Tentando o papai

1229 Words
— Por que não consigo tirar as porras das mãos de você? — Papai perguntou enquanto brincava com meus m*****s por cima da blusa. — Porque nenhum de nós realmente quer isso, Papai. — Não, eu não quero te deixar em paz. Mas e se você engravidar? — Eu dei de ombros. , — Você daria um excelente papai. Ele deu uma risadinha e beliscou meu mamilo, mas se afastou quando mamãe entrou na sala. Tínhamos nos pegado a semana toda sempre que tínhamos chance. Tentávamos esperar até que mamãe saísse de casa, mas às vezes simplesmente não conseguíamos. Era noite de filme novamente. Desta vez, em vez de deitar na direção oposta ao Papai, deitei-me à frente dele nas almofadas profundas do sofá. Puxei uma manta sobre nós dois e depois me aconcheguei contra ele, esfregando minha b***a contra seu p*u semi ereto. Ele envolveu seus braços em volta de mim sob a segurança do cobertor. Uma de suas mãos deslizou por baixo da minha blusa para segurar meu seio nu. A outra deslizou pela frente do meu short para brincar com os lábios da minha b****a. Abri as pernas para dar a ele mais acesso. Ele cantarolou e sussurrou no meu ouvido: — Você já está molhada? — Eu sorri e girei os quadris, pressionando meu c******s contra os dedos dele. Enquanto minha mãe começava o filme, Papai tirou a mão de dentro do meu short. Grunhi em protesto, mas ele apenas deu uma risadinha. Parei de reclamar quando senti que ele deslizou a mão para dentro do próprio calção. Logo, senti a pele quente de seu p*u contra a parte interna da minha coxa. Ele empurrou o gancho folgado do meu short para o lado, e seu comprimento deslizou entre os lábios da minha b****a. — Simmm — sussurrei e inclinei meus quadris para trás. Minha umidade o lubrificou, de modo que ele deslizava facilmente para frente e para trás, para frente e para trás, enquanto o filme começava a passar. A outra mão do Papai continuava a beliscar meus m*****s, enviando choques de eletricidade até o meu c******s enquanto ele continuava o movimento de vaivém. Eu não tinha certeza de como isso poderia terminar silenciosamente. Empinei minha b***a ainda mais e, na passagem seguinte, a cabeça do p*u do Papai deslizou alguns centímetros para dentro de mim. A respiração dele parou no meu ouvido. Então ele gemeu suavemente enquanto empurrava até o fim. Eu ainda não tinha ideia de como isso ia acabar, então decidi provocar o Papai. Apertei meus músculos internos o mais forte que pude. Ele soltou um pequeno "p***a" atrás de mim. Eu sorri. Adorava tentá-lo. Não tinha certeza se queria realmente ser pega, mas o perigo tornava tudo excitante. Por outro lado, quando pensava em ter o Papai só para mim... Ele soltou um suspiro quando meu corpo o apertou novamente por instinto devido à direção dos meus pensamentos. Com uma mão ainda provocando meus m*****s, ele deslizou a outra mão pela frente do meu short novamente. Seu dedo médio grosso esfregava para cima e para baixo no meu c******s. — Aperte-me com força — sussurrou ele. — Você consegue me fazer gozar exatamente assim? Eu não sabia se conseguiria, mas ele me faria gozar se continuasse esfregando meu c******s daquela forma. A essa altura, mamãe estava realmente assistindo ao filme com atenção, então provavelmente olharia para trás com mais frequência do que se estivesse trabalhando. Como se fosse um sinal, ela riu de algo na tela e depois se virou para ver se estávamos rindo. Tentei sorrir, mas acabei mordendo o lábio para segurar um gemido. Papai escolheu aquele exato momento para se esfregar contra mim. Eu me perguntei... se ela olhasse de perto... seria capaz de ver o ritmo lento e constante da mão do Papai enquanto ele esfregava meu pequeno botão quente? Mamãe voltou a olhar para o filme. As luzes estavam baixas, então ela não devia ser capaz de ver todo o movimento que acontecia sob o cobertor. Papai permaneceu enterrado em mim até o talo, apenas girando os quadris em um ritmo muito inconsistente, frustrando-me. Continuei tentando empurrar meus quadris, mas ele usou a mão para me segurar contra ele. — Eu vou gozar se você continuar assim — sussurrou ele. — Hummm. Essa é a ideia, Papai. — p***a. Quando você me chama assim, isso faz algo comigo. Essa era a ideia também. — Parem de sussurrar, vocês dois — disse mamãe. A mão do Papai congelou entre minhas coxas por um momento até que mamãe voltou para a TV. Ele soltou um suspiro de alívio e depois começou a construir meu orgasmo tudo de novo. Tentei assistir ao filme, mas minha visão embaçou enquanto a mão dele se movia cada vez mais rápido, enviando pequenos raios de prazer através de mim a cada passagem sobre meu c******s. Seus movimentos tornaram-se rápidos, desesperados. Eu estava tão perto que encolhi os dedos dos pés e soltei um grunhido involuntário. Apertei-o tão forte que ele deixou meus m*****s em paz e agarrou meu quadril com a mão livre. Ele começou a estocar o máximo que podia, mas não havia muito espaço com nós dois no sofá. Era demais, o prazer, a excitação, a mamãe sentada ali mesmo. Puxei o travesseiro debaixo da minha cabeça e cobri o rosto. Papai deu um pequeno beliscão no meu c******s e me enviou às nuvens. Justo quando meu corpo começou a convulsionar, mamãe pausou o filme. — Vocês querem um pouco de água? Vocês dois estão tossindo aí atrás. — Sim — sibilou Papai enquanto seu p*u pulsava e flexionava dentro de mim a cada jato de seu g**o. Com um suspiro frustrado, mamãe levantou-se e foi para a cozinha. Papai rapidamente tirou e enfiou o p*u de volta no calção. Eu precisaria fazer uma pequena limpeza, então me levantei quando mamãe voltou. Ela entregou a cada um de nós um copo de água. — Querem que eu espere vocês voltarem para começar o filme de novo? — mamãe perguntou. — Não, está... — arquejei quando Papai deslizou um dedo pela parte interna da minha coxa por trás. As sobrancelhas da mamãe se franziram. — Você está bem? — Sim, eu só bebi rápido demais e tive um congelamento cerebral. Ela me lançou um olhar duvidoso, mas sentou-se novamente em sua cadeira. Virei-me para o Papai, que estava sorrindo maliciosamente para mim. Ele ergueu um dedo coberto de seu g**o. Verifiquei para garantir que mamãe não estava olhando, então me inclinei e lambi o dedo dele até limpá-lo. Quando me levantei, os olhos dele estavam vidrados e sua boca estava aberta. Corri para o banheiro antes que minha mãe tivesse a chance de ver qualquer coisa. Ouvi a porta do banheiro abrir levemente, e olhei; era o Papai. — Você já se lavou? — Ele perguntou, e eu assenti. Ele me carregou e me colocou sobre o balcão e, minutos depois, sua boca estava entre minhas pernas. — Hummm — soltei um gemido suave enquanto ele me levava de volta ao paraíso, mas desta vez ele não estava me fodendo com seu p*u duro, mas com sua língua. Eu não conseguia conter a doçura, o prazer que ele estava causando, então tive que soltar um gemido muito alto. Então ouvi uma batida na porta do meu banheiro. Deve ser a mamãe!
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