Vem Natacha

1793 Words
Katherine Cooper. Moscou--- Rússia. Sou mil e uma utilidade dentro do FBI, nesses tempo que eu sirvo a pátria, eu já fiz várias missões, mesmo não estando no meu porte, ou melhor, não sendo a minha função , e hoje mas uma vez o Senhor Hernández jogou mas uma missão sobre as minhas costas, ficar de frente junto com o chefe daqui sobre a operação do tráfico de mulheres. Não vou participar da operação no dia por causa da minha reputação aqui na Rússia, para não ter nenhum rastro da pessoa que eu sou. Sempre quando o assunto é sobre os tráficos de mulheres, a minha ira consome, como alguém pode fazer m*l a uma adolescente? Vou olhando as listas dos nomes e o dossiê de cada uma, todas têm entre 13 a 25 anos, todas de classe baixa, provavelmente o homem que as levaram para esse lugar, fizeram um juramento que sua vidas iriam se melhor, promete o mundo dizendo que vai ser modelo profissional, promete dinheiro e luxúria, mas quando chegam aqui, é outra coisa. Os alvos mas forte dessa organização de tráfico de mulheres, são pessoas entre 13 a 25 anos de idade, garçonete, babá ou dançarina, elas aceitam essas proposta com um intuito de mudar de vida, mas quando elas percebem, elas já estão no meio da escravidão s****l. Olho cada dossiê por ordem alfabética, são jovens e adultas do mundo inteiro, cerca de 70% são brasileiras, tenho ouvido rumores drástico do Brasil, não são todos os lugares, mas temos jovens perdidas no meio das drogas, pessoas passando fome, jovens querendo uma oportunidade para ser alguém na vida, ou até mesmo precisando de um trabalho, e a maioria dessas jovens que estão aqui e que são brasileiras, não têm seus estudos completos, e por elas são bem fáceis de ser enganadas. Stephânia, Brasileira, idade 15 anos, , sua família é do Rio de Janeiro, situado no morro dos prazeres, era estudante e modelo, provavelmente o salário que ela ganhava, não sustentava a si e sua família. Vou lendo outros dossiês, e nenhuma delas é com família da classe alta. Coloco a pasta de Dossiê do meu lado e pego o Dossiê do Bordel se situa aqui em Moscou, elas trabalham de 10 a 13 horas a diária, não podem recusar clientes, muito menos bebidas alcoólicas e drogas, são sujeita a castigo como espancamento, e ainda podem sofrer com DST, doença sexualmente transmissível. Dou um suspiro alto, estou cansada, preciso acordar amanhã cedo, e eu estou aqui trabalhando no caso da operação. Lembro-me de enviar uma mensagem para o Senhor Ivan, que tinha me pedido para mandar um manuscrito resumindo tudo sobre as garotas e falar o dia melhor para a invasão. Após eu enviar a mensagem, eu me espreguiço na cadeira, guardo as minhas coisas e ouço passos lentos vindo, olho para o lado e Sophia está com uma calça de moletom e uma pantufa, ela boceja umas três vezes antes de parar em minha frente. -- você não vai dormir não?-- pergunta ela se sentando ao meu lado. -- estou indo, é que eu estava resolvendo outra missão. Não gosto de falar nada a respeito sobre o meu trabalho com ela, eu a considero como a minha irmã, mas isso pode custar a vida dela, caso se alguém souber que a Sophia está por dentro de tudo isso, eu seria a culpada. -- boa noite, amanhã eu preciso acordar cedo para trabalhar.-- falo bocejando. -- Até Kate, boa noite. [...] Chego na mansão do Petrov, paro em frente ao portão e toco o interfone, a voz de um homem ecoa pela rua, e me identifico e o portão se abre e vou entrando. Dou um bom dia a Olga e vou ao banheiro me arrumar, como eu já sei oque fazer aqui, eu pego a vassoura e resto do material para começar a fazer a faxina. Eu não vejo Iuri e muito menos Igor pela casa como sempre, hoje é o meu dia de limpar a cozinha, alguns quartos de hóspedes, uma sala de treino. Essa semana tem pouca coisa para fazer, já que na semana passada eu e Olga fizemos faxina a semana toda, então agora é só manter. O dia foi se passando rápido, Olga me chama para almoçar na cozinha dos empregados junto com os seguranças, eu sinto os olhares de alguns em meu corpo, coloco a minha comida e me sento na mesa um pouco bem distante deles. Termino de almoçar e tenho alguns minutos para eu descansar, vou para o quarto de descanso que é apropriado para empregados, aqui cada um tem o seu, a não ser os homens que são cinco camas em cada quarto. Olho de relance para um quadro que eu não sei quem é o pintor, e lembro do pen drive que eu tinha pegado, como eu pude esquecer desse detalhe, hoje mesmo eu vou verificar isso. Volto ao meu trabalho, e dessa vez eu vou em direção a sala de treino do Senhor Petrov, entro na sala com o material de limpeza, e meus olhos pairam sobre ele treinando no saco de pancada, dando socos e chutes com precisão. Ele usa somente uma bermuda de pano leve, sem camisa e usa uma luva de boxe, seu corpo está completamente suado, ele se vira para chutar no saco e consigo ver algumas tatuagem em seu corpo. -- eu não sabia que eu pagava você para me olhar.-- diz Igor pegando uma toalha em cima do criado-mudo é se enxugando, e logo depois vem em minha direção com passos curtos. --- desculpe Senhor, eu não sabia que o Senhor estava treinando, é que esse é o meu último cômodo para eu limpar e ir embora. Ele para em minha frente e me olha como se eu fosse uma anã, ele dá dois passos para o lado e segura um copo e uma garrafa de uísque, e me oferece um copo. -- eu não posso Senhor, estou na hora de trabalhar.-- digo firmemente. -- eu sou o seu chefe, e estou mandando você beber.-- ele coloca o copo com uísque na minha mão, e não tenho como negar, ele dá um sorriso de canto e por pouco eu não me perco. Enquanto eu dou uma bebericada no meu copo de uísque, Igor me olha intensamente e algumas vezes eu a vejo balançando seu copo e fazendo o gelo tilintar. Ele comenta algumas coisas comigo aleatoriamente, e falo pacientemente se eu posso limpar aqui, o mesmo vem até a mim. -- limpe amanhã Natacha, se eu te segurar aqui mas um pouco, não vai dar certo.-- ele morde o seu lábio e sorrir. -- então, até amanhã Senhor Petrov.--digo é ele assenti com a cabeça e eu saio da sala. [...] Estou saindo no portão ao lado de dois seguranças, são os mesmo que me olharam de cima abaixo na hora do almoço, e ouço chamarem pelo o meu nome, me viro e vejo Igor da mesma forma que eu presenciei antes, ele só está com uma toalha no pescoço. --- oi Senhor Petrov, aconteceu alguma coisa?-- pergunto ajeitando a minha bolsa. -- não vai embora, eu preciso de você hoje.-- diz ele chegando mais perto. Antes que eu possa falar algo, ele dar uma olhada para os seguranças que estão ao redor, sua mão toca em meu ombro, e sentir uma onda elétrica sobre a sua mão e meu corpo, ele não esperou a minha resposta é deu um cheiro no meu pescoço me deixando arrepiada. -- você é minha hoje Natacha, vem comigo.-- diz ele se recompondo a sua postura. Essa é a minha chance, é a chance de eu ter um poder dele sobre mim, mas claro eu não vou ser tão fácil assim, como ele espera, mas preciso que ele prove do mel, para vim atrás de minha pessoa novamente. Ele abre a porta, e vejo um quarto em um tom escuro, mas bem organizado, uma janela enorme de vidro de frente a porta, ele manda eu entrar e logo em seguida ele entra, tem uma outra porta perto do criado-mudo e Igor vai na direção. -- estou à tua espera Natacha.-- diz ele abrindo a porta e entrando no banheiro. Meu coração acelera, respiro duas vezes bem lentamente, já tem um bom tempo que não tenho uma relação s****l com ninguém, meu trabalho exige muito do meu tempo, quando eu não estou cansada é vários trabalhos para entregar. Entro no banheiro somente de calçinha e sutiã, ele abre os seus olhos por eu ter feito um barulho na porta quando eu entrei. Ele sai debaixo d'água, e esfrega os seus olhos, e olha o meu corpo todo, Igor faz um gesto com suas mão me chamando, e pede para eu me virar. Ele tira o meu sutiã, e me agarra por trás me apertando sobre o seu p*u ereto, que está estupidamente grosso. Elevo minha mão até o seu pescoço arranhando, e sinto uma puxada para si, Igor segura em meu pescoço e me beija. O toque dos seus lábios vai descendo pelo o meu pescoço até chegar no meu seio, com a sua mão, ele segura em outro seio meu, beijo a sua boca, e depois eu mordo a sua orelha, vou descendo para o seu pescoço até o seu tórax. Abaixo a minha mão apertando o seu p*u, minha mão quase não fecha de tão grosso que é, enquanto eu masturbo com força eu olho em seus olhos, eu amo ter contato visual nessas horas e com certeza é mais prazeroso. Ele passa o sabonete sobre o meu corpo, e quando chega na minha i********e, ele passa com delicadeza e depois vai para a minha b***a. Eu pego o sabonete da sua mão, e ele fica surpreso com essa reação, será que ninguém deu banho nele assim? Termino de ensaboá-lo e ligo o chuveiro e lavo o seu corpo todo. -- deixa eu fazer isso em você Natacha.-- diz ele passando suas mãos pelo o meu corpo. Ele se ajoelha em minha frente e levanta a minha perna colocando em seu ombro, ele passa sua mão sobre a minha i********e e depois abocanha meu c******s com luxúria e t***o, me seguro nele, sua língua dança no meio da minha v****a, seguro em seu cabelo e tento ao máximo não gritar, quando eu estou preste a gozar ele se levanta. -- vem Natacha, eu vou me enterrar em você.-- diz ele se levantando e me pegando no colo. Acordo suada, não acredito, que eu tive um sonho desse, o'que ele está fazendo comigo? Meu coração está descompensado, ver ele sem camisa naquela sala foi a minha perdição total, até sonhar com o meu inimigo eu sonhei.
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