Chegaram ao fundo da fazenda. O terreno era escuro, afastado, silencioso — perfeito para o que Mouse precisava fazer. Mouse arrastou Ítalo pela roupa como se ele fosse nada, um saco vazio. Abriu o portão daquele lugar, quase um pequeno chiqueiro. Empurrou Ítalo lá dentro e trancou por fora, com cadeado. Ítalo se lançou contra as grades de madeira. — Ficou maluco?! Eu sou seu avô! Me solte! Mouse o encarou pelo vão , com um desprezo enorme, nunca tinha sentido tanto nojo de uma pessoa, como sentia daqule velho, nunca. — Meu avô? A risada veio mais divertida , porque finalmente, ele estava no lugar que merecia ficar... um porco nojento, devia ficar no chiqueiro. — Não é meu avô, não é nada. . Porque pai da minha mãe você nunca foi. O que você foi… foi o algoz dela, por sua culpa, el

