Comecei a chamá-lo de Papai o tempo todo depois daquele dia.
Eu já tinha feito um pouco disso quando ele se casou com a minha Mãe, mas era mais para provocá-lo.
Ainda era para provocá-lo agora, mas de um jeito totalmente diferente. A palavra o tinha feito gozar na calça. Sorri com a lembrança.
— Você está de bom humor hoje — disse mamãe enquanto eu entrava na cozinha.
— Finalmente consegui lavar um pouco de roupa. Sinto que realizei algo.
— Se você lavou a roupa, por que ainda está andando por aí de pijama?
— Eles são confortáveis, Mãe.
Mamãe revirou os olhos.
— Tenho clube do livro hoje à noite, então você e o Mitch estão por conta própria para o jantar.
— Tudo bem, Mãe, eu preparo o jantar — eu disse.
Enquanto mamãe se arrumava, eu também me arrumei. Fiz questão de cozinhar a refeição favorita do Papai e lavar cada cantinho.
Eu tinha planos e realmente esperava que o Papai colocasse a boca e o nariz em cada lugar que limpei. Fingi que não me importava com o fato de mamãe estar saindo, mas observei enquanto ela tirava o carro da garagem e descia a rua.
— Ela já foi? — ele perguntou atrás de mim, enquanto eu estava na janela.
Ele estava de calção esportivo e apenas calção esportivo. Sorri e deslizei minhas mãos pelo seu peito suado.
— Eu tomei um banho para você, e você ficou todo suado para mim?
— Posso tomar um banho se você quiser, mas vai ser desperdício de tempo. Além disso, malhei duas vezes hoje e me bati duas vezes, e ainda não consigo fazer isso aqui baixar. — Ele gesticulou para a ereção que marcava o calção.
— Eu cuido disso para você, Papai.
— p***a. Por que eu amo tanto quando você me chama assim? Dá vontade de te dobrar no meu joelho.
— Que tal você me dobrar no sofá em vez disso? Eu quero muito que você me f**a onde me fez gozar ontem à noite.
Ele arrancou minha regata pela cabeça e a jogou do outro lado da sala.
Depois, puxou meus shorts para baixo.
— Eu não consegui ver muita coisa ontem à noite, sabe. Agora, eu quero ver tudo.
— Sente-se, Papai — eu disse.
Ele sorriu e deu a volta no sofá. Empurrou o calção para baixo dos quadris. Eles caíram nos tornozelos, de onde ele os chutou para longe, e então sentou-se no sofá. Caminhei lentamente antes de me ajoelhar entre as coxas dele.
— Venha sentar no colo do Papai — disse ele enquanto passava o polegar na base da ereção para que ela apontasse direto para o teto.
— Estou tão molhada só de saber que vai ser o seu p*u dentro de mim, Papai.
— Ella — ele gemeu — É melhor você sentar no p*u do Papai agora mesmo, ou vou dar palmadas nessa bundinha perfeita. E depois, vou fodê-la.
Meus olhos vacilaram em êxtase. Alinhei-o com a minha a******a e, então, desci alguns centímetros. Ele era grande. A largura me alargou tanto que houve uma pequena fisgada, mas logo se transformou em uma sensação de preenchimento.
Ele gemeu.
— Eu nunca tive ninguém no meu r**o, Papai. Você vai tirar a minha virgindade?
Ele impulsionou os quadris para cima, enfiando-se até o talo. Prendi a respiração. A fricção era superior a qualquer coisa que eu já tivesse experimentado.
— Eu também nunca fiz sexo sem proteção. Esta é outra primeira vez para mim, Papai.
— Ella — ele gemeu — Eu bati punheta duas vezes hoje, mas todas essas suas confissões vão me fazer gozar.
— É isso que eu quero, Papai. Eu quero o seu g**o.
— Isso não vai funcionar — disse ele.
Meu estômago afundou, primeiro pelas palavras dele, mas depois porque ele nos virou para que ficasse por cima.
— Talvez na próxima eu deixe você levar o seu tempo, mas desta vez, o Papai precisa f***r. Duro.
Ele puxou para fora e bateu contra mim. Grunhidos explodiram dos meus pulmões enquanto ele investia rudemente dentro de mim. Eu conseguia sentir cada relevo e veia do p*u dele enquanto roçavam nas minhas sensíveis paredes internas. Firmei os pés no sofá e acompanhei cada uma de suas estocadas.
Nossa pele estalava uma na outra. Papai deslizou os braços sob as minhas pernas, abrindo-me bem. Então ele segurou meus braços para ter apoio e poder f***r ainda mais forte.
Eu saltava a cada impacto do corpo dele contra o meu. Ninguém nunca me fodeu de forma tão selvagem, e eu amei.
— Mais forte — eu arquejei.
— Ella — ele gemeu —. Não é o bastante. Não importa o quão forte eu te f**a, não é o bastanteeeee.
Eu sabia que parte daquilo era o frio na barriga e a empolgação de agir às escondidas. Era também o aspecto tabu da coisa. Mas saber que era o meu papai que estava prestes a gozar dentro de mim, saber que tínhamos que aproveitar o máximo que podíamos antes da mamãe chegar em casa, tornava tudo ainda melhor.
— Estou perto, estou perto, estou perto — ele repetia.
Eu também estava. Ele se esfregava contra mim, pegando meu c******s a cada rotação. Minhas coxas tremiam. Encolhi os dedos dos pés.
— Devo tirar?
— Por favor, Papai, por favor não tire, apenas goze dentro de mim.
— Porraaaaaa — ele gritou, e a pulsação do p*u dele dentro de mim enquanto ele descarregava seu g**o também me fez chegar lá. — p***a! — disse ele novamente quando meu corpo se apertou ao redor dele.
Desabamos no sofá; o peso dele sobre mim era um conforto bem-vindo.
Quando nossas respirações se estabilizaram, ele beijou meu ombro, então sua boca cobriu a minha, e ele sugou meus lábios como se sua vida dependesse disso.
Eu estava aproveitando cada pedaço. Nenhum homem jamais me beijou daquele jeito.
Ele afastou a boca e encontrou o caminho para o meu peito, tomando cada um dos meus m*****s, um de cada vez.
A sensação era tão extasiante que eu não queria que ele parasse.
— Você precisa ser muito cuidadosa com o seu anticoncepcional. Vou te f***r em cada oportunidade que tiver.
— Eu não tomo anticoncepcional — eu lhe disse.
O p*u que começara a amolecer ficou duro de novo num instante.
— Ella — ele gemeu.
— Me f**a de novo, Papai, antes que a Mamãe chegue em casa.
E ele fez, gozando dentro de mim novamente.
Felicidade plena!