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570 Words
Leila narrando Antes de subir o morro, eu ligo para a babá da minha filha. — Preciso falar com ela. — Claro – ela fala – sua mãe. — Mamãe. — Filha, eu amo você muito. — Eu também mamãe. Estou com saudade, queria você dormindo aqui. — Eu também queria está com você, mas a mamãe chea logo. — Ta bom, eu amo você e o papai. — Eu também. Eu desligo o celular e tento ligar para o meu marido mas ele não me atende, sempre desligado, sei que ele estava no outro lado do mundo mas ele nunca me atendia e m*l falava comigo, era uma sensação r**m sempre que pensava nele e nessas viagens. Eu saio do carro e vou andando pelas ruas, alguns homens passam por mim e assobia, iria ter dois policiais apaisana aqui embaixo no morro mas lá dentro seria apenas eu, tudo que eu precisava era fotografar com uma mini câmera que tinha em meu colar o baile e os fugitivos da cadeia, eu acionava o botão no meu anel, então vou subindo no morro e acionando os botões diversas vezes, até chegar no baile, sou revistada para entrar e me liberam a entrada, eu estava com uma peruca loira, tinha colocado uma lente nos meus olhos e tinha me maquiado bem, uma roupa super curta e um salto que eu m*l conseguia andar, eu entro no baile, muitos homens armados, até mesmo crianças, mulheres seminuas, dançando no meio da pista, pessoas se pegando quase transando. Eu me sinto em um lugar de outro mundo, quase em um pesadelo, eu que cresci em uma família evangélica cheia de princípios, tendo uma educação totalmente diferente, chegava até ser preconceituoso da minha parte pensar dessa forma. Carioca narrando Eu acendo um baseaod. — Ph não veio? – Medeiros pergunta se sentando na mesa. — Não – Lk fala – você sabe, ele não quer sair para lugar nenhum. — Ele ainda vive em luto – Heloise fala – e precisamos respeitar, vocês ficam pesando para cima dele. — Faz tempo já – Rk responde a ela – a gente precisa incentivar ele a seguir a vida, era o que a Jessica iria querer. — Verdade – Lk afirma Eu fico em silêncio, eu fico observando Perpetua na grade com Lisandra e Lisandra insistia que a mesma levasse o copo de bebida para boca e a mesma negava o tempo todo, eu fico ali observando o sorriso inocente de Perpetua e sua inocência em está em um lugar desse, eu acho que ela jamais imaginou que participaria de um baile. — Onde o Lk foi? – Rk pergunta — Sei não – Medeiros responde. Lisandra consegue com que a Perpetua beba a bebida e eu me divirto vendo que ela faz cara f**a e quase cuspe a bebida toda, Ursula levanta e vem em minha direção. — Podemos conversar Carioca? — Fala. — Sozinhos – ela fala — Agora não, to afim não. — Fala sério carioca. — Eu disse que não – eu respondo para ela. — Eu quero conversar com voc~e. — Não escutou ele não? – Heloise pergunta – ele não quer falar com você. Ela olha para Heloise e sai de perto. — Ele não quer saber da Ursula, só quer saber da Perpetua – Medeiros fala — Vai a m***a – eu falo para ele e eles começam a rir.
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