198° capítulo

5000 Words
Maria Clara. Ontem fui pedida em casamento, hoje daddy tinha uma surpresa pra mim que estava em um hotel. Fiquei pensando naquilo a manhã toda enquanto me arrumava. Talvez e obviamente, daddy tinha uma surpresa pra mim e eu pra ele... Na verdade eu tinha tudo planejado pra um date perfeito dentro do carro ou no nosso quarto. Não havia imaginado que daddy também e pedi desculpas pra ele, oque foi inútil por que ele falou que o s**o no carro foi muito melhor do que seria no hotel. Ele não estava bravo ou magoado, ele gostou e disse que teria me pedido em casamento no hotel e como interrompi tudo, ele mesmo disse que foi o melhor pedido que poderia ter feito naquele deque. Então estava tudo bem. Hoje a noite teria a ceia de natal e tudo mais e daddy disse que não demorariamos para eu voltar e se arrumar com as meninas, no casoo Bia e Malu. Fizemos uma mala só para não precisar levar mochila e coube nossas roupas e ainda sobrou espaço. Pretendíamos ir na piscina, tomar café no hotel e dar um volta pelas ruas de lá... Daddy disse que o hotel era no Rio mas me afirmou que não era perto de onde ficamos na rua naquele tempo. Ele falou que era no Leblon, um hotel de luxo que tinha lá. Quando resolvemos sair de casa, Bia disse pra eu tirar fotos da vista e mandar pra ela, pra ela repostar como se fosse ela que tivesse tirado a foto. Eu ri mas falei que ia. E partimos viagem. No caminho fizemos paradas e era bem cedo por que daddy queria aproveitar ao máximo. Ainda nem tínhamos tomado café e o cheiro pelas ruas de coxinha, pastel e galinha assada por já começarem a assar pro almoço, estava me matando. Mas resolvemos esperar para tomar café só nós dois no hotel. Pelo que ouvi do daddy, era caro e ele teve que pegar duas vezes por que ele pagou só pra ontem e ligou hoje bem cedo pra pegar outra estádia e acabou pagando as duas. Eu me senti péssima claro mas daddy sempre bonzinho dizendo que não tinha problema e que não estava gastando dinheiro com algo bobo, era a gente, nossa primeira saída depois de noivos. Me senti melhor. - uau daddy! - digo olhando a vista daquela rua. - isso é pra rico né? - daddy concordou e eu fiquei tipo "...", Não tinha reação. Via muitos ricos fazendo aquelas caminhadas com seus cachorros, não que pobre não faça mas sabe, as roupas de marcas que foram caras e que vão ficar super suadas, o cão de raça bem limpinho com um pelo sedoso. Fora o celular de última geração no alto do braço e fones sem fio. Se fosse eu, eu andaria com roupa normal e com o celular no bolso. Mas não é só rico que faz isso, mas dava a entender que sim. Também por ali só tinha apartamentos muito bonitos, não havia um com a tinta descascando ou com uma mancha de vazamento de água, era tudo tão perfeito. Mas paramos em um enorme hotel... Daddy sorriu me olhando. - daddy... - não tinha nem como acreditar que daddy era rico suficiente pra pagar um lugar desses... Uma tarde apenas e fora que ele pagou a de ontem e nem viemos. A gente entrou com um tipo de cadastro e todo o cuidado por causa do covid. Fizemos testes rápido e não éramos portadores dele. Quando entramos a recepção parecia um palácio, as cores e pedras de mármore, belos uniformes para os funcionários e muita, mais muita gente que parecia ter feito aulas de etiqueta. Andavam de um jeito... Todas chique. Só as mulheres claro. Daddy e eu fomos pra recepção com a minha mala rosa e quando daddy deu as informações a recepcionista nos deu um cartão de acesso. Mas cartão? - daddy, e a chave do quarto? - acho que daddy não percebeu que não pegamos. Só estavam nós dois dentro do elevador. - é com cartão que abre a porta, fica até fácil, por que mesmo sem chave alguém pode usar um grampo ou clips pra abrir a porta. - penso, isso faz o total sentido. - aí a gente coloca uma senha também, que é essa do cartão. - me mostrou e uau. Muita tecnologia e informação pra mim. Mas assim que chegamos no nosso quarto, daddy disse pra eu fechar os olhos e não entendi, mas fiz isso. Ele abriu a porta com o cartão mas me deixou ver por que eu estava muito curiosa. Mas entramos, eu não via nada além de sentir daddy me guiar. - daddy.. - ri, eu estava com medo de cair. - calma... Pode ir. - eu estava com meu chinelo parecido com o holográfico, no caso o preto. Então eu sentia tudo que chutava ou pisada. Senti toque suave nos meus pés. Talvez um tapete de veludo. - oque é isso? - daddy parou assim que perguntei. - pode abri os olhos. - tirou a mão do meu rosto e abri... Um lindo e perfeito quarto de hotel e com ótimas decorações sim, mas não prestei atenção nisso. - uau daddy! - tudo estava com pétalas de rosas... - sei que é um clichê... Mas a noite não seria. - sorri e olhei pra ele. - mais eu amei. - o abracei forte. - sei que sim. - me deu carinho e eu me virei logo em seguida. Sobre a cama tinha um lindo buquê de rosas com algumas mais claras e outras mais escuras. Eu peguei e cheirei. - daddy.. - sorri, ele parecia tímido. - estraguei seus planos.. - negou na hora tirando as mãos do bolso do short. - não, amor já conversamos... E foi muito melhor te pedir em casamento na praia do que aqui. - sorri fraquinho. - mais eu amei tudo isso. - ele sorriu. - e você comprou uma cesta pra mim?! - larguei as flores com cuidado na cama e fui até a mesa redonda com cadeiras que pareciam ter saído de contos de fadas. Era uma cesta com tudo que gosto, muitos e muitos chocolates, tinha até Monster! Garrafinhas de achocolatado, salgadinhos, suquinhos, aqueles chocolates caros que são em formato de bolinhas e... - que isso? - ao lado tinha uma caixinha vermelha. - um presente além de tudo que comprei pra esse natal. - sorri olhando pra ele mas peguei a caixinha curiosa. Quando abri vi um.. - daddy. - olhei pra ele. - já tenho tantos bancos cheios de dinheiro. - riu. - mas esse valor. - pegou o cheque da minha mão. - quero que compre o presente de natal que quiser... Vai ganhar tudo que pediu mas se tiver alguém coisa ainda.. - penso. - é teu e quero que use. - daddy falava sério. - que tal... Doar. - daddy sorriu. - é teu, pode fazer oque quiser. - você não ficaria chateado? - daddy negou confuso. - claro que não, e outra que tá fazendo o bem... Mas é muito dinheiro pra doar. Era um valor de 235 mil reais. Mas a gente conversou e como a diretora cancelou os preparativos para a caridade por causa do covid que se agravou e por causa das autoridades que não deixaram, a caridade seria só depois do ano novo mas calma, ainda sim doamos alimentos que foram entregues por caminhões e carros na comunidade vizinha e ninguém vai passar esse natal nem comida. O mais legal era ter alunos na minha escola que eram filhos de donos de muitas coisas, por exemplo, tinha dois alunos gêmeos que atuaram perfeitamente nesse natal. O pai deles é dono de uma fábrica de carnes e eles produzem perus de natal... Todas as famílias terão uma ceia completa. Eu fico tão feliz com isso. Tão animada! Mas agora era um momento entre eu e o daddy e fomos tomar café lá em baixo. Daddy tava tão romântico que ficava me dando carinho e sorrindo o tempo todo, e eu? Mostrando meu anel pra cada moça educada, principalmente pra tia da limpeza que amou. Levaram nosso café até nossa mesa, um café da manhã normal, com torradas, café, frutinhas e tortas. Daddy me olhava apaixonado. Fomos pra piscina, conversamos, tomamos sol, entramos na piscina e daddy até brincou em baixo da água... ... - daddy... - eu só queria que ele deitasse na cama logo. Daddy fechou as cortinas e trancou a porta, deixando o quarto escuro mas não ao extremo como fica de noite por que estava dia e entrava claridade pela sacada mesmo com as cortinas. Eu usava uma lingerie e daddy me viu vestindo ela... Isso só despertou mais t***o nele e ele ainda falou "não sei pra que usar isso se eu vou tirar". Daddy falou isso enquanto estava na porta do banheiro vendo minha b***a com aquela calcinha. Mas agora estávamos na cama. - tô aqui. - respondeu o meu chamado. Daddy se colocou sobre meu corpo e seu peito nu tocou meus s***s. Senti seus músculos ao lado da minha cabeça e seu m****o duro na minha ppk... Um pouco mais pra baixo por eu ser muito pequena. Quando usa boca me tocou o desejo só aumentou e eu queria muito dar pro daddy logo. Tirei o seu short e sorte que ele só usava ele. Aí comecei a chupa-lo quando sai de baixo dele. Eu sempre chupo daddy até ele estar quase gozando e quase fiz ele gozar mesmo, depois ele riu e disse que ia lambuzar toda a minha carinha. Aí daddy me chupou... Me fez gozar e falei que lambuzei toda a boquinha dele, ele riu e continuou engolindo todo o meu g**o. Mas agora... Aaaaah. Estava de quatro sem o sutiã e só com a calcinha vermelha enquanto daddy pincelava o p*u na minha ppk. Gostava se sentir isso e gemia a cada passada. Minha calcinha tava pro lado mas eu queria tirar porém daddy não deixou, dizendo que gostava disso. - huuuummmmm... - rebolei e daddy colocou só a cabecinha. - vai daddy... Vaaaii. - gemi e ele forçou. - AAAAAAH.. - gritei, daddy disse que não dá pra ouvir nada por essas paredes. Ele começou a ir mais rápido e a gemer e a adrenalina aumentou. Não lembro e nem faço ideia de quanto tempo aquele s**o durou mas não ficamos só na cama. Eu nem aguentava mais, já tinha gozado umas três vezes e daddy ainda tinha energia. Ficava até me pegando no colo em alguns momentos e eu estava prestes a gozar mais uma vez. Foi quando ele gozou e eu também, daddy gozou dentro... Porém saiu tudinho por que senti. - uau... Meu Deus daddy... Tô com.. sede. - ele riu me olhando, em pé no chão e eu deitada na cama com os joelhos até os ombros. Daddy encarou minha ppk e fiz força, sentido seu leitinho sair todinho e ela até peidou, daddy sorriu todo s****o por que ele gosta. - então vamo tomar água. - me ajudou a levantar e tive todo o cuidado pra não sujar a cama. Mas eu ainda estava sobre o efeito o prazer e passei a mão na ppk levanto pra boca, onde lambi todo o g**o do daddy misturado com o meu. Daddy riu. - tão porquinha. - me deu carinho e ri. - toma. - me deu a garrafinha de água sem a tampa e eu bebi muito, depois daddy fez isso e eu nem imaginei que ele engoliu um pouco do seu gozo... Nem imaginei, magina. Tomamos banho juntinhos, naquele banheiro enorme e daddy conversou comigo sobre não apresar o casamento, mas falou e perguntou oque eu achava de depois de casados começar um novo ciclo. Na hora imaginei que ele falava sobre filhos e ele disse que também era isso, mas que estava falando sobre um novo lugar, novos ares... Daddy queria se mudar, mas não era pra uma casa que já foi de outro dono, daddy queria que essa casa fosse feita do zero com todos os requisitos que eu quisesse e eu fiquei muito feliz, por que podíamos planejar como seria o tamanho exato do quarto dos nossos filhos, e não teria a preocupação do quarto deles terem sacada por que eu tinha medo que todos os quartos da casa perfeita tivessem sacada. Aí daddy falou também em querer um terreno grande pra ter nossa casa, por que ele queria um espaço maior pra caber a piscina mas também pra ter um espaço pra área de lazer e pra fazer churrasco e disse que o resto do espaço seria só pros nossos filhos. Eu estava muito feliz, muito animada... Ah! Daddy queria me dar o mundo e eu estava tão feliz por que provavelmente teria um trabalho e poderia ajudar ele a pagar tudo, por que começar do zero da o maior dinheirão. [...] Henrique. Hoje era véspera de natal e já era 18h. Mesmo com covid todo mundo ia se reunir mas ia ser o básico. Maria e eu ficamos juntinhos conversando naquele escurinho do quarto até a hora de ir embora. Era tão bom ficar assim com o grande amor da minha vida. Muito mesmo. Mas chegou a hora de ir embora. Maria passou na casa do seu pai pra buscar Malu e ele iria logo depois com Matheus e Priscila. - Malu, a gente pode fazer a mesma maquiagem... Tá que o vestido é diferente mas a gente vai estar iguais! - eu ria no banco da frente olhando Maria pelo retrovisor interno. Malu ficava pensativa. - será que as pessoas confundem a gente? - perguntou Malu. - eu acho que não. - disse Maria pensando. - daddy você confunde? - neguei, prestando atenção na estrada. - não, só se estiverem com a mesma roupa, mesmo corte de cabelo... - talvez elas ficassem bem iguais. Quando chegamos em casa as meninas foram direto pro quarto e minha mãe estava igual louca pela casa. Ficava andando de um lado pro outro com uma toalha na cabeça. - calma mãe, que coisa. - até Beatriz perdeu a paciência. - que coisa nada, não toquem em nada! - me olhou. A casa estava muito decorada com o restante da decoração que a empresa que minha mãe contratou pra fazer isso veio fazer hoje. Estava tudo impecável, tudo vermelho. Maria claro "daddy minha roupa vai ser vermelha!". Foi o que ela me disse a tarde toda e dias antes. Por isso comprou tantos vestidos vermelhos no shopping com vários tamanhos por que ela tinha medo de não caber e por causa do covid não dava pra experimentar lá. Pelo menos em algumas lojas. Mas eu fui pro meu quarto me arrumar depois de ouvir da minha mãe que a outra empresa contratada pra trazer a comida viria em algumas horas. Maria estava no seu quarto mas tive certeza que enquanto eu estava no banheiro tomando banho, ela entrou e mexeu no guarda-roupa por que ouvi o barulho. Mas continuei no meu banho normalmente e lavei a cabeça. Quando sai fiz a barba, o cabelo já havia feito no dia em que pedi Maria em casamento, no caso ontem e já aproveitei pra escovar os dentes. No quarto coloquei a roupa que Maria me mandou pra combinar com ela, na verdade era uma roupa simples mas só pelo fato de ter sido cara, já significa tanto. Era uma blusa vermelha e um short preto, quis ficar com meu chinelo da Nike preto por estar em casa e já estava bom. Passei perfume, desodorante, coloquei relógio, corrente e ajeitei meu anel no dedo, sorrindo logo depois. Quando sai do quarto até cogitei a ideia de ir até os quarto da Maria pra saber se tava tudo bem mas elas poderiam estar no banho ou nuas, então desci. Minha mãe estava pronta. - ah meu filho que bom que já tá arrumado. - passou por mim fazendo barulho no seu salto e com vestido vermelho longo e meio volumoso nos braços. Não sei como é nome. - a comida já tá vindo e eu não contratei ninguém pra ficar servindo ou ajudando a gente. - meu deus. - mãe, é um natal em família e não uma festa com convidados que não vemos a meses... Todo mundo é capaz de ir se servir. - ela parecia pensar. - relaxa. - é nosso primeiro natal com todos que nunca pensamos que iríamos passar uma noite... Tem que estar perfeito. - passou por fim e suspirei negando. - tá legal mãe. - digo mas ela nem me deu bola. - ah que bom maninho. - olho pro lado e Beatriz tava toda arrumada em um salto alto e vestido. - por que todo mundo tá tão arrumado pra ficar em casa? - ela me entregou seu celular já na câmera. - não sei, tira uma foto minha. - disse baixando o vestido e fazendo uma pose. Não reclamei e tirei a foto. Ela basicamente estava arrumada pra um casamento. Seu vestido era clarinho e a maquiagem bem... Exagerada. Se todo mundo ficar assim eu subo e troco de roupa por que lá no quarto já tava me sentindo muito arrumado e agora me sentindo um desleixado. Maria Clara. Eu fazia a maquiagem da Malu igual a minha enquanto contava como fui pedida em casamento. Malu tirou suas próprias dúvidas e no final disse que estudar era uma das coisas mais legais do mundo e que queria focar nisso antes de ter uma família ou alguém pra ter compromissos. Ela tirou o aparelho ontem e pelo que ouvi da sua própria boca e como daddy mesmo disse "não julga e não pergunta", Malu falou "coloquei o aparelho com 12 anos por que nosso pai reclamava dos nossos dentes tortos quando ficávamos de joelho pra alguém colocar..." Sim, um pênis mas não consegui nem pensar. Malu tinha dentes perfeitos iguais aos meus e nenhuma cárie.. oque eu já tive. Quando ela disse "nosso pai", ela quis dizer do dono da casa e de tudo... O empresário e ela não tinha mãe por que a mulher desse empresário só gostava da Mariana e por esse motivo quando ela estava em casa, Mariana vivia lá pra cima. Porém não era sempre por que ela viajava muito e o "pai" não era muito apegado ou amoroso com nenhuma das meninas... Ele mesmo já estuprou minhas irmãs. Também falei pra Malu que isso nunca aconteceu com ninguém, tipo, de sair em reportagem que tais crianças cresceram no meio disso e tals, Malu disse que também achava surreal vivendo na realidade de hoje onde as crianças tem apenas dois pais e moram com no máximo irmãos, avós, pais e tios. Malu chamou isso de "divindade", uma palavra que ela não sabia o significado até alguns dias e ri por isso. Mas agora eu me olhava no espelho... Me sentia uma gatinha com essa roupa que vi na manequim e achei que ficaria bom em mim... E ficou melhor.  Malu estava se sentindo muito m*l com sua roupa e ofereci a minha, foi quando ela disse "uma das coisas que mais gosto é minha barriga. Esse era a roupa da Malu.  Como Malu era mais magra, não significava que eu não tinha uma barriguinha lisa, porém eu amei minha roupa e não me importava de trocar com ela caso ela quissese, afinal, ela precisa de muito tempo ainda pra se sentir bem com tudo isso. Mas ela amou... Só não soube andar sobre o salto e dei algumas aulinhas... Logo eu, cuja usou um salto duas vezes e na primeira nem era meu. Depois falei a Malu que não era possível alguém aguentar sobre um salto por muitas horas, a menos que fique o tempo inteira parada e como eu não fico, disse que tirariamos o salto quando todo mundo visse a gente. Então ela ficou mais a vontade por que tirariamos. Alguém bateu na porta. Fui lá abrir. - Maria.. - era Pedro e eu olhei pra ele de cima a baixo. - sua mãe vai te xingar. - interrompi ele. - por que? - riu e dei de ombros. - tá eu queria um gloss. - fiquei confusa. - mais... - só pra minha boca sair bonitinha na foto que vou mandar pra Becca. - sorri toda animada e abri a porta. - uau, tá gata. - pode ter pensado algo errado mas ele nem olhou de outro jeito. Pedrinho estava vestido assim:  Tia Cris planejou muito esse natal e ontem pela manhã ela disse "ROUPAS ADEQUADAS, NADA MUITO p*****a E NADA MUITO PIJAMA". Sim, sua voz foi de alta pra berro e ela falou exatamente isso, para Bia "p*****a" já que podia se vestir com roupas extremamente curtas... Oque não tinha problema. E para Pedro "pijama" que disse estar cagando pro natal e por tanto não se arrumaria, ele poderia ir de pijama mesmo. E a calça que ele usava parecia um pijama mas ele disse que não era. - isso tem sabor? Por que? - fui até ele e o fiz sentar na cadeira. Malu estava no banheiro... Emergências como dores de barriga pela adrelina... Somos gêmeas né, ansiedade vem assim hihi. - calma aí. - ele chegou pro lado da cadeira não me deixando passar o gloss de uva nele. - eu quero um bom. - desfiz o sorriso. - Pedro.. é pra passar e não comer. - digo séria. - então por que o sabor? - cruzou os braços. - pra cheirar. - riu. - pra ficar loucão? Não, não, não, eu quero de morango. - ri. - tá mais eu posso passar? - implorei. - por favor, eu sou muito boa nisso! - ele negou mas não no sentido negativo de quem não me deixaria passar. - ebaaa! - me inclinei e peguei seu queixo. Sabe, Pedrinho é muito lindo e está mais ainda com esse cabelo e estilo. Antes usava o jeito "maloka" como ele mesmo dizia, corte de cabelo, aqueles óculos de funkeiro, o próprio funk e uma mente muito... Imatura e todos sabem do resto. Porém agora ele estava muito lindinho mas não conseguia ver ele de outro jeito, dava até nojo... Somos irmãos. Acho que é só eu que não consigo gostar de um pipi de adolescente, parece que não tá formado direito... Uma vez a Duda me mostrou do seu antigo peguete... Era f**o e tava duro mas parecia que nem tinha crescido ainda e tava muito f**o e "fofinho" no sentido de não ter muitas veias e só ser um pipi normal. Gosto do corpo bruto e masculino... Não de adolescentes simples. Não é julgar mas sei lá. - Maria já tá pronta... - era a voz do daddy mas não olhei, a porta estava aberta. - pronto, agora tá muito lindinho. - beijei sua bochecha. - tira uma foto pra ela e diz pra ela mandar o look dela pra mim. - ele concordou mexendo no celular e saiu assim do quarto, com a cara enfiada nele. Daddy... - oque? - não sei se daddy tava com ciúmes ou paralisado com meu look. - pra que dar beijinho? - era ciúmes. - aff daddy somos irmãos. - revirei os olhos mas fui até ele. - e eu tô noiva! - o abracei. - e muito bonita. - me virei pro lado e me olhei no espelho do meu guarda-roupa, que era em todo ele e não só uma parte como no meu outro quarto. - tá muito linda. - veio por trás. - muito gostosa... Tô até com ciúmes. - sorri me virando. - agora que sou noiva... Não tem quem me tire de você. - daddy me apertou no seu corpo e eu quase sentia meus pés saírem do chão. - antes tinha? - neguei. - não, mas antes eu só podia falar "eu tenho namorado", agora posso dizer que tenho noivo... E até marido. - daddy sorriu me beijando mas eu usava batom. - não se preocupa, depois você tira. - ele sorriu me apertando e foi quando a porta do banheiro foi aberta. - ah.. oi. - ela ficou tímida. - vocês tão muito lindas. - disse daddy fofinho. - muito obrigada. - Malu tinha um pouco de receio. - tudo bem? - daddy passou a mão na sua cabeça. - é que... Não conheço as pessoas. - daddy sorriu. - essas pessoas agora são sua família e todas elas te amam. - Malu sorriu. - não sei como é um natal. - fiquei triste com isso. - é um dia pra comemorar ao lado de quem amamos... Vai ter presentes, muita comida e eu não tô brincando... Muita mesma. - rimos. - momentos de carinho, de amor.. vai ver como vai ser legal. - Malu pareceu melhor. - Malu, se quiser trocar de roupa... - talvez eu tenha feito ela se sentir desconfortável. - é, tá em casa, aqui também é sua casa e não tem problema em ficar de pijama. - tem sim, tia Cris nos mata. - eu.. adorei a roupa... Só o salto. - olhou pros próprios pés. - mas vamos cumprimentar as pessoas assim e depois tiramos né? - sorri. - uhum, isso aí. - fiquei animada. Quando a gente resolveu descer... Depois do daddy elogiar minha roupa de outra forma... Fomos direto pra sala onde meus olhos brilharam. Ficamos se arrumando por muito tempo e todo mundo já chegou, menos Caio e Letícia. - quantos presentes! - digo olhando tudo em baixo da árvore de natal. A decoração, o cheiro de comida... Tava tudo muito lindo e perfeito! AAAAH! - oi meus amoreeeesss! - abri a boca ao olhar pra Pri, que vinha com os braços abertos até nós. - você tá muito linda! - eu e Malu abraçamos ela. - vocês também. - me respondeu olhando pra nós duas. - duas lindinhas. - sorrimos. Pri usava um vestido curto mas bem certinho acima do joelho na cor vermelha, era colado e marcava tanto sua barriguinha quanto os s***s e bumbum. Seu cabelo estava com cachinhos e ela usava óculos de grau por cima daquela maquiagem linda. - ah minhas filhas lindas! Parecem tão enormes mas são uns toquinhos. - Malu e eu rimos do comentário do meu pai e ele nos deu um beijo na cabeça. - ah que coisa mais linda essas minhas irmãzinhas, da vontade... De... Apertar. - Matheus fez pausas por que puxou a gente e bagunçou nossos cabelos. - Matheus! - Malu ficou brava. - a gente demorou pra se arrumar. - tanto ele como daddy riram e eu e Malu brava. - Pedro... Que roupa é essa? - Pedro veio junto com a Bia e Bia estava perfeita! - é só um jantar em família, não preciso ficar chique. - ele foi pro sofá ao lado da Pri. - mas pelo menos tá aqui com gente né? - Pri sensata como é, foi gentil e deu carinho no Pedro que sorriu pra ela. A gente se cumprimentou todos. Na verdade meu pai gostou muito de conversar com a Bia e gostou de aprender sobre o mundo LGBT. Ele disse que não sabia como era o amor entre duas meninas e Bia poderia ter sido grossa por que o amor é igual pra todos, porém ela foi muito educada e explicou com os olhos brilhando como era gostar de uma garota. Fui na cozinha ver o sorvete que meu pai disse antes de entrar naquela conversa. - daddy.. - chamei vendo ele ir pra lavanderia mas fui atrás. - hum? - ele colocou dois panos de prato molhados dentro do tanque. - a gente vai contar a novidade? - sorriu vindo até mim e me agarrou. - é contigo, quando tu quiser eu quero. - AAA. No dia em que planejei nosso encontro, eu comprei os presentes que daria pro daddy e olhando agora essa carinha de apaixonado, não acho que ele irá ficar bravo por eu ter pagado seu presente a vista. Tia Cris me ajudou mas eu gastei todo meu dinheiro do meu cartão com a compra de 55.000 só no presente do daddy. Com certeza ele vai brigar comigo. - teus presentes tão todos lá em baixo da árvore. - e o seu daddy, virá com Caio na sua caminhonete por que tia Cris quis deixar lá pra ele não ver. Daddy nem imagina. - e o seu ainda não chegou. - digo e dou um selinho nele. - como assim ainda não? É uma pessoa? - ri de nervoso. - não. - ele sorriu cerrando os olhos pra mim. - oque é? - ué, não quis me dizer oque vai me dar também além do que eu pedi, então não vou dizer. - me afastei mas daddy me puxou novamente e meu corpo colidiu com o dele. Foi um choque de prazer. - provavelmente vai dormir gente aqui em casa, mas te quero no nosso quarto. - sorri encostando a boca na dele mas não o beijando até falar. - do teu ladinho de conchinha. - quem beijou foi ele e o beijo foi de simples a selvagem. Daddy pegou na minha b***a, me apertou... Eu estava pronta pra dar pra ele mas ouvimos um champanhe estourando e Cris o chamou. Rimos. - vai daddy. - ele me deu o último beijo e passou por mim. Fui logo depois de ajeitar meu vestido e tirar o batom com a toalha do daddy mesmo, já que ele me sujou toda, sai dali. Lá na sala todo mundo olhou pra gente. - não vou nem dizer nada. - tia Cris riu e eu olhei pro daddy... Ele tava todo borrado de batom. - olha Henrique, é minha filha em. - meu pai brincou e eu limpei a boca do daddy que ria. Todo mundo riu da gente. [...]
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