Mouse parou olhando para o farmacêutico; tinha pensando em dar de presente, mas não valia pena, mas aquela pessoa já era uma bagunça total, tinha se arrependido amargamente por todos os pecados que cometeu… Mouse ma.l pensou, a cabeça fervendo, e apenas sentiu o impulso subir. Puxou a arma da cintura — era uma arma antiga, tinha sido a primeira dele, a primeira tinha comprado justamente para atirar nele, mas tanta coisa tinha acontecido desde então…perdeu a arma, mas recuperou para usar ali, e ele nem pensou muito, só puxou o gatilho. O sangue jorrou no azulejo, espirrou na porta, escorreu pelo balcão. Gino apareceu na mesma hora, encarando a cena: — Não, Mouse… minhas paredes não — Gino reclamou, cruzando os braços— Manchou toda a minha parede, devia ter o jogado para Dudu e Belinha..

