Mika estava presa embaixo de Mouse. Tinham se beijado, tinham trocado carícias, tinham chegado ao orgas.mo com toques, e ela ainda respirava rápido, quente, aberta para ele. O sorriso dela só morreu quando sentiu Mouse tentar pressionar contra o corpo dela — um ângulo errado, um susto frio atravessando a espinha dela. — Não, Mouse… — a voz saiu trêmula. — Fica quieta, Mika. Se ficar quieta, eu… não machuco, se ficar quieta não dói. Ela arregalou os olhos, porque o tom de voz dele ficou muito pesado. — Mouse… é uma punição? Afinal ele tinha sido machucado para a salvar, talvez quisesse que ela sentisse a mesma dor. Isso o fez parar na hora. Ele ergueu o corpo, apoiando o peso nos braços, e olhou para baixo, avaliando o próprio movimento, percebendo para onde estava indo. Soltou-a dev

