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Hidden Paradise

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Blurb

Construir um império é difícil, mas comandar o império de outra pessoa, pode ser mais difícil ainda. Rebeca agora é quem chefia os negócios da Kim, uma advogada rica, nascida em berço de ouro, que sempre teve tudo, quase tudo, só não conseguiu ter um filho gerado em seu ventre, mesmo que com problemas de saúde ainda que não tão graves. Com a ajuda da Rebeca, uma jovem especial, que possui um dom, ela viu a oportunidade de conseguir, realizar seu maior sonho. A questão é, até onde ela irá pra conseguir isso?

Alguns dizem que o dinheiro é o hino do sucesso, é a razão da nossa existência.

Para a Rebeca nunca foi o mais importante, até então, mas agora o paraíso está nos seus olhos, compras excessivas, overdoses e mortes, borrando as linhas entre o real e o falso, correndo em curvas sinuosas, com seus sonhos e sua fúria.

Ela estava vivendo no escuro, achando que nunca ia brilhar!

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Capítulo 1
Olá, leitores! ❤️ Sou Diene Médicci, autora desde 2017, com mais de 60 livros publicados, explorando diferentes gêneros e histórias. Espero de coração que você goste deste livro e aproveite cada capítulo. 📚✨ Enquanto estiver lendo, deixe seus comentários e compartilhe suas opiniões, teorias, surtos e impressões sobre a história. Adoro acompanhar o que vocês estão achando, saber quais personagens estão conquistando ou irritando vocês 😂 e conversar durante a leitura. Quando chegar ao final, não se esqueça de deixar sua avaliação sincera. Ela é muito importante para mim e também ajuda outras pessoas a conhecerem meu trabalho. Obrigada por escolher uma das minhas histórias. ❤️ Boa leitura! ATENÇÃO! ESSE É O TERCEIRO LIVRO DA SÉRIE, DONOS DO ASFALTO. SE VOCÊ NÃO ACABOU O 1 E 2, NÃO LEIA ESSE. LIVRO UM: Dark Paradise LIVRO DOIS: LOST PARADISE LIVRO TRÊS: HIDDEN PARADISE Capítulo 1 Após a Rebeca conseguir o que queria, se impondo e mostrando que não estava lá à toa, ela foi esticar a noite com o Pablo e os amigos dele, deixou todos para trás sem entenderem muito bem o que estava acontecendo, incluindo o Ramon, que só queria tirar ela de lá e conversar melhor, como se fosse fácil, ela apenas aceitar e confiar. Ele voltou para junto dos outros, disse revoltado que ia embora e que não queria saber de nada daquilo. A Lara falou irônica: — Deixa eu adivinhar, seu plano do anel deu errado? Por que vocês, homens, são tão previsíveis? Ele disse, encarando o Noah profundamente nos olhos: — É, eu só quero saber qual a m.e.r.d.a que está acontecendo aqui. Vocês dois eu até entendo, não é surpresa pra ninguém, mas ela? Isso não encaixa! A Kim falou que eles tinham se entendido, relevando o m*l entendido que o Noah causou. O Levi respondeu irônico: — E por isso ela só te olhou com desprezo, como se você fosse uma laranjinha podre vertendo vermes a noite toda? Ahhhh, querida, essa história está muito m*l contada! O Noah falou, interrompendo: — Eiii, deixa ela. Eu já falei com vocês, a Rebeca é da família e ela só precisa de um tempo, porque realmente não é como nós e erramos com ela. Muito! — Todos aqui nesse clã, temos culpa, Estela, Lara, Ramon, Levi, nós dois também. Já passamos por muitas coisas juntos e eu nunca abandonei ninguém! — Agora nós precisamos de vocês, da nossa equipe, somos família. É aí que a nossa história começa! A Lara falou rindo: — Não, desculpa, é que, se ela é família, tá rolando muito i.n.c.e.s.t.o! Eu vou embora, pra mim já deu, é um po.rre aguentar vocês sóbria! Ramon, vamos? Ele disse sério: — Já faz um tempo que não somos como uma família, tô fora! É pra valer. Ele se aproximou da Kim, acariciando a barriga, falou: — Você sabe que pode contar comigo, né? Sempre. Me dá notícias e se cuida! Eles se despediram com um abraço, foram embora metade deles. A Kim falou que queria ir também, a Estela e o Ayres foram com ela. O Noah ficou sozinho com o Armando, bebendo, começaram a conversar e, cheio de curiosidade, o Armando fez perguntas, queria entender o porquê de a Rebeca estar lá de volta, como se fosse importante. O Noah desconversou, disse que tudo aquilo que aconteceu antes foi um m*l-entendido, coisa da Kim. Os dois foram pra outro lugar juntos, uma festa, a Kiara tinha ido embora e o Armando sempre ficava mesmo no hotel. O Tato, após a morte da Julie, se aproximou muito da Rebeca, ele era meio solitário, assim como ela, e os dois eram duas pessoas tachadas de esquisitas, fora dos padrões. Foram pra uma balada e ficaram no camarote. Todo o tempo, o Pablo estava cercando a Rebeca, tentando agradar, conversando, pegando nela sendo afetuoso. Ela não estava agindo como antes e disse, assim que chegaram na festa, que não iria mais ficar com ele, por causa do que ele fez ficando com outra. Ele disse que até era culpado, mas que nem tanto, pediu uma oportunidade para se redimir. Ela respondeu rindo: — Talvez, como seria isso? Eu fiquei bem magoada, muitoooo! Eles estavam em pé, conversando, encostados na sacada da área de fumantes. Lá embaixo, no estacionamento, o Noah estava chegando com o Armando e ficou olhando de longe. O Pablo respondeu, chegando mais perto dela, olhando no olho: — Eu vou começar me desculpando, sinto muito por ter magoado você, eu errei. Te dei um presente, mas não é para te comprar, de forma alguma. Porque você não está à venda e, se estivesse, valeria muito mais! Ela disse rindo, jogando o cabelo, fazendo charme: — Entendi, muito mais. E aí? Ele manteve o olhar fixo, foi acariciando sutilmente a coxa dela, subindo, passando pelo quadril, cintura, a segurou com firmeza, a virou de costas pra ele e continuou falando a puxando contra si: — Quero ver você usando só o colar, e mais nada. Vou te dar um banho de hidromassagem, eu tô ligado que você gosta! — Vamos tomar aquele champanhe rosé que você curtiu e depois, se você ainda não quiser fazer amor comigo, vou te levar pra jantar fora e te tocar por baixo da mesa, mas isso não seria um problema, suponho? — Já que você gosta de ir devagar, e é assim que eu vou te tocar. Ele estava com a mão na barriga dela, acariciando, abraçado por trás. Ela mordeu os lábios, estava imaginando aquilo tudo, foi ficando excit.ada, suspirando, fechou os olhos quando ele começou a falar no ouvido, dando beijinhos no pescoço. Ele tirou as mãos dela, colocou na sacada, prendendo-a entre seus braços, deu uma risadinha saffada, olhou para os lados, continuou falando, prendendo-a, mas sem encostar: — Vou deslizar minhas mãos por baixo do vestido, enquanto esperamos a bebida, só vou tocar suas pernas e te sentir arrepiada, você vai ter que conversar comigo porque não podemos ficar em silêncio, é claro, pode me contar sobre um filme ou sobre seus treinos, tanto faz, mas você não pode silenciar. — Quando as bebidas chegarem, vou tomar um pouco e puxar sua calcinha para o lado, com certeza não será difícil, já que ela é sempre pequena e, particularmente, uma tentação pra mim. — Vou te tocar com carinho, sutilmente, e não vou te penetrar, vamos sem pressa, né? — Mas, se perder a fala ou der um mínimo gem.ido que seja, vou colocar meus dedos em você e te fazer ficar tão molhada que vai ser difícil terminar o jantar. — Vou te dar um beijo e, se você g.o.z.a.r, vamos para o carro, no estacionamento mesmo, e vou te pegar lá. Ela se virou, disse encarando ele, rindo, toda vermelha, constrangida: — Para com isso! Não vai rolar. Quanta bobagem! Ele deu risada e falou, quase beijando: — Aposto que você está molhada, não é? Ela se virou de costas, rindo, disse que talvez. Ele falou: — Meu carro tá logo ali, se precisar de uma mão pra resolver isso, eu tô aqui. Ela disse que ia voltar para dentro e falou debochada: — Tenho duas mãos, eu posso me virar sozinha. Ele respondeu, segurando ela pelo braço: — Não, espera, olha o jeito que você me deixou, c.a.r.a.m.b.a, você é f.o.d.a. Dá um tempo aí. Tô durão. Ela disse irônica, encostando ao lado dele: — Hummmm, p.e.r.v.e.r.t.i.d.o! Que menino levado você é.

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