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886 Words
que aquele homem não é confiável, todo mundo sabe como Carioca surta toda vez que escuta falar da filha e da Brenda, estou achando que estão fazendo isso, para fazer ele enlouquecer – ela suspira – eu preciso ir, eu passos mais tarde para ver ele. Eu assinto com a cabeça. O que eu vou fazer? Capítulo 52 Carioca narrando Eu olho o relógio e era mais de 22h da noite, eu desço as escadas e sinto cheiro de comida, vou direto para cozinha e encontro Perpetua jantando. — Eu não quis te acordar – ela fala Eu não falo nada, apenas vou em direção ao armário e pego um prato e me sirvo e me sento para comer, estava morto de fome e com uma dor de cabeça dos infernos, eu olho para o pescoço de Perpetua e vejo que ele está roxo. — Foi m*l – eu falo e ela me encara – por ter te machucado. — Você está melhor? — Porque está preocupado comigo? — As pessoas normais se preocupam com as outras e eu também não quero seu m*l Carioca, eu estou dentro da sua casa e do seu morro, protegida de voltar para cadeia, você me tirou daquele inferno, então – eu corto ela — Está me tratando bem por interesse? — Também – ela responde e ela serve o copo de suco e me entrega e eu olho o copo – Eu não envenenei, não sou capaz de m***r ninguém. Eu pego o suco e tomo um pouco, ela continua comendo e eu também. Eu olho para ela e fico reparando nela e lembro do que tinha conversado com Medeiros mais cedo, — Eu aceito a sua proposta. — Proposta? – ela fala — A gente usa você para atrair o Kaique e você pega as suas filhas e eu o mato. — E depois eu estou livre? — VocÊ está livre – eu respondo para ela – livre para viver onde você quiser com as suas filhas. — E minha ficha na policia? – ela pergunta — Tenorio dar um jeito para nós – eu paro de comer e a encaro. — E quanto tempo demoraria isso? — 30 a 60 dias, o tempo mínimo para chegar meu armamento pesado , estou com pouca munição. — E você me deixaria viva até esses 60 dias? – ela pergunta e eu abro um sorriso de canto para ela. — Estamos fazendo um acordo, não é mesmo? Quando eu dou a minha palavra Perpetua, eu cumpro ela – eu respondo e ela me encara. Ela parecia pensativa e fica em silêncio, os pensamentos dela pareciam voar e ela larga os talheres sobre o prato, ela tremia toda. — O que foi? Achei que você queria o acordo? – ela me encara — É que eu estava pensando em mais cedo – ela fala — Esquece mais cedo – eu respondo para ela – eu não vou mais me drogar, eu também não quero falar mais naquela pessoa e nem mesmo em Vitoria, essa história toda me faz m*l. — Eu sinto muito de verdade – ela fala — Eu não preciso da pena de ninguém – eu falo me levantando e ela se levanta também e para na minha frente. — Estão todos preocupado com você – ela fala – você tem pessoas que gosta de você aqui dentro Carioca, sua tia, seu primo , seus amigos. — Você não é minha mãe Perpetua para me dar lição de moral. — Não quero te dar lição de moral, estou apenas falando a verdade – ela fala Ela se aproxima em passos lentos até onde eu estou e para na minha frente, ela fica na ponta dos pés e aproxima seu rosto do meu, eu a encaro estreitando os meus olhos para ela e ela me encara também mordendo lentamente os lábios da sua boca, ela aproxima os lábios da sua boca nos meus e a gente começa a se beijar lentamente. Ela entrelaça as suas mãos no meu pescoço e eu puxo seu corpo para perto do meu, passando uma das minhas mãos pelas suas costas e descendo lentamente pela sua b***a e a outra mão pelos seus cabelos, o nosso beijo fica mais intenso. — Carioca – A voz de Ursula soa e eu me afasto de Perpetua – Então, você realmente está com essa garota? — Ah não – eu falo passando a mão pelos cabelos. — Ah não digo eu – Ursula fala – como pode você ficar com ela? — A gente não tem mais nada Ursula, mais nada – eu falo – vaza daqui garota. — Eu amo você Carioca – Perpetua me encara — Vaza daqui, antes que eu mande m***r você – Ursula me encara e eu vou para cima dela com a a**a na mão e ela sai de dentro da casa rapidamente. Eu me viro para Perpetua e Perpetua me encara. — Eu tenho que ir – eu falo para ela — Claro – ela responde — Depois a gente conversa. — Ta bom, se cuida – ela fala – vê se você sabe. — Pode deixar – eu respondo para ela. Eu saio de dentro da casa pensando ne que m***a foi esse beijo tão intenso e calmo dessa forma.
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