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2051 Words
Perpetua narrando Eu estava me sentindo estranha, um pouco zonza e minha cabeça estava girando. — Oi – A garota que a Lisandra disse que era a Heloise se aproxima – você é a Perpetua? Prazer Heloise. — Oi, prazer – eu respondo — Oi Lisandra. — Oi – Lisandra responde — Ela não gosta de você – eu falo sem saber porque eu estava falando isso. — Cala boca Perpetua. — Você disse que não gosta dela. — Você não gosta de mim? – Heloise pergunta. — Não – Lisandra fala — E porque você não gosta de mim? — Porque você ficava dando em cima do meu noivo quando morava aqui. — Eu? Ficava dando em cima do Medeiros? – Heloise pergunta — Lisandra disse que você é uma biscate. — Cala boca Perpetua – Lisandra fala — Ela tá bêbada – Heloise fala — Sim – Lisandra fala — É mas bêbado fala a verdade. — E eu também estou bêbada e vou falar na tua cara que você é uma biscate – Lisandra fala para ela. — E você é o que garota? – Heloise pergunta – uma trouxa, Medeiros te trai com o morro da Rocinha inteiro, sua trouxa. — Cala boca sua biscate – Lisandra pega nos cabelo dela. — Ei ei – Carioca grita – chegou as duas. — Para com isso – Medeiros fala para Lisandra — Essa biscate falou que você me trai com oo morro da Rocinha inteiro – Lisandra começa a bater no Medeiros. — Você disse isso? – Rk pergunta para mulher dele. — Falei, ela disse que dou em cima do Medeiros, então eu falei também p***a – Heloise fala. — Biscate – Lisandra chama ela — Corna – Heloise fala — Eu que comecei tudo – eu falo — Ela tá bêbada – Rk fala para cArioca. — Lisandra deu bebida para ela, Perpetua nunca deve ter bebido na vida – Carioca fala – quantos dedo tem aqui? — 5 – eu falo – dez, quinze, vinte — c*****o – Carioca fala. — Ela disse que não gosta dela – Perpetua repete – ela disse. — Cala boca Perpetua – Medeiros fala para mim. Carioca narrando As três beberam de mais, Lisandra começa a discutir com Heloise, Heloise começa a discutir com Lisandra e Perpetua olhava as duas. — Cadê o copo? – eu pergunto vendo ele no chão, eu pego e cheiro e vejo que tinha d***a. – você drogou ela Lisandra. — Uma balinha. — Vem Perpetua. — Não – ela fala — Vem que eu estou mandando. — Eu não quero – Perpetua – elas vão brigar, quero ver a briga. — Vamos – eu falo colocando ela sobre o meu ombro e subo as escadas para o terceiro andar. — Me larga – Perpetua batia nas minhas costas – Me larga agora. — Não largo – eu respondo – que foi, me deu lição de moral para não dar Pt e quem deu Pt foi você garota? Abro a porta do quarto com a minha digital, que eu tinha mandado fazer um quarto para mim no 3 andar para facilitar as coisas no baile e fecho trancando a porta e jogo ela na cama, a mesma fica de joelhos me encarando. — Você causou uma guerra lá embaixo. Perpetua me encara e começa a rir que nem uma maluca, eu passo a mão pela cabeça Eu e a encaro e percebo que talvez essa era a hora de tirar a verdade dela. — Perpetua – eu falo a encarando. — Quem é o pai das suas filhas? — Que filhas? – ela pergunta — Suas filhas, as suas filhas. — Eu não tenho filhas – ela fala – eu tenho filhas? – ela pergunta — Você lembra como você veio parar aqui? — Eu estava na cadeia e fugi com você. — E porque você fugiu? — Para ficar livre, para sair da cadeia. — Sim, mas você tem um motivo para querer ter fugiod, não? Eu me aproximo dela e ela parece pensar, quando eu me apoio na cama e fico de pé na ponta da cama, ela se aproxima de joelhos para perto de mim, ela abre o meu calção e tira o meu p*u para fora, ela começa a passar a sua língua pelo meu p*u. — Eu estou falando com voce~. — Eu quero leite , não quero falar – ela repete. Ela começa a coloca ro meu p*u dentro da sua boca e começa a mamar gostoso, eu agarro em seus cabelos já esquecendo que queria tirar alguma verdade dela e começo a enfiar meu p*u dentro da usa boca, eu fecho os olhos sentindo a sua boca deliciosa no meu p*u, a sua língua fazendo movimentos giratórios nele, eu soco o meu p*u na boca dela com força até sair lagrimas do olho dela, eu a jogo na cama e vou para cima dela beijando a sua boca e rasgando toda a roupa que ela usava. — Confessa que eu te enlouqueço – ela fala me encarando. — Você vai se odiar por ter bebido – eu olho para ela. — Não se você me fazer ter boas lembranças. — Você ficou maluquinha – eu falo beijando o pescoço dela e passando a minha mão por todo o seu corpo. Capítulo 59 Leila narrando Eu estou bem perdida aqui dentro mas fotografava tudo o tempo todo, eu olho para cima do camarote e pego lentamente o meu colar como se eu tivesse apenas arrumando ele, mas posiciono de uma forma que eu conseguisse pegar a Perpetua com a fiel do Medeiros o sub do morro na grande, as duas conversando. — Aceita uma bebida? — Não, obrigada. — Qual é? Aceita aí – o cara flaa — Eu já disse que não, obrigada. Eu saio andando e vejo que aquele homem fica me encarando, então resolvo ir até o banheiro feminino que tinha uma fila gigante e fico ali esperando a minha vez apenas para despistar aquele homem que ficou me encarando depois que eu dei o fora nele. — Vocês viram aquela garota que está com Carioca? Ele chegou de mão dada com ele – uma menina na minha frente fala. — Ursula esta se moendo de ciúmes, disse que não vai deixar ela virar fiel dele. — Mas ela vai virar? – eu fico ali escutando. — Os dois chegaram junto, ela está morando com ele e vivem junto, acho que ela sera a nova Brenda. — Se será a nova Brenda, vai acabar morta que nem ela – a guria fala rindo — Tomare, Ursula vai ficar feliz. Eu fico abismada com a conversa que eu tinha escutado, mulheres tentando diminuir uma as outras. Depois de quase meia hora esperando, chega uma vez e eu apenas entro no banheiro, fecho a porta e me recuso fazer xixi, já que o banheiro estava imundo. — Está demorando de mais garota – alguém bate na porta eeu logo abro – tá achando que está em casa? — Eu m*l entrei. — Anda, vaza – a garota fala e eu saio. Elas começam a rir e eu reviro os olhos para essas garotas fúteis, eu saio para fora e dou mais uma olhada geral, não tinha conseguido ver o Carioca mas ele estava no baile com a Perpetua, eu a vi ela e a Lisandra e consegui diversas fotos. Eu sinto uma a**a encostar em minha cintura e uma mão passa pelo meu corpo. — Delegada – sinto um sussurro em meu ouvido – vamos sair daqui de dentro do baile lentamente, porque se alguém ver que estou te tirando daqui e descobrir que você é a delegada, você sai daqui morta e se sair bem caladinha comigo, você ainda tem uma chance de sobreviver. Eu respiro fundo , eu não precisava ver o rosto para reconhecer a voz, eu tento olhar para trás mas ele me empurra com sua cabeça para frente e eu apenas assinto com a cabeça e ele vai me guiando para fora do morro. — Para onde você está me levando? — Um lugar reservado para nós dois – ele me faz andar e descer o morro, ainda sobre a mira da a**a dele na minha cintura. Capítulo 60 Lk narrando Enquanto eles conversam, eu vou até o bar pegar mais bebida e é quando eu olho para baixo e vejo uma pessoa que parecia que eu conhecia muito bem, acho estranho porque aquela fisionomia não era estranha, eu desço as escadas do camarote me misturando no meio do baile, sigo aquela mulher com os olhos , até que eu a reconheço, era a delegada Leila. Só poderia ser ela, mesmo com uma peruca e uma lente de contato nos olhos, com aquelas roupas, a tatuagem em seu ombro não negava que era ela , eu pego a minha a**a e me aproximo por trás dela. Resolvo não avisar ninguém, antes eu iria saber o que ela queria aqui no morro. — Delegada – eu me aproximo dela e sussurro em seu ouvido , eu sinto que ela gela – vamos sair daqui de dentro do baile lentamente, porque se alguém ver que estou te tirando daqui e descobrir que você é a delegada, você sai daqui morta e se sair bem caladinha comigo, você ainda tem uma chance de sobreviver. Ela respira fundo e eu faço com que ela ande e eu a guio com a a**a em sua cintura, a mesma estava quase sem respirar, estava gelada. — Para onde você está me levando? — Um lugar reservado para nós dois – eu respondo fazendo com que ela desça para o morro até que eu a coloque em um dos barracos que eu tinha aqui, já que a muito tempo morei aqui e fui gerente da Rocinha – entra – eu falo a empurrando. — O que você quer comigo? – ela pergunta e eu aponto a a**a para ela — Tira a maldita peruca agora. Não em faça tirar de você – ela coloca a mão sobre os cabelos e tira a peruca. – o que você quer no morro? — O que você acha que uma delegada veio fazer no morro? – ela pergunta — E o que você acha que a gente faz com policia que sobe aqui? – eu me aproximo dela e ela continua aprada me encarando – você realmente acha que sai viva daqui? — E você vai me m***r? Me entregar para os seus amigos traficantes? — Deveria ter feito a tua cavera naquele baile. — E porque não fez? – ela pergunta me encarando – porque deve saber que eu não estou sozinha aqui dentro. — Você é amadora – eu respondo para ela. — Está me chamando de amadora? – ela pergunta me encarando – você não me conhece e nem conhece o meu trabalho para está me chamando disso, eu posso acabar com você e com os teus amigos. — Morta? – eu pergunto e abro um sorriso para ela – você não vai conseguir nada. Ela me encara. — Podemos tentar um acordo. – eu abro um sorriso debochado para ela. — Amadora – eu falo olhando para ela – que delegada com capacidade de enfrentar a gente, os três morros, subiria na maré sozinha? Você está sozinha aqui dentro, se eu te m***r, será apenas um corpo jogado em qualquer vala. — A gente pode tentar um acordo – ela fala – e você me deixa sair viva. — E o que entraria nesse acordo? Que você não me prenderia? Que deixaria a gente em paz? Não – eu olho para ela – sabe porque Delegada? Porque você é apenas uma mandachuva na mão de alguém e pelo jeito está atrapalhando os planos de quem manda, porque te enviaram aqui, exatamente para isso, para te matarem e a culpa não cair na policia. — Eu tenho uma filha para criar, ela é pequena, ela precisa de mim, eu entrego tudo o que eu consegui de provas para você e você me deixa ir. — E porque eu deixaria você viva? – eu pergunto para ela – por que motivo eu te deixaria sair daqui de dentro viva Delegada?
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