Mateus beijava Makrisla, mas ela se afastou rindo, fugindo um pouco daquele calor que ele sempre trazia. — Volta aqui, eu… — ele reclamou, tentando puxá-la de novo. — Eu vou lavar roupa, — disse ela, pegando o cesto — lavo as suas também. Ela correu e foi bsucar o cesto, havia poucas peças, e podia levar sozinha sozinha. Ela foi se sentar numa pedra grande, esfregando as roupas com calma, concentrada no serviço. Mateus não resistiu: caminhou até lá em silêncio. Quando a encontrou sentada sobre a pedra, meio dentro da água, os pés submersos e o sol batendo nos cabelos, ficou sem ar. Parecia uma sereia. Uma ninfa. Nem ela sabia, mas ele sabia — sabia e gostava muito. Ele assobiou só para que ela notasse a presença dele. Dessa vez, decidiu fazer tudo direito. Makrisla levantou o ro

