Capítulo 2

1686 Words
Dezão Narrando Tudo que vivemos nessa vida é passageira, por isso nunca me arrependo de nada do que eu faço.  Tenho 20 anos e sou filho do dono do Vidigal, o Imperador. Meu pai é um grande homem, e sempre me ensinou tudo nessa vida.  Porém, foi  um péssimo marido, tanto que a minha mãe não aguentou a pressão e se mudou daqui, ela até levou e o meu irmão, mas não deu certo. Então ela foi embora do país, meu irmão ele é um ano mais novo do que eu,  Apesar dele ser um traficante procurado, c***l e muito temido.  Ele é muito respeitado aqui no morro. Meu pai nunca quis que nem eu e nem meu irmão entrasse nessa vida. Por isso sempre  priorizou os nossos estudos.  Eu estou no último ano da faculdade de administração. Não vejo hora dessa chatisse acabar. As coisas boas foram as mulheres que eu comi lá.  Até algumas professoras, ninguém resiste ao pai aqui né. ***** Me sentei com alguns amigos num bar aqui do Vidigal. Até mesmo o Samurai, o mais novo dono da Maré, veio pra cá.  Temos a mesma idade e graças a amizade do meu pai com o Gg nos tornamos amigos também. O samurai é gente boa, sempre organizamos umass festinhas de orgias. Ou aqui no Vidigal ou lá na maré.  Estávamos bebendo umas cervejas, quando a Marina chegou. Marina é uma p**a que eu já cansei de comer que hoje é amante do Samurai. —— Amor..- falou se jogando no colo dele. —— Vaza marina.- ele falou tirando ela do colo dele. —— Poxa amor tô com saudades de você, nunca mais veio me procurar.- falou manhosa. —— p***a Marina eu tenho um morro pra cuidar, não tenho a sua vida fácil não.- falou grosso e logo fechou a cara. —— Deixa a mina sentar aí Samurai, Marina aproveita e chama a Caren e a  Júlia.- assim ela fez, logo as meninas chegaram. A Júlia era uma mina responsa, era doida pra me dá, mas meu irmão é apaixonado por ela. Eu nunca faria isso com ele. Voltamos a beber e a zuar no bar.  Logo a Caren começou a gritar para alguém. Nem dei muita confiança, mas assim que a garota chegou.  Eu reparei ela discretamente, ela era linda, perfeita,novinha e bem gostosinha, nunca vi essa mina por aqui. Meu p*u já desejou ela, ela é novidade pra mim. Ela estava visivelmente sem graça. —— Pessoal, essa minha prima Lucy.- a Caren falou apresentando ela a todos.  Alguns a cumprimentam, e eu apenas fiquei analisando ela. —— Oi.- ela falou sem jeito. —— Tá vindo escola prima.- ela pergunta olhando a mochila. —— Aah sim! - disse apenas. —— Senta aí mina, bebe alguma coisa com nós.- o Samurai a convidou. —— Não obrigada, eu não bebo.- falou firme. Eles começaram a rir, menos eu  que continuei calado. —— Tá Certo, tu é nova pra isso.- olhei pro Samurai, mas ele não tinha nenhum tipo de maldade olhando pra ela.—— Foca nos estudos que é melhor pra tu.- ele falou por fim. —— Você tem quantos mina? - a Júlia perguntou. —— Tenho 15 anos. - a Lucy respondeu indiferente. —— Eu com 15 anos eu já estava fervendo a muito tempo.- a Marina falou e todos voltaram a rir. —— Mas, eu não sou você não é.- disse na cara da Marina.—— Bom obrigada pelo convite, mas eu tenho que ir. Boa tarde a todos.- falou e saiu sem ao menos esperar a resposta.  Mina marrenta pra c*****o, me deixou com um t***o fudido. Resolvi ir atrás dela, já tava na hora de eu achar uma b****a diferente mesmo pra comer. —— Galera vou partir.- falei me despedindo. —— Já Dezão, fica mais um pouco.- a Júlia falou manhosa. —— Tenho que resolver umas paradas aí.- fiz um toque com o Samurai, montei na minha moto e fui atrás da novinha. Vi ela entrando em um beco, dei a volta entrando pelo outro ponto, desci da moto e fiquei esperando ela passar. Quando ela passou por mim, dei um puxão nela fazendo com que nossos corpos se colidissem. Ela se assustou, o que me fez sorrir da cara de espanto dela. Ela ficou me encarando por um tempo em silêncio. Até eu a tirar do seu transe. —— Te assustei?-  perguntei. —— O que você acha?!- Ela falou meio rude, me fazendo sorrir de canto de boca. —— Foi m*l, não era a minha intenção.- falei mordendo os lábios. —— Imagina se fosse a sua intenção né. Só acho que você já pode me soltar.- falou ironizando e eu a soltei, mas não me afastei —— Você é bem abusadinha pra quem parecia ser tímida.- ri .—— Mas é bem gostosinha.- falei e a mesma corou   abaixando a cabeça. —— É.. eu tenho que ir.- falou ainda de cabeça baixa.  —— Tá com vergonha de mim? -- levantei a cabeça dela. —— Olha pra mim.- ela me olhou, eu me senti estranho perto dela. Coisa que nunca senti perto de qualquer outra mulher. —— Não.-negou com a cabeça. Fiquei  encarando ela por um bom tempo. Até que eu a puxei colando nos nossos corpos. E sem ela ao menos ter tempo de protestar, eu a beijei. Até que a novinha beija bem. Já fico imaginando essa boquinha me chupando. Isso me deu mais t***o ainda. Intensifiquei o beijo e encostei ela na parede. Entrelacei uma das mãos em seu cabelo e com a outra percorri todo o seu corpo até chegar na b***a dela.  Sentei que ela ficou  meio tensa na hora, mas deixou rolar.  Uma sensação estranha que estava sentindo, era boa, mas ainda sim estranha. Fui descendo os meus lábios pelo seu pescoço, apertei os seus s***s,  ela soltou  um gemido baixo fazendo me sorrir. A safada tava gostando disso e eu precisava entrar dentro dela com urgência  —— Vamos sair daqui.- falei com um t***o fudido. —— Acho melhor eu ir para casa.- ela falou, mas eu tinha certeza que não era isso que ela queria. —— Tem certeza?- perguntei.—— Bora você vai curtir.- falei com um sorriso malicioso. —— Tenho, preciso ir pra casa. Minha vó está me esperando.- falou sem jeito.  Puta que pariu, ela ia me deixar assim mesmo.  —— Tá bom.- falei contra a minha vontade.—— Vem eu te levo até a sua casa.- ela pensou por uns minutos, mas acabei aceitando. Caminhamos até  minha moto, subi e ajudei ela subir. Ela falou onde eu morava. Minutos depois parei no meu portão da casa dela.  Até que era uma boa casa, pelo visto ela tinha uma condição. Ajudei ela descer da moto, agarrei ela pela cintura e  dei um selinho nela. —— Me passa seu número, mas te ligo pra gente dá um rolê.-eu pedi, anotei o número dela. E nos despedimos com outro selinho.  Saí cantando pneu, p***a a novinha me deixou de p*u duro. Precisava me aliviar, voltei pro bar e eles ainda estavam lá.  —— Caren vamos dar um passeio, sobe aí.- ela me olhou com malícia essa loira é um furacão na cama. —— Bora meu n**o, tchau pessoal. - ela subiu e partir pra minha goma. ***** Depois de comer ela de todos jeito, tô acabado. —— p***a tu acabou comigo loira.- dei um estaladão na b***a dela e ela gemeu.—— Se liga, aquela novinha lá é sua prima mesmo?- Perguntei e ela me olhou como se tentasse entender o meu interesse em querer saber dela. —— Pra que tu quer saber dela? - perguntou se levantando. —— Por nada pó, a mina é toda estranha, não bebe, nunca vi ele pelos bailes.- dei de ombros. —— Minha avó mima muito essa menina, minha tia morreu no parto e como ninguém sabe quem é o pai dela minha avó ficou com a guarda.- falou indiferente.—— Mas ela diferente de mim é um bicho do mato, mas é gente boa, tranquila na dela e bem estudiosa.- ela falou toda orgulhosa. —— Entendi loira.- falei mudando de assunto.—— Vou partir, tenho as paradas da faculdade pra resolver.- falei me levantando fui pro banheiro. E logo senti ela pegando no meu p*u. É lógica que eu não negue fogo né. Terminei de me vestir, a Caren já tinha metido o pé. Me joguei na cama, não ia pra faculdade nada, vou dá um rolê que aquela novinha. Peguei meu celular pra ligar pra ela. Chamada on Lucy:  Alô! Eu: Sabe quem tá falando princesa. Lucy: Dezão! - pareceu surpresa. Eu: Sou eu mesmo, topa dá rolê comigo agora? Lucy: Depende pra onde você quer me levar. Eu: Relaxa tu vai gostar princesa, se arrumar daqui a meia hora tô passando na sua casa. Lucy: Você vai vir de moto ? Eu: Não vou de carro, pq? Lucy: Por nada é só pra saber que tipo de roupa colocar.- eu ri. Eu: Tendi. Daqui a pouco eu passo por aí gostosa. Lucy: Tá bom Beijos. Chamada off É hoje que eu pego essa novinha de jeito. ***** Parei no portão da casa dela e ela distraída me esperando. Mano vou te contar que a mina é linda. Ela estava gata com um vestidinho florido com as costas de fora. Sem ela perceber tirei uma foto dela Parei o carro do lado dele, destravei o mesmo, ela entrou dei um beijinho nela. —— Tá gata em princesa.- falei puxando ela pra mais um beijo. —— Posso saber pra onde você vai me levar?- ela perguntou desconfiada. —— Fica sussa, é só curtir o passeio.- dei partida no carro e saímos do morro. Faço tudo pra conseguir o que eu quero até mesmo bancar o romântico. Mas essa novinha já tá praticamente no papo…
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