... É que você fez minha calcinha molhar daddy. - Maria não fez isso não né? É, ela fez. Tentei pensar em outra coisa por que meu p*u começou a dar sinal de vida. Mas Maria foi ao banheiro e fiquei meio nervoso mas ela era esperta, e como disse, hoje estava sendo uma adulta. Agiria como uma e não seria ingênua com ninguém. No meu bolso direito, ao qual Maria não tocava e fiquei aliviado, estava a surpresa. Era um momento único... Era pra ser. Não estava afim de pensar que caso eu não tivesse conhecido Maria, mesmo que nova, eu estaria dando esse presente a outra pessoa. Gostava de pensar que ela era minha e que estava disposta a continuar comigo até o fim. Isso era um fato verdadeiríssimo. Quando Maria voltou me senti aliviado e sugeri que fossemos pra outro lugar, ela topou animada. Mesmo que eu tivesse pago a estádia em um dos melhores hotéis de São Paulo, na cobertura com piscina pra passar o resto da noite com Maria, ela me olhou ao sair do restaurante e disse "quero ir pro nosso cantinho daddy". Isso não estragaria meus planos e cheguei a perguntar se ela não gostaria de ir pra outro lugar, ela recusou educadamente mas ficou perguntando se eu tinha planos e pensei. Passar a noite com ela no hotel, é o mesmo que passar a noite com ela na nossa casa... Que é só pra gente. Tanto no hotel como em casa, terá amor e diversão. Então não me importei em ir pra casa e muito menos com o dinheiro que gastei com o hotel, que daria mil vezes novamente mesmo que não fossemos pra lá. No caminho meu plano voltou a martelar minha cabeça e desviei o caminho. Não iríamos pro hotel mas pra praia. Maria ficou animada e surpresa e perguntou o motivo de irmos, não disse claro mas perguntei se ela não queria molhar os pés... A resposta foi meio óbvia. - daddy! - ficou feliz assim que cheguei na frente do carro como ela, que estava estacionado no alto e tinha que descer pra ir pra areia. Perto de nós havia aqueles deques que iam até uma parte do mar, era repletos de bancos lá em cima e muita iluminação. - vamos? - ofereci meu braço e Maria sorriu muito animada. Estava frio mas Maria nem se importava com isso. Não fomos pela areia por causa do seu salto e Maria estava tão princesa que não quis sujar os pezinhos. - o mar é assustador daddy mas a vista... Tudo tão lindo! Decoração de natal! - ela estava encantada olhando pro daddy assim que subimos nele. - vamos até o final? - me olhou e sorri. - uhum, até lá. - se animou. Haviam algumas pessoas nos bancos mais próximos do começo do deque e lá no final não tinha ninguém, ótimo. - o céu tá lindo daddy. - disse apaixonada e finalmente chegamos. - linda igual a Maria. - a iluminação estava realmente boa pra isso! - eu te amo daddy. - se inclinou e a segurei. - eu também. - nos beijamos, mas não muito, Maria ainda usava aquele batom e eu não queria estragar. Porém ela riu limpando o canto da minha boca e fiz isso nela. Foi quando nos encaramos. - Maria. - começou a sorrir mais. - sim. - estava animadinha. Coloquei a mão no bolso e tirei a caixinha com suas alianças dentro. - aceita se casar comigo? - eu tremia tanto! Maria não teve reação além de abrir a boca. - co-comigo?.. você quer se casar comigo? - ficou animada. - daddy! Claro que eu quero. - ela pulou em mim e me senti aliviado. Não sabia que um pedido de casamento era tão estressante, juro, estava tonto, tremia. - não quero que seja minha namorada pra sempre. - ela desceu do meu colo com cuidado. - quero que seja minha mulher... Que carregue meu sobrenome.. - Maria começou a chorar mas sorria. - quero esse olhar todas as manhãs... Quero.. - toquei na sua barriga. - ver você com um barrigão. - nós dois rimos de felicidade mas a olhei sério. - quero poder envelhecer ao seu lado. - mesmo que Maria tentasse segurar o choro, seus lábios tremiam e assim que ela pulou novamente no meu colo, começou a chorar dizendo "sim" constantemente. - daddy eu... Eu quero muito me casar com você, eu quero milhões de vezes! - me olhou. - você pra sempre vai ser meu daddy. - sorri. - pra todo sempre. - dei um selinho nela e ela desceu do meu colo. Peguei a aliança dela e assim que Maria esticou a mão, coloquei no seu dedo e coube perfeitamente. - uau! - era feito com uma pedra tão cara que na hora de comprar fiquei chocado com o preso, mas depois pensei... Nesse olhar. - eu.. amei daddy. - me olhou feliz. - minha vez. - sorri e ela pegou a minha aliança, colocando no meu dedo. - noivos? - sorri. - noivos. - agora sim, a gente se beijou e era o único momento que me importava. A sentia colada em mim, sentia que nunca a perderia por que eu vou protegê-la até eu morrer. Ninguém tirará Maria de mim jamais! - daddy. - interrompeu o beijo pela falta de ar. - vamos pra casa? - concordei nada hora e a gente começou a andar. Maria estava tão feliz e eu também, era múltiplas sensações dentro do peito, não era normal como sentir algo do dia a dia... Era diferente, muito diferente. Assim que dei partida no carro, Maria retocou o batom mas eu tiraria tudinho em casa. A tocava a todo momento e ela ameaçava tirar o sinto pra subir em cima de mim mas eu impedia e ria dizendo pra ela ter calma. Consumiria seu desejo com prazer. O trânsito ajudou e chegamos em casa em dois segundos. - daddy... - eu desliguei o carro na garagem mas não descemos. Maria tirou o sinto bem devagar. - tá um clima tão bom. - sorri, olhando pra ela. Maria Clara. - tá um clima tão bom. - daddy sorriu e me encarou. - vamos ficar aqui um pouco? - concordou normal mas agora com um olhar apaixonadinho. Eu tinha milhões de planos que dariam certo nesse jantar e depois dele. Não era meu aniversário e nem nosso aniversário, era só um dia feliz pra gente... Mas... NUNCA IMAGINEI SER PEDIDA EM CASAMENTO ASSIM! Daddy sabe que eu nunca gostei de clichês em romance e nem ele, tipo vim um helicóptero jogando pétalas de rosas, ou várias velas acessas pelo chão formando um coração gigante... Coisas assim são clichês. Porém naquele deque... Hoje tive certeza que amava daddy com todas as minhas forças. - daddy. - me sentei de lado no banco, já sem o sinto assim como ele. Toquei sua coxa e hoje estava muito tarada por ela... Talvez por ser tão perto do seu pipi. - esse carro é um bom lugar.. - me inclinei e comecei a beijar ele mas ele apresou e o beijou começou a se tornar mais intenso. Daddy além de ter pegada! Argh... Tinha uma boa língua... Muito boa. Aos poucos fui percebendo que já estava em cima dele quando ficamos ofegantes, encarei ele abaixo de mim. Sentia um encaixe perfeito. Daddy não suportou isso. - p***a Maria... - fechou os olhos e apertou minha cintura. Sorri apertando seu pescoço e voltei a beija-lo. Estava tão bom... Se continuasse seria um s**o no carro... O melhor de todos por que nunca transei no carro. Daddy me apertava e aquilo estava me matando. - aaah daddy... - não me contive e rebolei. A noite foi bem planejada por mim, eu deixei a nossa cama arrumada como se não fossemos bagunça-la mas pra adiantar as coisas e não precisar ficar indo no banheiro me trocar, eu já usava uma lingerie nova preta, aquelas que são fininhas. Eu estava muito gostosa usando aquilo. - tira... Tira minha roupa daddy. - daddy em encarou mas beijou meu pescoço no mesmo segundo. Eu gemi. Queria ir rápido mas queria sentir as múltiplas sensações que daddy estava me dando. Foi quando me remexi e senti seu m****o duro, estava no limite, conheço ele muito bem. - daddy.. quero f***r aqui. - ele sorriu e eu com a cara de s****a sentindo minha b****a esfregando no daddy. - aqui? - concordei. - então vamos pro banco de trás. - sorri animada e eu passei pra lá primeiro. Daddy veio logo depois e dobrou o banco do passageiro, deu muito mais espaço. Eu via ele tirar o terno com agilidade e quando bati os olhos no seu abdômen, minhas pernas tremeram. Era daddy quem me foderia pro resto da vida e nunca irei enjoar. Quando suas mãos me tocaram foi o mesmo momento em que sua boca tocou a minha. Estava com o coração disparado pela adrenalina mas eu queria ir com calma. Daddy sussurrava palavras que me deixavam doidinha. Ele tirou meu salto com tanta delicadeza e deu um beijo no meu pé, subindo pelas minhas pernas até minha intimidade... Onde permaneceu. Foi a melhor chupada do carro da minha vida! E eu espero poder retirar isso um dia quando ter a próxima vez, que pode ser melhor. Ele não economizou nada, daddy estava mandando tão bem que cheguei a gozar só naquela chupada. Quando eu o interrompi, nos encaramos e eu falei que ela minha vez. Daddy ainda estava de calça e eu tirei junto com seus sapatos. Queria ele nu pra mim. Quando peguei seu p*u, de joelhos no banco enquanto daddy estava sentado de lado, conseguia ouvir o som dos seus gemidos perfeitamente e sua mão dando carinho na minha cabeça. Não lembro ao certo quando tempo fiquei chupando daddy mas foi por muito tempo. Seu p*u dava pulinhos e aquilo tava me deixando louca. Porém ouvimos barulho de carro e eu me assustei, mesmo sabendo que tia Cris não viria hoje. Mas o carro passou direto e isso fez daddy me puxar. Nos beijamos por um bom tempo até eu ser deitada na banco. - quero muito fuder minha noiva. - aquilo me fez sorrir toda. Daddy tirou meu vestido e contraiu o maxilar após me encarar. - eu planejei tudo. - vi ele chegar pertinho bem devagar. - obrigado. - sorri. - eu que agradeço. E lá fomos nós. Ninguém tem noção do quanto este carro se mexeu, ninguém tem noção do barulho que fazia mas além de estar escuro, creio que ninguém viu a gente. Daddy ia brutalmente e não reclamei nenhum segundo. Quando fiquei de quatro foi meio difícil mas não gostoso. Foi muito bom! Sexo no carro é muito bom. Henrique. Acabei de fuder minha noiva. Ta aí uma coisa que nunca pensei que diria. Maria entrava na minha frente em casa, usando seu vestido e carregando os saltos na mão. Eu só estava com a calça e também carregava minhas coisas. - isso foi demais daddy! - se virou pra mim e sorri, fechando a porta com o pé. - foi? - fui até a mesma e ela agarrou meu pescoço com as duas mãos. Senti seus saltos na minha nuca e nem por isso deixei de segurar sua cintura com mais força. Começando a nos beijar bem ali e o desejo de fode-la na cozinha me preencheu, mas Maria saiu do beijo. - só quero tomar banho contigo... Depois me deitar... - sorri, já realizei meu plano mas o dela era longo então vou deixar o resto da noite com ela. E manhã... Vamos no hotel e voltaremos só a noite por ser natal. No quarto fizemos oque Maria disse, um bom banho... Transamos de novo lá. E depois fomos deitar. - daddy. - cobri a gente. - hum? - ela se virou pra mim, o rostinho sorrindo. - somos noivos. - levantou a mão com o anel e fiz o mesmo. Ficou perfeito no seu dedo. - somos. - sorri e olhei pra ela. - vamos casar... Ah! Vai ser perfeito! - se remexeu e ri. - mas tenho certeza que só depois de terminar a escola né? E eu também prefiro. - sorri, pensava exatamente isso. - é... Eu pensei até depois da faculdade, pra gente descansar... Recém casados precisam de tempo, um pouco de paz... - beijei sua mão. - mas isso é oque eu quero, pode dizer o contrário. - ela sorriu. - eu quero daddy, por que quero que seja perfeito e com escola e faculdade vai atrapalhar. - ela chegou bem pertinho e encostou seu nariz no meu, fazendo "narizinho" como ela chama, que é esfregar o nariz dela no meu. - e quem sabe na lua de mel... Fazer um bebê. - sorri e agarrei ela. - uma ótima ideia. - começamos a nos beijar. Gostava das ideias dela, não era apressadamente e nem tão lentamente, era um tempo bom. Não vai demorar tanto. - pode ter certeza de uma coisa. - sai do beijo. - não vou desistir de casar contigo. - ela sorriu e voltou a me beijar mas com um tempo menor por que ficou animada e deu gritinhos de felicidade. Estávamos felizes, Maria estava. Casariamos... Vamos casar.
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