Capítulo IV - Alexandra

1967 Words
— Não acho que seja uma boa ideia, mesmo sabendo o que aconteceu, eu não vou voltar com você e nem te perdoar. - falei resistindo. — Não é isso que seu corpo está mostrando. - disse subindo sua mão para o meu seio esquerdo. Ele segurou de mão cheia, não posso negar que era bom, ele ainda mexia comigo, mesmo depois de tudo, meu corpo ainda respondia ele.  Mas o momento em que realmente se cedi foi quando ele beliscou o bico do meu seio,Eu gemia alto, ele entendeu como a permissão que precisavam. Ele me virou de frente e me encostou na parede, as mãos enlouquecidas passeavam pelo meu corpo, um beijo que me tirava o ar. Gustavo me ergueu e me levou para o sofá, eu não sei como, mas já estava só de calcinha. Ele abocanhou meu seio direito e ficou os olhos em mim, e isso só me dava mais t***o, ele desceu seus beijos pelo minha barriga e segurou as laterais da minha calcinha, e a puxou lentamente sem tirar seus olhos dos meus. Só mudou a visão quando olhou para o meio das minhas pernas e sorriu um sorriso safado. Depositou um beijo em minhas coisas e foi direto para minha buc3t@, eu não segurei um gemido e arquiteto as costas, ele realmente sabia o que estava fazendo. Ele me chupava de um jeito que nunca tinha achado outra pessoa, era tão bom, que eu já estava perto de gozar e ele ainda estava completamente vestido. Já estava bem perto quando de repente ele parou e levantou, eu não entendi na hora, só alguns segundos depois. De frente para mim, ele tirou a camisa, e que corpo lindo bem melhor que antes, abdômen trincado, uma tatuagem que não existia antes na costela do lado esquerdo, uma bela visão de homem, que ele sempre foi. Levou as mãos até a calça e a desabotoou deixando cair em seguida, ficando só de cueca e começou a descer lentamente, estava adorando a atenção que estava recebendo, e eu gostando do que vivia, quando ele tirou completamente a cueca eu subi o olhar e vi seu p*u grande e duro, e confesso que aquilo me deixou com água na boca, ele sorriu orgulhoso e veio até mim, entretanto eu não iria ser controlada. O parei quando estava em frente ao sofá, levantei passando minha boca bem perto do p*u dele, não iria dar esse prazer a ele depois do que tinha feito comigo, tenho certeza que ele sentiu o calor da minha boca, porque gemeu e foi um gemido muito gostoso. — Quem manda sou eu. - sussurrei no ouvido dele. — Sou seu. - concordou. O empurrei para o sofá e ele caiu sentado, eu montei nele, ainda sem penetração e comecei a me esfregar, ele jogou a cabeça para trás, eu aproveitei e o segurei pelo cabelo mantendo sua cabeça onde estava, levantei um pouco meu quadril e lentamente desci encaixando seu p*u dentro de mim, o gemido que ele deu foi longo, quando soltei sua cabeça ele me olhou e seus olhos brilhavam com luxúria, ele não colocou as mãos em mim, parece que entendia o que eu queria. — Ainda quente e perfeita. - disse. Comecei a me mover em cima, um sobe e desce, às vezes lento, às vezes rápido. Ele só me encarava e me deixava fazer o que quisesse. — Eu não consigo segurar por muito tempo, então vai primeiro. - falou com dificuldade. Eu não falei nenhuma palavra, mas me apressei em me dar prazer. Não demorou muito e eu gozei e foi bom, um prazer que a muito não sentia, e ele em seguida. Os minutos seguintes foram de silêncio, eu ainda estava sentada em seu colo com a cabeça em seu ombro e ele ofegante em silêncio e sem ainda colocar as mãos em mim, era estranho isso estar acontecendo depois de seis anos e ainda aparecer que era normal que ainda fazia parte da nossa vida, já era hora de ir embora. — Tenho que ir. - disse saindo de seu colo. — Por que tão cedo? Nem bebemos ainda, bebe comigo vamos selar a paz tentar pelo menos ser amigos. - falou. — Não sei se é uma boa ideia Gustavo. - responde. — E porque não? Já tansamos, não pode ficar mais esquisito do que já esta. - falou colocando a cueca. Eu assenti e vesti minha roupa, queria mesmo beber e conversar com alguém, mesmo esse alguém sendo ele, e com certeza não queria voltar para casa depois do que tinha descoberto. — Você vai ficar assim? - perguntei. — Não tenho nenhum problema, algum para você? - retrucou. — Não, a casa é sua. - falei. Gustavo estava só de cueca box para me provocar. Bebemos um pouco, quer dizer muito, conversamos como antes, como amigos que sempre fomos, acho que mesmo sem querer era hora de seguir para deixar a mágoa de lado, afinal caímos em uma armação. — Gustavo eu acho que devemos seguir em frente, eu guardei essa mágoa por muito tempo, eu tinha ódio de você mas depois do que descobri acho que devemos seguir já passamos por muita coisa sofremos também ponto que acha? - propus. — Eu concordo com você, foram seis anos amargando esse erro, e me odiando pelo que eu fiz, já estava na hora mesmo. Acho que falar com você me ajudou a tirar esse peso de mim e posso seguir com a minha vida novamente. - disse. — Agora me diz, como foram as coisas na minha ausência? Like várias coisas mudaram. Quem comanda aqui agora? Porque sempre tem um. - perguntei. — É um amigo meu, o Caio, ou cabeça ou chamam. Ele é legal, na medida do possível, mas ainda é o chefe. - explicou. — Sei como funciona, e você acha que meu irmão se envolveu com ele? - perguntei. — Olha como já falei para o seu pai, eu não me envolvo com isso, e também não defenderia. - falou. — Como assim, defender? - perguntei sem entender o porquê da afirmação. — Eu sou advogado terminal. - explicou. — Você teve a chance de defender meu irmão e não aceitou? Se o problema for dinheiro eu arrumo, mas você seria perfeito para isso. - argumentei. Gustavo levantou do sofá onde estava e andou um pouco, quando parou passou a mão pelos cabelos bagunçados e um pouco compridos, eu não entendi fiquei esperando ele falar. — Você acha que eu poderia ser o advogado do seu irmão, depois de sua mãe me separar de você? Ela passou os últimos anos da minha vida passando na minha cara que eu era o culpado de você ter ido embora. Sendo que foi ela a culpada por tudo isso. Eu gosto muito do Beto e se não fosse por ele eu nunca ia descobrir o que a Helena tinha feito. Eu odeio demais para ter que ficar perto dela todos os dias. - falou. Ele foi muito sincero no que disse, eu senti isso, mas era meu irmão, o moleque que brincou com ele que defendeu ele quando precisou, sei que minha mãe foi terrível mas Beto não tinha culpa. — Ele sempre foi seu amigo, ele sempre te defendeu, tivesse feito por ele ou talvez por mim. - falei. Levantei do sofá, larguei a garrafa e fui até a porta, Gustavo não fez nada só continuou parado exatamente onde estava e eu saí. 24 horas e só tive decepções de todos os lados, o que achei que seria pior foi o mais leve, mas descobrir de minha mãe era terrível, uma vida enganada por ela, o que mais ela esconde de todos? Do que mais seria capaz? Cheguei na porta, respirei fundo para não perder o controle e entrei. Meu pai estava na sala com vários papéis e uma calculadora. — Painho. - chamei. Ele levantou a cabeça e quando me viu levantou e veio a mim, eu o abracei forte estava com muita saudade, era ótimo vê-lo, ele era minha maior paixão o amava mais que a qualquer um, sempre me apoiava e me defendia. — Minha jujubinha que bom te ver, agora sei que as coisas vão melhorar. - disse. — É bom ver o senhor também painho, mas deixando os abraços para mais tarde, me diga como está o andamento do caso do Beto, eu estou aflita. - falei. — Nada bem, não consigo achar um defensor público, eles não se interessam pelo caso dele. — Onde você estava Alexandra? - perguntou dona Helena, eu fiz questão de não responder. — Filha, você não vai responder a sua mãe? - papai indagou. — Estava revendo amigos antigos. - responde com ironia, olhando para ela. — Você já foi para casa daquele inútil? Você não aprende mesmo não é. - disse de modo agressivo. — Como você pode ser tão sínica mãe? Você arrumou para não separar, foi maldosa, dissimulada e traidora. - abri o jogo não aguentava mais. Ela paralisou, era mesmo culpada por todo o meu sofrimento. — Você me viu ficar doente, e viu chorando todos os dias por ele e mesmo assim não fez nada. - falei. — Ele não te merecia. - disse. — Não cabei a você decidir, você mudou a minha vida a marcou de um modo r**m, por sua culpa eu nunca mais amei ninguém. E é por sua culpa também que o Beto não tem um advogado. - joguei na cara dela. — Foi por isso Helena que o Gustavo não quis o caso dele? - papai perguntou. Ela não disse nada, mas para quê? Já sabíamos que era verdade que ficasse calada mesmo. — Não se preocupe painho eu vou resolver, vamos tirar o Beto de lá. — Imagino que seja indo para cama dele, se é que já não foi. - acusou minha mãe. — Meu Deus, se não tem nada para dizer, nos poupe do seu veneno. Na vida eu sempre esperei a maldade vindo de outras pessoas, mas nunca da minha própria mãe. O que você tem contra ele? Você ou ataca desde o começo, e hoje mesmo sabendo que ele não é nenhum bandido* continua. Porque mãe? - perguntei, devia existir um motivo pra ela não gostar dele desse modo. — Um dia você vai entender. - falou. — Você não tem mesmo noção do que fez, né? Mas não se preocupe, nossa história acabou pelo m*l que você causou. Não existe volta para nós. - falei. — Ainda bem, ele não te merecia… — Já chega Helena, Você já fez o suficiente, não temos advogado por sua culpa, e com certeza temos muito que conversar. - papai a interrompeu. — Amanhã eu falo com ele papai. - falei o tranquilizando. — Você não pode voltar para ele filha. - disse mamãe. — Você ainda está falando comigo sobre isso? Eu não quero nunca mais tocar nesse assunto com você. Você não se mete mais na minha vida, nunca mais. - falei e fui para o meu quarto. Eu não tinha mais forças para nada, tudo tinha sido muito intenso. Saber da minha mãe, t*****r com o Gustavo novamente e esse embate aqui em casa já tirou toda minha energia. Tomei um banho e fui direto para cama, ainda tinha o gosto e o cheiro dele na minha pele, por vezes fiquei imaginando como ele estaria, como seria ficar com ele de novo e foi bom, mas isso não iria mais se repetir, porque depois de resolver a situação de Beto eu voltaria para faculdade, não poderia ficar aqui.  Eu nunca mais voltaria a t*****r com ele, o passado tinha que ficar me passado, por mais gostoso e tatuado que fosse.
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