O amanhecer trazia uma leve neblina sobre a propriedade, escondendo a mansão em uma aura de mistério. Amira estava de pé antes de qualquer outro, observando a movimentação silenciosa dos funcionários que já conhecia, mas não confiava. Cada passo parecia ecoar mais alto dentro de sua mente. Ela respirou fundo, e as mãos tremeram levemente. A decisão estava tomada: tentaria escapar. Cada segundo que permanecia ali, a lembrança do sequestro e a sensação de estar presa a um homem que não perdoava lhe queimavam por dentro. O corredor parecia interminável enquanto ela se dirigia à saída lateral. As portas e janelas estavam trancadas, mas Amira havia percebido pequenas falhas na vigilância dos guardas. Um passo m*l calculado poderia significar liberdade… ou desastre. Ao abrir a porta com cuida

