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2129 Words
Capítulo 92 Sampaio narrando — Que foi? – Joca pergunta entrando na boca depois de me ver pensarivo – está doendo os chifres que nem tem? — Vai tomar no teu cu filho da p**a. — Grecco acabou de sair do espaço – ele fala – passou a noite com Ester ali. — Ela é solteira e desimpedida, ela faz o que ela quer da vida dela. — E você está com Alana né – ele fala – ama ela, apaixonado por ela, porque você vai querer se preocupar com a Ester, não é mesmo? — Você está completamente certo – eu respondo – eu já tenho a minha mulher do meu lado – e ele abre um sorriso irônico. Eu me levanto e ignoro as provocações de Joca que vivia querendo comer meu juízo, quando saio encontro HT chegando. — Você viu Sabrina? – ele pergunta — Ela saiu do baile dizendo que ia te encontrar. — Não – ele responde – eu não vi ela. — Estranho – eu falo pensativo – para onde será qe ela foi? — Eu passei na sua casa, sua mãe disse que não a viu. — Já ligou? — Nada – ele fala — Passa o alerta para todos no morro – eu falo – é uma ordem. — Vou fazer isso. Eu vou até o salão da Alana e encontro ela limpando ele. — Oi meu amor – ela fala sorrindo. — Oi – eu falo sorrindo – deixa eu te perguntar, você viu Sabrina hoje? — Não – ela fala – só vi ela ontem no baile. — Ela sumiu. — Como assim sumiu? – Alana responde — Ela sumiu, HT não encontra ela em lugar nenhum. — Ela disse que iria encontrar ele – ela fala – será que aconteceu algo? — Não sei, vou ir falar com a minha mãe. Eu subo até em casa e encontro a minha mãe na cozinha cozinhando. — Você viu a Sabrina? – eu pergunto para ela. — Não – ela fala – porque? — Ela desapareceu – eu respondo – ninguém está achando ela em lugar nenhum. — Não, ontem no baile quando sai de perto, não a vi mais. Porque o que aconteceu com a minha filha? — Eu ainda não sei – eu falo – já emiti o alerta para saber qualquer pista. Eu tento ligar pasra o número de Sabrina mas cai na caixa postal, mas ela entra na cozinha e me encara. — Onde você estava? – eu pergunto para ela. — Sampaio – ela fala me encarando – eu subi no alto do morro para ver o dia amanhecer, f*******a, pensar na vida, depois de ter brigado com HT. Eu encontrei isso – ela me mostra um colar perto da casinha – isso é da Patricia, você matou a Patricia? A irmã da Alana e está fazendo ela acreditar que a irmã está viva e viajando? Ela me encara meio assustada e com os olhos arregalados, eu me aproximo dela. — Abre a porcaria da tua boca que eu esqueço que você é minha irmã – eu falo — Sampaio – Minha mãe fala – vocês dois são irmãos. — Isso é o que a gente acha – eu falo para as duas – eu não estou de brincadeira, abre a porcaria da tua boca Sabrina para falar algo para Alana e você é uma mulher morta, aqui dentro do meu morro, quem é x9 morre, não importa qual parentesco seja. — Eu não vou falar nada, até porque isso acabaria com a vida da Alana – ela fala – Você deveria pelo menos deixar que Alana enterrasse a irmã, você acha que ela não vai desconfiar que algo aconteceu com a irmã? — Isso não é da sua importância – eu respondo nervoso – quem manda aqui sou eu e eu já tenho tudo engatilhado. — Ela já se sente culpada pela morte da filha , agora vai se sentir pela da irmã – ela fala — Ela se sente culpada pela morte da Barbara? – eu pergunto para ela e Sabrina me encara. — É claro que sim, você acha que ela não se culpa por ter saído com a menina naquele dia? – ela fala e eu a encaro estreitando os olhos — Bico fechado Sabrina e Kaiane – eu olho para as duas — Eu não estou te reconhecendo – minha mãe fala. — Mas deveria – eu falo – porque eu sou o dono do morro e eu sempre agi assim. O recado está dado. Capítulo 93 Sampaio narrando 4 dias se passaram e eu estava monitorando todos nos mínimos detalhes, Pedro Henrique e Jean era os principais, assim como consegui a localização de JP , e também já tinha mandado rodar Marcos com um tiro bem no meio da cabeça. Eu vou andando pelo morro e paro na frente da creche e vejo que duas estruturas tinha sido levantadas a mais, eu tinha deixado por ordem na Ester e ela tinha mandado haver, não podia mentirq sobre tudo que ela estava fazendo aqui, o povo estava amando ela geral e todos vinham elogiando ela. Já era umas 19h da noite e o dia estava corrido para todos os lados, tinha festa no morro, fechada porque não abriríamos baile essa semana, o corre no asfalto tava grandão e o dinheiro entrando de mais. Eu entro na boca geral e encontro HT fechando as contas. — Ester deu uma ideia e estamos faturando o dobro – ele fala — Qual ideia? – eu pergunto — Aumentar o número de vendedores pequenos – ele fala – espalhar pelo rio de janeiro todo, assim a concorrência é menor e acabamos sendo a nossa própria concorrência. — Isso aumentou as vendas? — 100% - ele responde – estamos lucrando bastante, ela ainda deu a sugestão de fazer porções menores das drogas, não só de 50 para cima, mas de 5,10,15 e essa quantidade menor lucra muito mais. — Boa – eu falo – ela é visionaria pra c*****o. — Não acho que deveria deixar ela ir embora daqui do morro não – ele fala – ela tem muito agregar aqui dentro. Eu olho para ele e pego o caderno vendo que realmente as vendas tinha aumentado, eu subo de volta no morro e vejo que tinha luzes acesas no espaço, olho para os lados e vejo a câmera de segurança do meu quarto que tinha colocado escondido, vejo Alana sentada na cama lendo um livro e entro dentro do espaço. Eu sei que não tinha nada que provasse que Alana fosse uma inimiga ou algo do tipo, coloquei microfone no colar, câmeras de segurança, e nada, não tinha nada. Ela era a única que ainda era incógnita para mim, e no fundo, eu sentia que eu devia a minha vida a ela por causa da nossa filha. Ela estava tão bem agora, sorrindo, vivendo a vida, coisas que ela ficou ansos em fazer, então eu morria de medo de magoar ela, de deixar ela m*l. Eu entro no espaço e tranco a porta, já que a porta estava com a chave na chaveadura e vejo Ester na parte da cozinha que tinha ali, eu me aproximo e paro na porta da cozinha e ela estava cozinhando e dançando, até que ela se vira para pegar algo e me encara, um sorriso nasce em nossos rostos automaticamente, algo que acho que nem ela e nem eu conseguíamos controlar. Ela estava apenas com uma regata sem sutiã e com uma calcinha transparente, seus cabelos pretos e compridos soltos, seus olhos castanhos, sua pele branquinha com a regata vermelha destacando em seu corpo. — Você veio para jantar? – ela pergunta – se sim, vou colocar mais água no feijão. Capítulo 94 Ester narrando Eu tinha ficado tão feliz em ver que apenas em 4 dias eu tinha conseguido andar com a obra da creche que abriria no mínimo mais 40 vagas somente ali, as quadras estão funcionando, tanto a de futebol como a de vôlei, a pracinha tinha melhorado e ficaod maior, até a academia publica o morro tinha agora, o espaço estava indo de vento e pouco. E eu confesso que sentirei uma falta enorme de tudo isso aqui. Eu estava me sentindo meio m*l nesses últimos quatro dias, tinha evitado beber já que tinha percebido que estava me fazendo m*l, provavelmente atacou a porcaria do meu fígado o tamanho de quantidade de bebida que eu tinha tomado nos ultimso tempos e fumado e quase nem tinha comido comida de verdade. Então, resolvo cozinhar pela primeira vez no espaço, tinha cozinhado um feijão temperado, estava fazendo um arroz e um frango com batata bem temperado do jeito que eu gosto, não sei porque, mas tinha sentido uma vontade enorme de comer a minha comida, bem caseira e gostosa. Até porque estava me sentindo um pouco fraca, meio tonta e com algumas dores nas costas. Eu me viro para pegar orégano e me dou de cara com Sampaio na porta e automaticamente um sorriso nasce em meu rosto e eu nem sei porque, porque eu deveria odiar esse homem com todas as minhas forças. — Você veio para jantar? – eu pergunto para ele – Se sim, vou colocar mais água no feijão – ele entra na cozinha que era pequena e se aproxima de mim. — Está cozinhando – ele fala — Um milagre – eu falo olhando para ele – mas estou me alimentando tão pouco, meu corpo está pedindo uma comida saudável. – ele abre um sorriso. — Você está bem? – ele pergunta – está parecendo meio pálida, para baixo. — Meu corpo está cansado na verdade – eu falo para ele – acho que estou fazendo coisas de mais e cuidando pouco de mim. Ele passa seus dedos pelo meu rosto lentamente me causando um arrepio filho da p**a pelo meu corpo. — Porque não vai ao médico? – ele pergunta — Porque eu preciso de piroca não de remédio – eu falo e ele começa a rir — Eu ainda te levo a sério – ele fala — Mas eu estou com vontade de comer a minha comida mesmo – eu falo – estou me alimentando muito m*l, acho que me atacou o fígado. Você quer jantar comigo? – eu pergunto para ele – ou você via jantar com a alana? — Se você está me convidando e garantir que não vai colocar nada na comida, eu janto com você. — Será uma honrra m***r o dono do morro com chumbinho , o seus moradores já estão me amando, nem vão sentir sua falta – eu falo ironicamente e ele abre um sorriso. Eu termino o jantar e a gente se senta no chão para comer porque não tinha mesa. — Estava com fome mesmo – ele fala — Muita fome – eu falo – ainda mais da minha comida, estava com uma vontade enorme. — Estou vendo – ele fala me vendo comer que nem uma esfomeada – realmente deveria estar passando a bebida mesmo. — Está assustado? – eu pergunto rindo e ele me encara. — Preocupado – ele fala – com você cuidando de todos e deixando de se cuidar. — Essa sou eu, achei que você já tinha se acostumado – eu respondo. – agora me diz, porque veio aqui? Veio para tretar comigo, arrumar confusão, a gente brigar mais um pouco? — Não , não vim para nada disso – ele fala – eu vim porque estava sentindo sua falta – eu o encaro – de simplesmente estar em sua companhia. Eu o encaro e ele me encara. — Você é corajoso depois do fora que eu te dei – eu falo para ele – aquele dia. — Brasileiro nunca desiste, naõ é mesmo? Imagina um traficante – ele fala com um sorriso no rosto. — Não sorri assim Sampaio – eu falo largando meu prato – porque eu me perco todinha em seu sorriso. – ele larga o dele e coloca suas mãos por trás do meu pescoço. — A gente se completa e você sabe disso – ele fala em meu ouvido beijando meu pescoço lentamente, sua mão percorre pelo meu corpo e para em minha i********e – você não acha? — Falando assim, eu até digo que eu te amo – eu respondo e automaticamente ele me olha. A gente se encara sem reação, encarando um ao outro por muito tempo, nossas respirações ficam pesadas e ao mesmo tempo ofegante, nossas mãos geladas e nossos corpos encostados um no outro, nosso rosto perto um do outro, nossa respiração, nossa boca se encostando uma na outra. Que m***a que eu fui falar.
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