Quando Dalilah se levantou com o som do despertador troando em sua mente, arrumou-se como um zumbi sonolento e desceu para ir à universidade. Vestia uma camisa de Nikolas, preta, larga, estampada com uma enorme caveira, calça jeans e botas sem salto. A mesa do café da manhã estava posta: uma mesa de dez lugares na sala de jantar, coberta por uma toalha branca, com jarras de suco, torradas, geleias, bolos ainda fumegantes. O café e o leite em bules. O cheiro de bacon frito misturava-se ao do café forte, do suco de laranja fresco e do bolo recém-saído do forno. O estômago de Dalilah roncou. Ainda assim, tudo aquilo parecia comida de vó, pelo exagero. Cassy tinha passado fome, então, abusou mesmo. Cassandra estava sentada, distraída, escrevendo em seu fichário. As olheiras profundas denun

