Hugo a beijou mais uma vez. — Escute… eu busco você para passar um tempo comigo. Mas é cedo para a gente passar para o meu quarto, e tenho certeza de que, se fizesse isso agora, você ficaria com medo de mim. Está curiosa, mas vai ficar com medo de mim… fui muito machucada, não foi? — Fui sim — Então vamos acalmar isso. Não me tente assim, porque senão eu não consigo me controlar. Venha… Ela se agarrou à cintura dele novamente, e partiram para a fazenda. Quando estacionaram e tiraram o capacete, ela ofereceu os lábios… e foi beijada. — Jura que não vai m.atar a sua curiosidade e vai deixar de me ver? — Você é muito s*******o para um motoqueiro, não acha? — Dever ser, Tamara. Eu volto logo. Tem telefone? — Não. Nunca pensei nisso, não precisa de um. — Vou mandar um telefone para

