bc

A única do rei demônio

book_age4+
0
FOLLOW
1K
READ
heir/heiress
blue collar
drama
sweet
kicking
office/work place
like
intro-logo
Blurb

📖 A Única do Rei Demônio 📝 Resumo Nyra é uma demônia imortal de 1200 anos, pequena, brincalhona e poderosa. Alimenta-se de energia vital e carne humana, mas adora comida requintada e tudo o que é luxuoso — roupas de grife, bolsas, joias e carros caros. Rindo sempre, não leva nada a sério. Zarkos Drakon é o primeiro demônio, rei de todos os demônios, o homem mais rico e famoso do mundo. Possui um império global e vive numa mansão-palácio visível para todos. Mas ele carrega um segredo doloroso: nenhuma mulher consegue carregar os seus filhos — todas morrem na gravidez. Ele quer herdeiros, mas a sua essência é forte demais. Até que ele encontra Nyra. Ela é a única em toda a história cujo corpo aguenta a força dele. Quando se cruzam, ela não tremeu, não fugiu — sorriu. Ele descobriu a sua exceção. Ela descobriu alguém que a ama além do jogo. Agora, ele fará qualquer coisa para a proteger, porque ela é a única que pode lhe dar família… e o único coração que ele não quer partir.

chap-preview
Free preview
A demônia que não devia existir
📖 A Única do Rei Demônio Capítulo 1 — A Demónia que Não Devia Existir Durante mil e duzentos anos, o mundo demoníaco teve uma certeza. Uma única certeza. Zarkos Drakon não podia ter herdeiros. Não porque não os desejasse. Muito pelo contrário. O Rei de Todos os Demônios desejava deixar um descendente mais do que qualquer outra coisa. Mas havia um problema. A essência de Zarkos era poderosa demais. Nenhuma mulher conseguia suportá-la. As primeiras tentativas aconteceram séculos atrás. Mulheres demoníacas. Feiticeiras. Criaturas ancestrais. Seres de raças que já nem existiam. Nenhuma conseguiu sobreviver à gestação. A cada perda, Zarkos tornava-se mais silencioso. Mais frio. Mais distante. Até que, com o passar dos séculos, ninguém mais ousava mencionar a palavra herdeiro diante dele. Não depois de ver o que acontecia quando alguém tocava naquele assunto. Naquela noite, porém, alguma coisa estava prestes a mudar. --- A Mansão Drakon estava iluminada como se fosse uma cidade particular. Milhares de pequenas luzes douradas percorriam os jardins. Fontes de pedra n***a lançavam água cristalina para o alto. Carros esportivos raríssimos ocupavam a garagem subterrânea. Jatos particulares estavam preparados no aeroporto privado da propriedade. E, no centro de tudo aquilo, erguia-se o palácio moderno onde vivia o homem mais poderoso do planeta. Zarkos Drakon. O Rei de Todos os Demônios. Naquela noite, ele estava sentado sozinho em seu escritório. A sala era gigantesca. Paredes de vidro mostravam a cidade iluminada abaixo. Uma mesa de madeira n***a ocupava o centro. Sobre ela havia documentos de empresas, contratos internacionais e relatórios de investimentos. Zarkos poderia controlar tudo aquilo sem sequer olhar. Bilhões de pessoas trabalhavam direta ou indiretamente para empresas que pertenciam ao seu império. Presidentes conheciam o seu nome. Bilionários queriam apertar a sua mão. Celebridades queriam uma fotografia ao seu lado. Mas nada daquilo significava alguma coisa. Zarkos estava olhando para um único documento. Um relatório médico. Mais um. Ele fechou os olhos. — Outra vez... — murmurou. O médico diante dele permaneceu em silêncio. — Senhor... — Não. A palavra foi baixa. Mas suficiente. O homem imediatamente parou. Zarkos pegou o relatório e o deixou sobre a mesa. — Quantas? O médico hesitou. — Senhor? Os olhos vermelhos de Zarkos ergueram-se lentamente. — Quantas mulheres? O médico engoliu em seco. — Ao longo dos séculos? — Sim. — Não temos um número exato. Zarkos ficou imóvel. — Então descubram. — Sim, Majestade. O médico saiu. A porta fechou. Zarkos permaneceu sozinho. Mais uma vez. Ele se levantou e caminhou até a enorme janela. A cidade brilhava abaixo dele. Milhares de pessoas. Milhões. Uma civilização inteira. E ele poderia controlar praticamente tudo aquilo. Mas não conseguia controlar uma única coisa. Seu próprio sangue. Seu próprio poder. Sua própria natureza. Ele fechou a mão. O vidro à sua frente começou a rachar. Então— CRACK. Zarkos respirou fundo. As rachaduras desapareceram. Regeneração demoníaca. Ele tinha poder suficiente para destruir uma cidade. Mas queria apenas uma coisa. Um filho. Um herdeiro. Alguém que carregasse seu sangue. Foi então que sentiu algo. Uma presença. Pequena. Muito pequena. Mas estranhamente poderosa. Zarkos abriu os olhos. Seus sentidos demoníacos se expandiram pela cidade. Nada. Então ele sentiu novamente. Uma energia diferente. Antiga. Selvagem. E... divertida. Sim. Divertida. Era a única palavra que conseguia encontrar. — Quem é você? --- A vários quilômetros dali... Uma jovem de apenas um metro e cinquenta estava sentada no topo de um prédio. Nyra balançava as pernas enquanto comia tranquilamente um enorme pedaço de carne assada. — Hmmm... Ela mastigou. Pensou. Olhou para o céu. — Está faltando alguma coisa. Ao lado dela havia três sacolas de compras. Uma bolsa de grife. Duas caixas de sapatos. Uma caixa de joias. E um enorme saco cheio de doces. Nyra abriu a bolsa. Tirou um pequeno frasco de perfume. Borrifou no ar. Cheirou. — Perfeito. Sorriu. — Custou uma fortuna. Fechou o frasco. — Então obviamente é perfeito. Ela voltou a comer. Nyra estava usando um vestido preto elegante, botas caras e vários acessórios brilhantes. Se alguém olhasse rapidamente para ela, provavelmente pensaria que era apenas uma jovem pequena e excêntrica. Ninguém imaginaria. Ninguém poderia imaginar. Que aquela pequena criatura já existia havia mais de mil e duzentos anos. Que conseguia atravessar uma muralha com um único golpe. Que nenhuma lâmina comum conseguia ferir sua pele. E que, quando estava realmente com fome... Era melhor não ficar por perto. Nyra terminou a carne. — Que noite maravilhosa! Ela se levantou. Deu dois passos. Parou. — Hm? Sentiu alguma coisa. Uma presença. Poderosa. Antiga. Dominante. Nyra inclinou a cabeça. Seus olhos prateados começaram a brilhar suavemente em azul-celeste. — Oh... Ela sorriu. — Isso é interessante. Saltou do prédio. Não caiu. Desapareceu. --- No interior da Mansão Drakon, Zarkos caminhava pelo corredor principal quando sentiu novamente aquela presença. Mais perto. Muito mais perto. Ele parou. Os guardas demoníacos que estavam próximos imediatamente abaixaram a cabeça. — Majestade? Zarkos não respondeu. Seus olhos estavam fixos na entrada. Então ouviu. Toc. Um pequeno som. Depois outro. Toc. Toc. Alguém estava caminhando pelo mármore. Os guardas levantaram as armas. Zarkos ergueu uma mão. Todos pararam. A porta principal se abriu. E ela entrou. Pequena. Muito pequena. Cabelos castanho-escuros encaracolados até a cintura. Olhos prateados. Um sorriso enorme. E uma expressão de absoluta curiosidade. Nyra olhou para os guardas. Depois para o enorme corredor. Depois para Zarkos. Depois novamente para os guardas. — Uau. Silêncio. Nyra abriu os braços. — Que casa enorme! Ninguém respondeu. Ela apontou para uma das fontes internas. — Isso é ouro de verdade? Silêncio. Nyra olhou para Zarkos. — Você mora aqui? Zarkos ficou imóvel. Ele tinha enfrentado exércitos. Deuses. Demônios ancestrais. Guerras que duraram séculos. Mas aquela criatura simplesmente entrou em sua casa sem autorização e perguntou se ele morava ali. — Sim. Nyra sorriu. — Legal. Um dos guardas ficou pálido. Ela havia acabado de chamar o Rei de Todos os Demônios de "legal". Zarkos deu um passo em sua direção. A presença dele tornou o ambiente pesado. Os guardas imediatamente sentiram a pressão demoníaca. Nyra? Nada. Ela apenas olhou para ele. — Você é grande. Zarkos parou. — E você é pequena. Nyra colocou as mãos na cintura. — Ei! Pela primeira vez em séculos... Zarkos quase sorriu. Quase. — Quem é você? Nyra apontou para si mesma. — Eu? — Sim. — Nyra. — Apenas Nyra? — Tenho outro nome, mas ninguém usa. — E o que você é? Nyra abriu um sorriso ainda maior. Seus pequenos caninos apareceram. — Uma demónia. Zarkos ficou completamente imóvel. Ele sentiu novamente a energia dela. Era demoníaca. Mas não como a dos outros. Era... Pura. Antiga. E, principalmente... Compatível. Seu coração, que havia permanecido praticamente indiferente durante séculos, bateu uma vez com força. Tum. Zarkos estreitou os olhos. Nyra inclinou a cabeça. — Por que está olhando assim para mim? Ele não respondeu. Aproximou-se. Um passo. Depois outro. Nyra não recuou. Zarkos parou diante dela. A diferença de altura era absurda. Ela precisava levantar a cabeça para conseguir olhar diretamente nos olhos dele. — Você sabe quem eu sou? Nyra pensou. — Sei. — E não está com medo? Ela deu de ombros. — Deveria? Um guarda quase deixou a a**a cair. Zarkos ficou em silêncio. Nyra sorriu. — Você é o Rei dos Demônios, não é? — Sim. — Ah. Ela olhou para ele durante alguns segundos. Então perguntou: — Você tem comida? Silêncio absoluto. Zarkos piscou. — O quê? — Comida. Nyra apontou para a cozinha. — Estou com fome. Um dos guardas abaixou a cabeça para esconder uma expressão de incredulidade. Zarkos simplesmente encarou aquela pequena demónia. Mil e duzentos anos. Séculos procurando uma mulher capaz de sobreviver à sua essência. E a primeira criatura compatível que encontrava... Estava preocupada com comida. — Levem-na para a cozinha. Nyra abriu um sorriso. — Sabia que você era legal! Zarkos fechou os olhos por um segundo. — Não sou. — É sim. — Não. — É. — Nyra. — Zarkos. Ele abriu os olhos. Ela estava sorrindo. Sem medo. Sem reverência. Sem tentar agradá-lo. Sem saber que acabara de entrar no centro do universo daquele homem. Nyra caminhou para a cozinha como se conhecesse a mansão havia anos. Zarkos ficou parado observando-a. Então sentiu novamente. Aquela energia. Aquela compatibilidade impossível. E uma certeza começou a nascer dentro dele. Uma certeza que o assustou mais do que qualquer inimigo. Ela era a única. A única mulher em toda a história capaz de suportar sua essência. A única que poderia carregar seu sangue. A única capaz de lhe dar o herdeiro que ele procurava havia séculos. Mas havia algo que Zarkos ainda não sabia. Nyra não seria uma rainha silenciosa. Não seria uma mulher obediente. Não seria alguém que simplesmente aceitaria ordens. Ela era uma tempestade de um metro e cinquenta. E aquela tempestade acabara de entrar na vida do Rei de Todos os Demônios. Do outro lado da mansão, Nyra já gritava: — ZARKOS! Ele virou lentamente a cabeça. — O quê? A voz dela ecoou pelo palácio. — VOCÊ TEM BOLO? Zarkos permaneceu em silêncio. Então respondeu: — Temos. — QUANTOS? Ele olhou para um dos empregados. — Quantos bolos temos? O empregado, completamente confuso, respondeu: — Vinte e três, Majestade. Nyra gritou: — EU QUERO TODOS! Zarkos fechou os olhos. Pela primeira vez em muitos séculos... O Rei de Todos os Demônios teve v*****e de rir. E talvez aquela pequena demónia tivesse acabado de fazer algo que ninguém conseguira fazer durante mil e duzentos anos. Ela havia entrado no coração do monstro. Sem sequer perceber.

editor-pick
Dreame-Editor's pick

bc

Paixão sem limites

read
1.6K
bc

A Secretária Virgem do CEO

read
36.0K
bc

CASADA COM O FILHO DO MEU MARIDO

read
1.2K
bc

A Vingança da Esposa Desprezada

read
5.0K
bc

Amando Katharine

read
6.4K
bc

O Lobo Quebrado

read
130.5K
bc

Tudo Pode Acontecer - No Alto da Rocinha

read
8.1K

Scan code to download app

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook