Salomão estacionou na porteira de uma fazenda pequena; viu alguns bois caminhando soltos no pasto e cinco ou seis homens trabalhando mais ao fundo. Um deles olhou para ele. — Procuro por Quintin. — Sou eu. O que deseja? — Preciso falar com você. Sozinho. — Venha. Vamos para a sala lá no fundo. Salomão o acompanhou. Provavelmente o fazendeiro estava imaginando que ele fosse só um possível cliente — e, pior, talvez odiasse médicos, depois de tudo que passou.. — O que é comigo? — Você foi um dos internos do hospital de Colorado, certo? O homem empalideceu. — Fora daqui. Fora. — Eu não posso sair. Tenho algo do seu interesse para contar. — Nada daquele lugar me interessa, nada. Eles me roubaram tudo e não devolveram nada. Saia. Fora. Não quero saber, Salomão continuou parado. —

