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671 Words
Thiago | Coringa 🔥 - Rocinha Coringa, faço valer meu vulgo, nem sempre mas faço...Criado e crescido na rocinha. Sempre fui louco pela Alana, só não dava o papo porque era muito novinha...17 não é muito não mas já dá pra levar o chá. Na verdade quem levou o chá fui eu, até descobrir que ela tava tentando me passar pra trás. A vagabunda fazia curso lá na sul e tava se envolvendo com um verme, querendo me tirar como o****o de verdade, mas a prima gostosa dela deu o papo. Já tinha pegado maldade na danada, mas não tinhas olhos pra ninguém além da Alana, antes dela eu era cachorrão, não n**o, mas depois que firmamos nosso relacionamento, não teve erro da minha parte, sou bandido, não Judas. Mas também fui trouxa pra c*****o, fiquei pagando de pai e família perfeita até o pivete completar um ano...Até hoje não sei se sou realmente o pai dele. Matei o cara e fiquei com ela, quero ver ela sofrer até eu morrer. As vezes até desconto no pivete, não gosto disso, porque mesmo não sendo meu pivete ele não tem culpa de nada. Única coisa boa que essa filha da p**a me deu foi minha filha. Minha clarinha. Terminei de comer e joguei o prato na pia, a filha da p**a até que cozinha bem, saio da cozinha apagando a luz, passo pela sala fazendo o mesmo, passo no quarto das crianças vendo os dois dormindo juntos, caô da Alana, dizendo que não quer que eles se sintam sozinhos, é f**a ter que olhar para o pivete todos os dias e saber que ele é fruto de uma traição da vagabunda. Entro no quarto devagar e vou até minha princesinha, dormia agarrada no irmão dela, me aproximo um pouco e dou um beijo de boa noite nela, logo em seguida saindo do quarto. Caminho de volta para o meu quarto entrando de vez batendo o olhar em Alana que fingia estar dormindo, sonsa demais. __ hoje eu quero tu preta, mas eu quero na tua vontade. - falei me aproximando dela na cama, vejo o corpo se arrepiando com o meu toque e acabo rindo fraco, não entendo como ela foi capaz de fazer um bagulho que só estragou o que tínhamos, e até hoje paga de doida. __ eu não quero Thiago. - falou baixinho, cheia de vontade que eu tô ligado, neguei rindo. Filha da p**a me deixa cheio de t***o só com a voz de p*****a. __ só por hoje preta, tô com saudades pra c*****o. - falo baixinho no ouvido dela vendo ela esfregar uma perna na outra. - esquece os vacilos só por agora, namoral. - falei e nem dei tempo dela pensar muito, já encostei a minha boca na dela pedindo passagem com a língua, ela demorou mais cedeu, levo minhas mãos até a cintura dela sentindo o shorts de dormir e com pressa tiro ele, vendo que ela estava sem calcinha, a boca chega salivou, filha da p**a. Separo nossas bocas descendo a minha em direção do pescoço dela sentindo o cheiro de baunilha do hidratante dela que me deixa louco, vou trilhando os beijos até a alça da blusinha e fui baixando ela com a boca, ouvindo ela suspirar cheia de t***o, faço o mesmo com a outra alça da blusa e vejo os p****s saltar. Alana sempre teve p****s pequenos, o que não era problema pra mim, sempre fui fissurado nela, mas depois que engravidou da Clarinha ficou com os p****s bem maior, também a garota não para de mamar nunca, já vai fazer dois anos, mas vivi pra cima e pra baixo com o peito da mãe dela na boca, me fazendo inveja. __ p***a Thiago, que gostoso! - ela geme baixinho me levando ao delírio, era f**a o jeito que ela me tinha, fez o que fez comigo, e mesmo assim eu corro atrás igual um o****o, não faço do jeito certo, m as não deixo de me passar como o****o.
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