Famiglia Inferno

1238 Words

A noite havia descido sobre Palermo com a calma de uma prece e o peso de um presságio. Do alto da mansão Valente, agora marcada com o brasão de fogo da Famiglia Inferno, Amira observava a cidade respirar medo e obediência. O império estava de pé. Mas o silêncio... esse nunca era sinal de paz. Rosetta entrou, carregando uma pasta preta. — As fronteiras do norte estão sob controle. Mas há movimentação nova em Milão. — Nova? — perguntou Amira, sem tirar os olhos da janela. — Homens sem bandeira. Dizem que seguem uma voz… uma que todos juravam morta. Amira se virou devagar. — Que voz? Rosetta hesitou. — A dele. A taça de vinho escorregou dos dedos de Amira e se espatifou no chão. O líquido rubro se espalhou como sangue. — Isso é impossível. Rosetta baixou o olhar. — As testemun

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