Henrique.
Hoje tive um sonho muito louco com Maria grávida.
Não, ela já tinha ganhado o bebê.
Uma menina.
E não foi um sonho zoado, foi muito realístico.
Eu só acordei no meio da noite olhei pro lado e Maria estava abraçada a uma bebezinha.
Isso me martelou na cabeça o resto da manhã.
- daddy. - olho pra trás e Maria vem já vestida.
- acordou. - sorri.
- sim e já tomei banho, escovei os dentes... Peentei o cabelo. - ela pensava. - e troquei de roupa e acho que só. - sorri.
- então vai lá tomar café, acordou tarde, todo mundo já tomou. - ela não ficou triste.
Hoje não tinha muita coisa pro café por que a padaria em que sempre vou já estava fechada por ser fim de ano e tal. Então fui em outra que não tinha tantas coisas que normalmente compro.
Comprei pão, queijo e presunto tinha e comprei leite.
Maria comeu e não reclamou de nada, mas continuou com fome e deixei ela pegar uma bolachinha.
Precisava fazer algumas coisas do trabalho e por ser fim de ano, e por ter feito isso recebi dinheiro que estavam devendo para a empresa.
Aproveitei pra comprar os presentes da Maria online e procurei pelo skate com o shape de anime como ela pediu... Mas não consegui achar. Agora precisava achar o presente que eu daria a ela eu não sabia exatamente qual. Até agora só comprei oque ela queria.
Pensei em tantas coisas e já estava convencido mas não deu muito certo.
Logo por fim eu tinha o presente perfeito e já estava na hora disso.
Comprei algo em diamante pra ela no site de uma loja caríssima e paguei mais de 200 mil reais, mas era necessário e para mim gastar com a Maria não tem problema de ser algo caro ou não.
Agora estava muito eufórico com isso.
Maria Clara.
Aff, estava tão chato brincar sozinha. Fui lá procurar o daddy, estava na sua sala.
Bati antes claro e quando ouvi o seu "entra" abri a porta.
- oi meu amor. - me olhou.
- quer brincar comigo? - daddy sorriu.
- aaai que fofura. - sorri tímida e ele me chamou com a mão.
Fechei a porta e fui.
- eu brinco. - me sentou no seu colo e vi várias abas abertas no seu computador.
Joalheria...
Meu presente vai ser um brinco?... Ou um colar de ouro!
- quer brincar do que? - olhei pra ele pensando.
- não sei... Queria dar uma volta... Vamos fazer isso com a Luna?! - dei um pulo mas ainda no colo do daddy.
- tá, vamos. - sorriu.
- podemos colocar roupa de caminhada? Por favor daddy, por favor! - ele riu e concordou.
- tá bom.
Eu saí correndo pro quarto e abri o guarda-roupa procurando pela roupa... Começando a chorar.
"Deixa que eu te levo".
"A enfermaria é por ali".
Eu usava roupas de caminhada que poderia ser pra educação física também.
- teu tênis de corrida tá no... Ei que foi? - daddy veio até mim rápido. - Maria que isso. - abracei ele e o mesmo retribuiu, comecei a chorar muito. - Maria... Me conta. - daddy foi paciente. - tô aqui, o daddy tá aqui. - comecei a chorar mais por sentir que ele realmente estava. - não faz isso... Me conta. - daddy parecia que ia chorar junto e eu saí do abraço tentando parar.
- eu.. eu usava... Roupas... Roupas de... De caminhada. - daddy entendeu por que vi seu olhar e ele me puxou pro abraço novamente.
- xii.. eu sei, eu sei.. - me balançou no seu abraço e aos poucos eu parei de chorar.
- a gente pode.. pode por.. assim? - apontei pra minha roupa e daddy concordou.
- pode.. pode sim meu amor. - me deu carinho e depois um beijo na testa. - tá tudo bem.. é o daddy, e não precisamos ir vestido pra caminhada... Podemos colocar até um vestidinho. - sorri fraquinho. - tudo bem? Passou? - concordei e sorri.
- é que...
- não precisa se explicar, jamais meu amor. - me deu carinho. - não tem explicação pra isso e não precisa criar uma. - me abraçou novamente me dando carinho. - tudo bem? - concordei. - então vamos ver uma roupinha. Qual tu quer? - foi comigo até o guarda-roupa e daddy sugeriu um vestido novo mas eu não queria e escolhi um short jeans e um cropped mesmo. Ele só colocou uma camisa e fomos de chinelo mesmo.
Luna ficou tão feliz que ia passear, foi muito engraçado.
- o daddy leva água? - penso.
- mais tem na praça um bebedouro.
- mas é sujinho, e essas crianças daqui não cuidam de nada, deve tá sujo aquilo por causa deles. - eu não entendi por que daddy estava acusando eles, mas eles são mesmo muito porcos e m*l educados.
Quando descemos eu passei protetor solar em mim e no daddy e daddy já estava com a Luna na sua coleira rosinha.
Convidamos Bia e Pedrinho mas só Bia quis ir.
Aí saímos.
Nosso condomínio não era tão legal igual o do meu pai, tipo, só tinha casas e era muito bonito mas o do meu pai é perfeito e tem pessoas ricas que são gentis... Oque é raro por aqui.
- daddy não consigo... Aaah! - Luna me arrastou e daddy riu.
- deixa que eu levo ela. - pegou a coleira e me segurou antes que eu fosse pro chão. - tem que puxar mais e enrolar a coleira mais um pouco na mão, entendeu? - concordei vendo a mão forte do daddy com veias.
Aaah.
- gente os condomínios das minhas tia tem wi-fi. - disse Bia olhando pro celular.
- mais aqui tem, mas só no... Daddy parquinho! - daddy riu.
- mais se o segurança ver a Maria lá ele vai brigar.
- por que?
- ele não fazia isso quando era os outros adolescentes?
Ah... Eu sou adolescente.
As vezes até esqueço.
A gente andou e tinha tantas casas pra olhar... Algumas não tinham portão e outras sim, era opcional e era bom, algumas que tinha haviam crianças pequenas e fico horrorizada só de pensar que elas podem jogar a bola pro meio da rua e vim um carro bem na hora que elas forem pegar.
As casas que não tinham portão estavam todas fechadas e era um lindo dia pra deixar o sol entrar, Bia disse que eles poderiam estar viajando e muitas casas estavam assim.
Era fim de ano também né.
Só a gente que não ia viajar por causa da Malu e tudo bem por que vai vim outros feriados.
Luna fez amizade com o cachorro de uma mulher que passeava na rua.
Entre papo de adulto dela e do daddy, não gostei do..
"Tá lindo o dia né?"
"Tá mesmo"
"Não e isso que diz que vai chover a semana toda".
"Pois é, eu vi. O pior é o fim de ano pra viajar".
"Esse ano não vou viajar mas se chover no natal já estraga tudo".
"Pois então, aí fica todo mundo trancado em casa".
Começou por ela falando.
Ela deveria ter uns 35 anos e tinha cara de mãe.
Daddy deu tchau e voltamos a andar, aí ele falou que sempre cumprimentava ela e o marido mas parece que o marido dela sofreu um acidente de moto e tá em casa sem trabalhar... Bom, ao menos são ricos.
Mas a gente foi no parquinho descansar e daddy juntou cinco cocozinhos da Luna com o saquinho que ficava na sua coleira.
Fiquei andando de balanço e Luna tirou um cochilo, daddy tirou algumas fotos minhas e Bia estava deitada no banco com os joelhos dobrados e o celular no alto do seu rosto... Acho que ela mandava áudio mas eu não ouvia sua voz.
- daddy. - chamei e ele riu. - quero um desses. - desci pelo escorrega e ele era... Acho que se chama "em formato de caracol", por que ele girava. Tipo o do canil onde Lola ficou.
- eu compro. - sorri animada, mesmo que não fosse pra hoje.
Daddy e eu jogamos o jogo da velha que tinha no meio dos brinquedos e eu ganhei todas as vezes... Talvez daddy deixou eu ganhar.
Quando voltamos a andar paramos dessa vez na academia do condomínio e daddy não frequenta mas seu nome tá lá.
Não tinha ninguém e era uma academia muito bonita.
Daddy começou a levantar dois daquelas coisas pesadas que a gente treina o braço, ele tinha um em cada mão mas usava só um.
- nossa, faz tanto tempo que não treino. - daddy não aguentou mas eu... Fiquei molhadinha.
- a mãe mandou mensagem avisando que o almoço tá pronto. - disse Bia olhando o celular e fiz uma cara triste.
- mais.. arrecem viemos. - daddy riu da minha cara.
- mas ficamos bastante no parquinho. - penso. - depois voltamos. - sorriu me dando a mão e pegando a coleira da Luna da minha outra mão.
Fomos pra casa e comecei a ficar com fome mesmo.
Lá daddy colocou mais água pra Luna e tirou sua coleira. Lavamos as mãos e trocamos de roupa pra comer.
Era um almoço normal, arroz, feijão, carne de panela com milho e salada de pepino e uma separada de tomate.
Mas tinha suco de uva ao invés de refrigerante, ah.
Após o almoço fiquei cansada e daddy não deixou eu comer sorvete, então eu subi pro quarto mas não estava brava ou coisa assim, só cansada.
- cansou de andar? - concordei coçando um dos olhos.
- posso dormir assim? - mostrei na ponta dos dedos.
- só pouquinho assim? - me imitou e riu. - pode minha princesa. - me abraçou e beijou. - deita lá. - subi na cama alta.
Eu usava já um vestido larginho e curto e ficava entrando um ventinho muito bom no meu bumbum.
Daddy ligou o ventilador de teto, que não usávamos por ter ar condicionado.
E daddy NUNCA TEVE UM VENTILADOR!
Riquinho mimado.
Falei pra ele comprar um já e ele disse que não precisava mas eu insisti por que uma vez fui na casa da Duda e ela tinha um quarto de princesa com ar condicionado mas também tinha um ventilador rosa.
ROSA!
EU TAMBÉM QUERO!
Daddy deitou comigo e dormi no seu peito mas ele não dormiu eu acho.
[...]
Henrique.
Maria tomava banho e como eu estava lá em baixo, quando subi ela já tinha visto uma roupa.
Sobre a cama tinha um pijama tão antigo dela. Cheguei a rir.
Isso acabaria hoje.
No guarda-roupa e tirei tudo que não servia mais e tinha poucas coisas por ela ter dado tudo pra Malu. Porém haviam alguns shorts minúsculos. Antigamente Maria era mais magrinha, antes de tomar o anticoncepcional.
Ela tá sempre ganhando roupa e eu sempre compro e acabo que não doando oque não tem mais uso ou necessidade de ficar aqui. Porém fiz isso, ensacando uma grande maioria pra Malu, por que Maria pegou roupas "só pro começo", por que seu pai vai comprar mais pra ela. Outra parte das roupas eu vou doar para quem precisa e sei que Maria vai ficar muito feliz.
Claro, deixei aqueles vestidinhos que ela gosta pra ela usar em casa ou dormir, por que sei que ela vai chorar se eu me desfazer deles.
Guardei tudo no closet e troquei o pijama que Maria viu por um que comprei recentemente no shopping.
Maria já tá voltando com seu peso normal mas eles ainda servem por ter elástico, qualquer coisa fica pra Malu, que não tem o mesmo peso que Maria.
Quando Maria saiu do banho havia lavado do cabelo e ela fez isso em poucos dias, mas falou que estava coçando e me preocupei com piolhos, mas não cheguei a ver se tinha ou não, por que não tem onde ela pegar.
Ela reclamou da roupa e expliquei que algumas dariamos e ela ficou feliz.
Ainda tinha essa questão do almoço da caridade na escola e sinceramente havia até esquecido.
Só espero que Micheli e seu irmão não estejam lá, só isso.
Como já era noite não puxei muito o saco da Maria em querer ficar só na frente da tv, também senti muita pena dela por que hoje era um dia quente pra tomar sorvete e eu neguei isso a ela, então prometi um pouco depois do jantar e ela ficou animada.
Lá em baixo minha mãe fazia lasanha, oque contrariou meus pensamentos em dar sorvete pra Maria por que ela sempre fica com dor de barriga depois de comer lasanha. Só não quero ver ela chorar por que "não para de sair c**ô", como diz.
Estendi algumas roupas da Maria por que amanhã faz sol e a partir da noite de amanhã começa a chover, mas disse na reportagem que era só pela noite.
A famosa "chuvinha de verão".
Minha mãe falou que queria a partipação de Álvaro, Matheus e Priscila no natal e nem conversamos sobre isso... Mais tarde minha mãe disse "quem tá organizando isso é Maria" e imaginei que ela tenha dito a eles para passarem o natal com a gente.
Sempre foi Maria e minha família, não que ela não seja m****o da família Maciel, ela com certeza é, mas sei que sempre é chato você ouvir histórias de famílias que não incluiem você. Maria deveria se sentir assim ouvindo meus parentes falarem de mim, Bia e Pedro.
Ao menos agora terá seu irmão, sua cunhada, seu pai e agora sua irmã. Então acho que terá histórias muito boas pra contar.
Minha mãe quer fazer o natal na casa do Caio... Já eu contrariei ela dizendo que não seria legal Álvaro ir pra casa de um desconhecido com Maria Luísa.
Depois concordamos que faríamos aqui mesmo e ela topou.
O jantar ficou pronto, Maria desceu animada enquanto Pedro e Beatriz vieram com suas caras de preguiçosos.
Maria sempre tem a língua solta quando estamos a mesa e falou sobre Malu e depois sobre o... w*****d?
Sei lá, vou ficar de olho nesse aplicativo que ela tanto anda.
Vai saber se não fala com desconhecidos que podem ser perigosos ou lê histórias muito obscenas.
Tô de olho a partir de agora.
Também não vou proibi-la de nada claro.
Após o jantar ela pegou o sorvetinho e já estava cheia que avisei da dor de barriga mas ela nem aí pra mim.
Lily estava apegada e só queria carinho, então levei ela pro quarto com a gente, Lennon e Luna não quisseram.
- daddy.
- hum? - ela foi engatinhando pro seu lugar e dei a taça com sorvete a ela. - não tinha um potinho? - perguntei.
- tia Cris que serviu. - hum.
- fala oque ia falar. - me deitei ao seu lado com Lily, que nem sentiu o cheiro do sorvete mas se isso acontecer vai ficar enchendo o saco.
- eu queria olhar p***o, mas só por que tô com vontade de só olhar. - ri. - mais no Google diz que não pode f********o na frente dos nossos bichinhos e se Lily olhar pra tv ela vai ver p***o e ela é uma criança ainda. - ri negando.
Lily tinha um ano e pouco, quase dois.
- mais olha só dona Maria. - olhei pra ela. - a senhorita está muito safadinha, só tu olha p***o por olhar. - riu comendo.
- mais é legal, da vontade de ficar olhando e eu fico molhadinha mas não com vontade. - ri negando de novo.
Mas eu não iria colocar não. Coloquei na Netflix e Maria viu Harry Potter quando estava rolando pra baixo e coloquei nesse mesmo.
Nunca fui tão fã mas tinha amigos que eram e quando fumavam ficavam tão chapados que falavam de Harry Potter 24h e até se tornou legal.
Eles também ficavam malucos.
Parecia aquele meme sobre "fumar a pedra filosofal". Algo assim.
Não vejo memes.
Maria comia o sorvete com uma carinha.
- que foi? - ela olhou pro sorvete e se mexeu.
- quero fazer c**ô. - ri.
- vai lá, eu falei. - Maria comeu três pedaços de lasanha, ela não gosta com arroz e acompanhamentos, por isso acabou comendo três pedaços.
Ela me entregou o sorvete avisando que não queria mais e foi direto pro banheiro onde fechou a porta.
Lily não entendeu nada e foi pro meus pés se espreguiçando.
Comi o sorvete pra não ir fora e era muito bom.
Acho que Maria ficou um bom tempo dentro daquele banheiro e eu perguntei se estava tudo bem, ela disse "daddy meu c**ô tá verde". Tive que rir da sua fofura dizendo isso mas expliquei que era normal.
Quando ela saiu disse que sentia que não tinha nada na sua barriga e também... Deve ter feito tudo que comeu.
- daddy, se você for fumar de madrugada você me chama? - ri negando vendo ela subir na cama mas olhei sério logo depois.
- hoje não vou. - digo normal e ela pensa antes de deitar.
- você tá indo bem e eu fico te levando pra um m*l caminho. - rimos e ela se deitou do meu lado.
- nunca vai me levar pra um m*l caminho, é mais fácil eu fazer isso contigo. - puxei ela pra mim e ela sorriu.
- você é muito gostoso daddy. - sorri encarando ela. - e muito bonzinho. - Maria disse com sinceridade e apaixonada. - sabe oque eu quero de natal também? - sorri.
- hum? - Lily vejo por cima da gente ronronando enquanto cheirava nós.
- quero... Para Lily. - Lily lambia a bochecha da Maria e ela interrompeu. - quero muito um pônei. - ri.
- de novo Maria Clara, mais já tem. - me virei de barriga pra cima.
- não daddy... Eu quero um que fique aqui no nosso quarto. - ri me virando pra ela e a enchendo de beijos.
- meu deus que menina mais fofinha. - subi em cima dela e Maria começou a rir.
- aah, daddy a Lily. - dei um espaço pra ela sair e ela fez isso. - e eu. - continuei beijando Maria.
- tu não. - logo parei e encarei ela. - tu é minha. - sorriu.
- Lily também é.
- mas ela é minha filha.
- a Maria também. - falou e sorri.
- é verdade... Mas é minha baby girl também. - beijei Maria lentamente de língua, meus cotovelos e braços estavam um em cada lado da sua cabeça e meu peito estava ao dela.
Não a esmagava mas eu estava sobre ela.
- daddy.. - interrompeu. - minha ppk tá pulsando. - ri e sai de cima dela. - fica aquiii. - ri novamente.
- hoje não vamos t*****r. - digo. - amanhã tem ginecologista, esqueceu? Fico com medo amor. - me virei pra ela, a mesma pensava.
- e amanhã? - penso até concordar. - anal? - sorri.
- tá, não precisa ficar fazendo chuca meu amor. - dei carinho nela.
- mais aí fica com c**ô. - dei de ombros.
- todo mundo faz c**ô, não faz m*l se sair um pouquinho. - Maria ficou vermelha e eu vi.
- mais e o cheirinho. - sorri.
- tá bom... É que pro daddy é r**m saber que tu faz chuca só pra t*****r comigo, não estamos em um p***o, não precisa ser perfeito, só gostoso... Já pra Maria tem que estar tudo perfeito e sem erros. - dava carinho no seu rosto. - jamais vou brigar, ficar com nojo, te xingar ou sei lá só por que meu p*u ficou sujinho. - ela sorriu fraquinho.
- e depois a gente vai pro banho? - concordei já hora.
- uhum... E é só c**ô meu amor, não vamos morrer. - ironizei e ela riu.
Em poucos segundos Maria se virou contra mim e eu agarrei ela.
Ela soltou um pum e riu e depois eu... Que fedeu e ela ficou rindo da Lily se assustando.
Estava tão acostumado com Maria e não lembro se demorou tanto pra isso acontecer.
Sei que se eu terminasse com Maria pra ficar com outra, demoraria muito pra esquecê-la e pra me acostumar.
Tirei a conclusão de que quero ela infinitamente e da até repúdio pensar que posso casar com outra.. ter filhos.
Não dá, Maria é insubstituível.