Dulce olhou para a camisola que tinha escolhido… prendeu o cabelo em um turbante improvisado. — Onde vai, Dulce? — Makrilsa perguntou, sonolenta. Dulce deu um sorriso quieto para ela e saiu. Os outros todos dormiam. Ia passar pela porta, mas acabou pulando a janela, tinha mais tempo de fuga assim, era uma loucura deliciosa, talvez outra mulher corresse daquele “brincadeira”, mas Dulce adorava e o namorado era valente, marrento, perfeito… e, a partir daquele dia, não queria mais nenhum dia longe dele. Quando ele tinha muito trabalho à noite, ela até dormia com Makrila, mas agora não faria mais. Correu pela mata… parou… e escutou os passos dele; ele estava quase ao seu lado, como se tivesse farejado o caminho, quase que a alcançando. Dulce continuou correndo naquela brincadeira que pareci

