205° capítulo

4124 Words
Maria Clara. Já era final de tarde... De noite pra ser mais exata. Estava sendo picada por mosquitos e quase chorando por ver daddy bêbado assim como Matheus e meu pai. Caio era o único são. Na volta eu fiquei morrendo de medo do daddy dirigir, mas ele não fez isso. Tia Cris, Caio e Pri dirigiram os três carros e tia Cris dirigiu o do daddy comigo, ele e Malu dentro do carro. Ele estava assanhado na frente da sua mãe! Não era direto e t****o, mas dizia coisas como "minha baby girl", "nossa, tá mostrando muito esses s***s e são meus!". Ela ria e eu ficava morrendo de vergonha no banco de trás com daddy. Mas ao chegar em casa estávamos todos bem. Cada um foi pro seu quarto e meu pai apagou em dois segundos e Matheus e daddy eram os únicos rindo de coisas nada haver que só eles achavam graça. Daddy quase caiu escadas a baixo e eu bati nele pra doer, mas não doeu. Eu quase chorei. - entra Henrique! - o empurrei pra dentro do quarto brava e fechei a porta trancando por medo dele tentar sair. - não fica brava. - disse alcoolizado. - então para de ser i****a, você não sabe beber com responsabilidade? - ele riu. - não tô bêbado amor... Amor, olha pra mim.. - olhei brava pra sua cara de s****o. - tô bêbado não. - chegou mais perto, tonto. - só bebi um pouquinho assim. - neguei brava. - vem tomar banho. - o puxei e ele resmungou. No banheiro sentei daddy na privada e me inclinei pra dentro do box pra ligar o chuveiro, ia dar banho de banheira nele mas acho que seria difícil, vai que ele não consiga levantar, eu também não vou conseguir fazer isso. - tá muito gostosa. - eu usava o vestido e estava molhado por causa do biquíni... Tá uma bonequinha. - bateu na minha b***a mas nem dei bola. Tava pensando, banho gelado ou quente? - daddy. - me virei pra ele pensando. - diga gatinha. - seus olhos estavam bem vermelhos e ele fedia a álcool puro. - banho quente ou frio? - acho que ele não sabe responder isso. - qual você quiser, desde que entre comigo. - daddy se levantou e cambaleou pra cima de mim. - aí daddy! Que saco! - o empurrei mas ele se firmou. - não quero tomar banho, eu vou descer. - andei de presa pra porta e fechei ela. - para Maria.. - daddy me prensou... Seu pênis estava duro. - vamos tomar banho agora! - virei ele pro outro lado e o empurrei até lá. - afasta as pernas. - digo pra poder tirar seu short. - pra que? - riu mas obedeceu e eu tirei seu short... Na sua cueca marcando.. O despi por completo e coloquei ele de baixo do chuveiro mas não seria fácil tirar daddy e depois entrar, ele ia descer ou ir pra sacada e nesse momento daddy tá imprevisível. - vem gatinha. - disse e parecia até sóbrio. A voz autoritária com um sorriso enquanto me encarava. Não resisti, e seria melhor de dar banho do daddy. O processo todo de tirar a roupa daddy me olhou toda até eu estar completamente nua. Sentia areia saindo por todos os lados. - daddy tá quente! - o tirei de baixo do chuveiro mas ele nem ligou. - não tá, tá bom. - fechei o box e regulei pro morninho. - vem. - o coloquei de baixo da água e ele ficava me olhando. - minha namorada. - noiva. - corrigi pegando um pouco do seu shampoo de menta... Que é de homem... Que tem o cheirinho do daddy... Isso me acendeu. - noiva? - concordei e fiquei na ponta dos pés pra passar no seu cabelo o shampoo. - isso. - ele sorriu me encarando ainda. - então vamos fazer uma lua de mel antecipada. - não sei como daddy fez isso mas ele me virou tão rápido, eu soltei um gritinho e senti seu pipi duro e eu estava tentando evitar. - daddy! - bati em seus braços deixando tudo com espuma. - aaaiii. - me soltou e me virei. - viu seu i****a! - pegou shampoo no seu olho e eu coloquei ele de baixo do chuveiro bem rápido. - deu? - fiquei preocupada e ele concordou ainda ali passando as mãos no cabelo. O peito e abdômen marcando... O pipi duro mas não ao extremo. - vem. - abriu espaço com um sorriso. - vem toquinho de gente. - ri e olhei pra ele torto. - você que é um poste, minha altura é comum. - me agarrou por trás. - de quatro esse toquinho de gente é uma gostosura só. - daddy me prensou na parede gelada e sussurou bem rente ao meu ouvido, não se controlando do t***o e me apertando toda. Foi muito bruto. - toda gostinha na praia... Eu lembro, eu tô bêbado mas lembro. - ele tava muito s****o e me apertando com muita força. - toda peladinha pra mim... Assim eu não aguento. - já falei o quanto isso é gostoso? DADDY VOCÊ VAI APANHAR! - tá amor... - o empurrei mas foi em vão. - tem muita areia no meu bumbum. - ai, não deveria ter dito assim. Daddy me deu espaço. - eu tiro, deixa eu tirar com meu p*u. - daddy esfregou o pipi na minha virilha! Estava muito t****o, se ele fosse só um encontro e fizesse isso, eu bateria na cara dele. Mas ele tava bêbado e sei que não faria isso sóbrio comigo dizendo pra ele parar. - daddy chega. - me virei de costas molhando o cabelo e isso só piorou. - já tá limpinha, vamo pra cama... Deixa eu gozar nessa boquinha... - fechei os olhos e minha ppk começou a coçar. - então me deixa tomar banho primeiro. - uau, deveria ter dito isso antes. Daddy deixou, claro, me olhando e me deixando nervosa mas eu lavei o cabelo com shampoo, depois com condicionador, penteei e foi em vão por que daddy me puxou pelos menos e inozou tudo de novo mas pelo menos areia não tinha mais em mim. - se seca daddy. - digo penteando o cabelo com a toalha em volta do corpo. Agora sim, daddy estava mais duro e parecia melhor. - não preciso me vestir. - precisa sim, vamos ir DORMIR. - olhei pra ele contra o espelho e ele largou a toalha sobre o vaso, vindo até mim por trás. - quero que goze na minha boquinha... Que lambuze todo o meu pau... - estava domada por daddy e ele tirou a minha toalha do corpo, quando percebi por que algo duro penetrou minha b***a. Quase na minha entradinha. - daddy! - me virei pra ele e o ameacei com a escova de cabelo. - você vai colocar a roupa que eu vou pegar e vai se deitar direitinho! - ele riu e catei a toalha do chão, largando a escova e indo pro quarto. Peguei qualquer short pro daddy e me questionei sobre querer dar loucamente pra ele mas me segurei ao máximo e respirei fundo fechando os olhos... Não adiantou de nada! Daddy apareceu e ele se vestiu. Coloquei um pijama muito fininho e bem curto, ele já atuava como calcinha então não precisei colocar uma. Mas daddy ficou na minha volta. - deu... Já tomamos banho. - ele veio por trás e isso me impediu de fechar as cortinas, a claridade que tinha no quarto era bem pouca da luz do quintal que ficava em volta da piscina e o quarto tava num ambiente muito bom pra um s**o gostoso. - você tá bêbado.. será tipo um e*****o da minha parte. - ele riu e me virou pra ele. - se me fazer gozar não será e*****o. - daddy estava falando besteira. - tô bem melhor, sério. - tirou o sorriso do rosto e parecia sincero. - mas parece que tomei Viagra. - daddy me beijou a força mas assim que senti sua boquinha macia na minha, o desejo só aumentou. Conseguia sentir as mãos do daddy na minha cintura me puxando pro seu corpo e me fazendo sentir de mais... Aquilo foi muito bom. Me senti completamente molhadinha. O beijo foi e foi e quando percebi estávamos na cama, daddy sobre mim se esfregando e eu louca pra gritar e fechar as cortinas mais um pouco. - daddy. - o empurrei contra a cama e subi em cima dele ofegante. Coloquei suas mãos na altura da sua cabeça entrelaçando meus dedos aos dele. Ele sorriu ofegante também. - não vamos... - daddy se movimentou pra se ajeitar e seu quadril foi pra cima, senti uma sensação muito boa por que era como se daddy tivesse me masturbado mas parado... Por que seu pipi esfregou meu c******s. - você tá bêbado. - rebolei com calma e a sensação começou a vim. - todo bêbado e... Gostoso... Huuummmmmm... - mordi os lábios parando de segurar as mãos do daddy, isso o fez me agarrar e daddy começou a se movimentar em baixo de mim como se tivesse metendo. Gemi obviamente por que seu p*u esfregava na minha ppk e dava uma sensação muito boa. - aaah... Daddy... - arranhei seu abdômen e ele parou. - tira a roupinha pro daddy. - dei um sorriso e não aguentei. Tirei a blusa e daddy me puxou pra um beijo, que trocou de posição voltando pra de antes e o beijo estava tão selvagem que nossa. Daddy tinha uma pegada muito forte mas nem por isso eu deixei de interromper o beijo ou parar de gemer. Quando vi já estávamos nus e a sensação das mãos do daddy no meu corpo, novamente me deixaram louca. - daddy. - interrompi o beijo mas ainda dava selinhos nele. - diga princesa.. - gemeu, por cima de mim. - você tá bêbado, não vai controlar... Precisa usar c*******a. - daddy deu um sorriso. - eu vou gozar fora, prometo. - eu via um daddy diferente no olhar dele em relação a isso, o outro tiraria o sorriso do rosto e serviria uma expressão de responsabilidade, tudo que esse daddy não tinha. Mas continuamos por que me garanto com o anticoncepcional, só que temos planos, sei que uma criança não vai impedir nada e sim dar trabalho mas temos planos acima de tudo. Faculdade primeiro, depois posso jogar o anticoncepcional pela janela. Mas agora daddy estava bêbado, na escola sempre aprendi que um s**o assim é irresponsável. Precisa estar sóbrio e com a noção do que está fazendo. Mas quer saber... A boquinha do daddy tava mandando bem e pela primeira vez ele não estava tão preocupado "tá doendo meu amor?", "Avisa se eu te machucar". Eu estava até.. gostando. Por mais que em algum momento ele possa me machucar sem querer. Quando eu gozei e me senti livre pra gritar e gemer, puxei os cabelos do daddy e ele continuou ali até doer. Fiz o mesmo com ele mas não deixei que ele gozasse. Agora daddy estava sobre mim, seus braços estavam apoiados ao lado do meu travesseiro e minhas pernas estavam bem rentes ao s***s. Daddy me encarava firme e por cima seu ângulo fica muito perfeito. Sentia sua respiração e via seu maxilar contraindo. Daddy forçou e entrou ligeirinho. Comecei a gemer e a fazer cara de s****a fechando os olhos. Daddy foi... Com brutalidade e eu fiz uma cara de surpresa. Juro, estava tão surpresa com aquela força mas o prazer tomou conta de mim. Amei esse Henrique! É até errado dizer isso. Tô traindo meu daddy. Quando ele me colocou de quatro, sempre na brutalidade, agarrei o travesseiro e daddy não teve demora em meter novamente. Sua voz grossa gemendo, eu gritando e a cama batendo na parede. Amanhã peço perdão para todos mas agora... - AAAAAAH DADDY! - ele ia tão rápido. Ele puxou meu cabelo foi com força e doeu mas o prazer sempre vence. Fui apertada, batida, xingada e não lembro quantas vezes daddy apertou meu pescoço. Não era ele e eu sei mas com certeza ele tinha consciência do que fazia e acho que vou tirar essas conclusões agora. - daddy... Huuuummmmm... - minha voz saiu tremendo pelas estocadas. Mas ele foi mais devagar. - minha... Minha vez. - ele saiu de dentro de mim e trocamos de lugar. Daddy deitou na cama e eu sentei sobre ele mas não encaixei. - tá.. apertando muito forte. - não estava. - desculpa. - não sorriu mas me olhou firme e é, ele tem sim consciência. Daddy encaixou e me inclinei até ele. - pode continuar... Tá muito gostoso. - o beijei e ele segurou minha cintura. Quando comecei a sentar me senti uma princesa. Meus s***s balançando, daddy apertando minha cintura e eu praticamente igual uma louca gemendo por mais. Henrique. 11h... Abro os olhos aos poucos e bocejo olhando pro lado, Maria dormia e sorri. Não tenho a consciência de nada e o quarto tava uma zona. Os cobertores do chão, os ursinhos da Maria... Toalha molhada perto do banheiro.. Me sentei na cama e nem meus chinelos estavam por ali mas fui pro banheiro. Minha cabeça doía! Biquíni da Maria e minha cueca pendurados no box... Eu não lembro de p***a nenhuma e isso tá me deixando louco. Meu xixi foi eterno mas quando acabei lavei as mãos e escovei os dentes, lavando o rosto em seguida e percebendo as diversas marcas pelo pescoço, peito e abdômen. Chupões e mordidas. Isso não tá certo. De volta ao quarto Maria se mexeu e se virou pra minha parte da cama, que até então ela estava deitada virada pra sacada. Seu pescoço também parecia roxo e seu cabelo tava bem bagunçado. Eram 11h e não tinha barulho absolutamente de nada. Então desci por estar com fome. Ninguém acordado além de Pedro que jogava realidade virtual então nem me viu. Peguei alguma coisa na geladeira pra comer e pretendia subir, levei um iogurte pra Maria. - bom dia. - digo entrando no quarto e vendo ela se sentar. Sua carinha de dor. Fechei a porta atrás de mim. - que foi meu amor? - fui até ela. - que isso Maria? - Maria usava um micro pijama, consegui ver o meio das suas pernas mas não a i********e, as coxas com hematomas.. Estava toda roxa. Ela riu. - sua boca fez um ótimo trabalho. - eu não entendi, não lembrava de nada. - mor... - calma, a gente transou... Iogurte, eba. - esticou a mão querendo e eu dei a ela ainda pensando. - eu tava... - bêbado? Sim e muito s****o. - meu deus. Poderia ter machucado ela. Eu costumava ficar engraçado juntando d***a com álcool, mas violento com o álcool puro. - você apanhou de mim ontem várias vezes por não colaborar. - ela riu e dei um meio sorriso. - desculpa amor. - me sentei na sua frente a tocando. - te machuquei? Te bati? Apertei de mais? - ela riu e tocou meu rosto. - você foi... Perfeito. - via no seu olhar que era verdade. - aaah daddy você mandou tão bem. - ela fez uma carinha de s****a e ficou de quatro vindo até mim, eu estava bem a sua frente. - a gente transou pelo quarto todo. - riu s****a e me deu um selinho descendo pelo outro lado da cama. Fiquei raciocinando até olhar tudo ao meu redor e perceber que realmente, o quarto não ficaria bagunçado desse jeito por nada, sempre tem algo. Estava um caos. Maria foi pro banheiro e eu juntei oque tinha no chão. Quando ela voltou começou a arrumar a cama me explicando como tudo aconteceu. Quando ela trocou de roupa vi hematomas pelo seu corpo. Isso não foi s**o. - Maria eu te obriguei? - riu mas eu estava realmente preocupado. - sim, você não parava quieto. - disse pegando uma roupa. - mor.. - daddy. - segurou meus braços me olhando com um sorriso. - você foi tão s****o, nem eu te reconheci, foi igual como é só que foi muito... Bruto. - a última palavra saiu em tom apaixonado. - relaxa, não tá doendo e não vou morrer daddy. - tocou meu rosto e foi até a cama se vestir. Poderia ter dado um soco no seu rosto e ela ia dizer exatamente isso. Mas me vesti também e segundo Maria, dormi como uma pedra e pra ela foi bom já que ficou a noite inteira deitada no meu peito. Mas eu ainda estava pensando na noite passada, não lembrava de nada mas lembrava de ter gozado... Tipo, partes da noite. [...] Já era umas 15h da tarde e Maria sussurou no meu ouvido que via Pedro triste o tempo todo. Maria via isso mas hoje o dia todo oque vi foi ele ser m*l educado e dizer um "não" com ignorância pra tudo. "Pedro quer café?" "Não". Pra tudo era um não. Mas oque eu pensava que poderia ser uma conversa, que era isso que Maria queria, na verdade poderia não ser algo legal ou civilizado. Se Álvaro conversou e não mudou nada, Caio também e até a voz tranquila de Pri que deu os melhores conselhos.. Se não funcionou por que irá funcionar comigo? Mas eu convidei ele pra dar uma volta, a primeira resposta. "Não, valeu". Ele tava jogando mas insisti e ele acabou cedendo. Fomos dar uma volta e paramos em uma lanchonete pra tomar sorvete. Eu procurei pelas palavras certas, eu perguntei e orientei antes de deixá-lo falar e quando Pedro começou... "A mãe nunca perguntou se eu queria, deixei escola, amigos e tudo que era meu pra trás por que não dava pra enfiar tudo em uma mala só". "Nosso pai prometeu muitas coisas que nunca cumpriu e nem teve a chance disso também". "Odeio e não gosto de pensar que vamos morar com um cara que ama tanto nossa mãe mas que talvez nunca tenha espaço pra dois adolescentes chatos". "Um dia ela terá outros filhos, ela ainda tem tempo pra isso e eu vou ser esquecido, não é drama, mas vai acontecer tão rápido". "O pai me empurrava pra faculdade de direito, medicina... Mas nunca me deixou escolher e agora que ele morreu não tenho ninguém que me de conselhos bons. Se ao menos a mãe conversasse comigo e me perguntasse oque gosto de fazer..". "Beatriz e Maria não sabem brincar de coisas tão idiotas, é só rir por que é engraçado e sei que não paro mas elas são as únicas pessoas da minha idade mas são muito mimadas... Por isso não empresto meu videogame, por que além de não quererem jogar os mesmos jogos que eu, ainda ficam brava por que perdem". A minha orientação em tudo isso foi... "Você pode contar comigo por que somos irmãos". E depois dessa frase que falei, ele se abriu comigo. Disse sobre mais de uma coisa envolvendo oque sente em relação a vir pro Brasil sem querer ou viajar com pessoas que m*l conhece. Dei um conselho bom sobre ouvir as pessoas pra ser ouvido. Pedro não ouve minha mãe e talvez ela não ouça ele como deveria. Claro, ele não está errado em nada, apenas nas partes em que encomoda as meninas quando elas dizem "Pedro para". Pelo menos pra mim ele poderia melhorar nisso. Se elas são mimadas então nem começa uma brincadeira que sabe que elas vão ficar bravas. Mas colocamos muita conversa em dia. Pra falar a verdade Pedro estava com sua primeira vez com Becca presa na cabeça. Era óbvio, não dava pra falar com nossa mãe sobre s**o, seria estranho pra um garoto de 17 anos. Pedro basicamente me deu em detalhes como foi e não pensei maldade, ele tava entusiasmo e deixei que falasse. Falou que era homem e maduro pra isso mas que era bom por pra fora suas emoções e achei muito legal da sua parte dizer isso. Então falei pra ele se expressar mais, mostrar que pode ser um bom garoto, prestativo, ajudar mais... Deixar mas meninas mimadas de lado. Pedro nunca voltou a estudar por causa do acidente e em cima disso comecei a pensar que neste ano Maria vai pra uma nova série, talvez Malu entre na mesma escola mas não no segundo ano como Maria e terá Pedro "que quer ficar perto de Becca". Ele tá no segundo ano e provavelmente repetiu por que nem estudar em casa ele estudou, era pra ele estar indo pro terceiro mas isso é o de menos. Ele está querendo se dedicar mais. Como Bia já terminou a escola e como Pedro mesmo disse "ela quer fazer faculdade", fiquei orgulhoso por ele ouvir ela e ele riu dizendo que ela não cala a boca a noite toda. Quando voltamos pra casa já era quando minha mãe disse que jantariamos fora e fomos pra nos arrumar. - daddy! - ela correu até mim assim que entrei no quarto. - oi minha princesa. - peguei ela no colo ainda no abraço e fechei a porta com o pé. - como foi, fala, fala. - desceu animada e sorri. - bastante papo de menino. - brinquei mas era verdade. - e ele... - tá bem melhor, vai se mostrar mais ligado. - uma metáfora mas ela riu animada. - daddy já que vamos jantar fora, posso usar algo.. - pensou. - uma saia? - ficou tímida e apertei sua bochecha. - por que não? - ela ficou animada e fui mijar, tirando a roupa logo em seguida e entrando no box... Onde tive alguns flashbacks da noite passada... - já tomou banho amor?! - gritei. - já! - gritou de volta e continuei normalmente. Lavei o cabelo e quando sai nossas coisas estavam sobre a enorme pia do banheiro, que ia de uma parede a outra e que tinha duas pias, para um casal obviamente. Mas as coisas estavam totalmente bagunçadas ali, as coisas da Maria estavam nas duas pias. Foi quando ela entrou no banheiro... O som de um salto... O cabelo com mechas onduladas... A olhei de cima a baixo.  Tava tão linda, pra um jantar casual muito mesmo. - oque? - corou e sorri. - pra que se arrumar tanto? - brinquei. - ué, pra você. - olhou pra cima e dei um selinho nela. - fica bem gostoso também... Pra gente repetir a noite de ontem. - isso não soou bem na minha cabeça. Mas vi Maria se maquiar enquanto falava comigo e passei perfume, desodorante e penteei o meu cabelo enquanto a via quase debruçada sobre a pia, já que fazia um delineado bem perto do espelho e sua b***a ficava muito empinada... Oque não foi tão legal de ver sabendo que ela sairá assim. Tenho ciúmes sim e sempre terei. Isso vem de brinde na relação. Mas fui pro quarto me arrumar controlando aquele desejo. Coloquei uma roupa preta, short, blusa e tênis. O de sempre por que gosto de ser neutro. Mas nem por isso deixei de notar meus músculos marcando na blusa e o short estando um pouco justo mas ainda largo. Coloquei meu relógio, minha corrente e meus pertences no bolso. Quando Maria saiu do banheiro... Um ar de... Adulta sabe? Pegou sua bolsa direto sobre a cama e eu nem tinha notado, abriu ela com a mesma pendurada no ombro e checou se tava tudo ali. - pronto daddy? - a olhei encartado. - pronto. - ela sorriu, usando um batom clarinho. Quando veio até mim me beijou e senti seu perfume, como excita. Descemos. Lá em baixo acho que só faltava minha mãe, Caio, Álvaro e Beatriz. Maria foi com Malu que usava uma calça jogger bege e um cropped que era da Maria. O tênis também já foi da Maria e fiquei feliz por ela ter encontrado um estilo, já que ultimamente usava oque Maria mandava. Letícia estava acariciando sua barriga perto do balcão enquanto usava um vestido e botas que iam até seus joelhos. Estava bonita e fiquei um pouco desapontado por que ela não parece tão feliz assim estando aqui e creio que deseja um pai pro seu filho. Mas Pri me fez pensar totalmente o contrário quando perguntei a ela sobre seu filho e ela sorriu dizendo que ele vai nascer e saber que Matheus é seu pai pelo tanto que ele conversa com a sua barriga a noite toda. Não julgo, vou ser assim também. Quando partimos pro restaurante, Maria foi comigo na frente e Pedro e Beatriz atrás. Hoje todo mundo foi em qualquer carro.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD