Ele perguntou curioso como ela via ele antes. Ela respondeu em pé na sua frente, de braços cruzados:
— Ahhh, você era legal, irritante de uma maneira boa e gentil comigo, mesmo sendo marrento. Quando me deixou dirigir seu carro, eu quase pulei de alegria, era algo muito grandioso alguém me emprestar algo, confiar em mim pra fazer aquilo.
Ele sorriu nostálgico, a puxou pra perto, disse debochado:
— Sabe que eu fazia isso só pra te pegar, né? Não era por confiar não.
Ela se aproximou em pé, enfiada no meio das pernas dele e o abraçou, disse irônica:
— E não deu nada certo! Às vezes eu sinto falta da menina que eu era.
Ele falou segurando o rosto dela sutilmente, se aproximando para beijar:
— Eu gosto da mulher que você se tornou, mas também gosto da menina que você era.
Ela virou o rosto pra não beijar, ele falou sério:
— Sabe que ela nunca faria isso por você, né?
A Rebeca sorriu e respondeu quase beijando:
— Mas eu não sou ela, tenho uma proposta, um beijo aqui agora e vou embora, ou nada de beijo e vamos sair daqui, dar uma volta, só como amigos.
Sutilmente, ele deu um selinho, foi levantando, dizendo que ela estava brincando com o fogo. Rindo, ela disse que ia apagar, pediu pra ele ir atrás com o carro dele.
Ela foi na frente com o carro da Kim, parou em uma rua deserta, ele estacionou atrás, desceu perguntando o que iriam fazer lá. Ela estava dentro do carro ainda, falou tirando a blusa, ficando de sutiã:
— Me dá sua camiseta! Vai logo, Noah.
Sem entender, ele tirou e deu, ela vestiu, tirou os sapatos e a calça, falou descendo do carro, mexendo no celular:
— Vamos nadar, no clube, tira seus tênis caríssimos, porque se precisar correr vão ficar pra trás. Deixa o celular e a carteira também! Vou atender o Pablo, vê se fica quieto.
Ele nem respondeu, foi indo para o carro dele. Ela atendeu:
— Oii, desculpa não responder, eu estava com uma amiga.
O Pablo queria conversar, saber como foi o dia dela, toda atenciosa ela conversou bastante, contou tudo da audiência, disse que estava chateada, triste, perguntou quando ele voltaria, disse que não sabia onde ia estar no fim de semana. O Noah ficou ouvindo tudo, assim que ela desligou, ele falou intrigado:
— É sério o lance de vocês?
Ela disse rindo, se preparando para pular o muro:
— Não é da sua conta!
Ele disse irônico:
— Ah, não? E se ele souber que você está comigo?
Ela pediu ajuda, ele ajudou ela a subir, foi logo atrás, pulou primeiro e a pegou pra descer, pela cintura. Ela falou se afastando, tirando as mãos dele de sua cintura:
— Conta pra ele se quiser, eu não me importo. Vê se fala baixo, se tiver algum vigia no portão da frente, vai ouvir o eco e vir aqui. Não pula na água também, vem, anda logo.
Ela esticou a mão e ele segurou, foram indo sorrateiros, com a adrenalina de quem estava fazendo coisa errada. Chegando na piscina, ela falou que não se lembrava de qual lado era o fundo. Eles estavam na beirada, ele falou segundos antes de empurrar ela:
— Vai ver então!
Ela caiu na parte funda, que não dava pé, ele pulou em seguida, mergulhou e a pegou. Ela deu risada irritada, se agarrou nele, o xingando de i****a. Ele falou a segurando perto demais, entre a borda da piscina e seu corpo:
— Xiuuu, quer que achem a gente aqui?
Ela disse irônica o sentimento duro e******o roçando o p*u na sua i********e:
— Talvez!
Ele estava com a mão na cintura dela e ela com as pernas em volta dele, ele deu um tranco, a fazendo se encaixar para o sentir melhor e******o. Ofegante, com o coração acelerado, ela falou baixinho:
— Noah, não faz isso!
Ele disse acariciando suas costas, descendo até o quadril, apertando com firmeza, pegando no b.u.m.b.u.m, a fazendo se esfregar nele intimamente:
— Não tô fazendo nada, ainda!
Reagindo aos estímulos e já excitada, ela se inclinou um pouquinho para trás, querendo mais, e se mexeu indicando isso, movimentou o quadril para tê-lo cada vez mais perto. Ele enfiou a mão no meio do cabelo dela, puxou forte e falou tocando seus lábios sutilmente com os dele, enquanto colocava sua outra mão dentro da calcinha dela, a invadindo de uma vez, sem alarde ou demora:
— Tem que tomar cuidado ao brincar com o fogo, qualquer hora você vai se queimar!
— E eu adoraria fazer isso, te f.o.d.e.r com toda minha força e te fazer implorar pra levar tapa, vou te tratar como minha p.u.t.a, fazer ser tão gostoso que você não vai conseguir parar.
Ela estava de olhos fechados sentindo sua i********e latejar, gemendo e se mexendo lentamente a cada vez que os dedos dele se mexiam, fazendo pressão no c******s, entrando e saindo com precisão, em um ritmo perfeito, naquele momento em que seu orgasmo precoce já se aproximava, ela se entregou e soube que seria dele, de uma vez por todas, abraçada, se aproximou para beijar...
Com toda sua vontade, foi logo beijando de língua, matando sua sede desenfreada por ele. Enquanto se beijavam ardentemente, ele parou de tocar, tirou a mão e foi a afastando pela cintura, parou de beijar. Faltava muito pouco pra ela atingir o clímax e chegar ao o.r.g.a.s.m.o, ele, com toda sua experiência e malícia, sabia disso.
Sem entender, ela abriu os olhos, vendo que ia afundar na água sozinha, segurou na borda, estava com o rosto corado e a respiração ofegante. Ele falou debochado antes de mergulhar:
— Tá toda molhada e seu fogo ainda não se apagou!
Irritada, ela ficou rindo, tentando entender o que aconteceu, se virou de costas, ficou quieta. Ele nadou um pouco e logo voltou pra perto, falou com provocação, jogando água nela:
— Você disse que a gente ia sair, só como amigos.
Ela se virou, falou querendo rir, envergonhada:
— É, vamos só esquecer disso. Você sabia que eu tenho medo de água?
Ele disse que não sabia, encostou ao lado dela sem contato algum. Ela respondeu:
— Quando eu era pequena, sempre nadava com o Neto e uma vez o babaca do Júlio caiu em cima de mim na água e eu me afoguei. Eu nunca gostei dele, sempre colocava o Neto contra mim ou fazendo o que eu não gostava. E você nunca gostou do Neto, né? Queria entender por quê!
Ele disse rindo:
— Eu? Nada a ver, ele que não gostava de mim! E você, sente falta dele ainda?
Ela disse sorrindo nostálgica:
— Claro, era meu melhor amigo de uma vida inteira, fazem só alguns meses que a gente se afastou, às vezes eu vejo algo ou, quando acontece alguma coisa, eu penso que queria falar pra ele e é estranho não ter mais ele na minha vida.
— Eu fiz isso e hoje nem entendo o porquê, machuquei ele e muito, dei a entender que estava com você até, na última vez que nos vimos, ele viu o carro e reconheceu, fez perguntas, eu fui embora sem responder.
— Você fez de propósito, né? Me mandou com aquele carro, o mesmo que você já tinha ido lá outras vezes.
Sério, ele confessou que aquilo passou pela cabeça dele, mas que, na verdade, achava que ela não voltaria. Chateada, ela falou encarando ele, com a cabeça apoiada nos braços:
— Por que você faz essas coisas? Inventou toda aquela história da Aisha e do Neto, era sua irmã, você manchou a imagem dela e pra quê? Fez eu duvidar da única pessoa no mundo que eu acreditava e amava de verdade.