Capítulo 20. Minha sogra

793 Words
Me chamo Vivi, tenho 26 anos, sou arquiteta e, para o resto da família, sou apenas a esposa dedicada do Edu. O que ninguém via, porém, era como meus olhos sempre buscavam os da minha sogra, Vânia, em todos os jantares de domingo. Vânia é uma mulher de 48 anos que parece ter sido esculpida em mármore, mas um mármore que estava começando a rachar. Ela é elegante, tem olhos profundos que guardam uma melancolia pesada e um corpo que as roupas sociais de "esposa de diretor" tentam esconder, mas que eu, com meu olhar treinado para estruturas e curvas, já tinha mapeado inteirinho. O problema dela tinha nome e sobrenome: o sogro, um homem autoritário, frio e que a maltratava com palavras que cortavam mais que navalha. Naquela tarde, meu marido estava em uma viagem de negócios e o sogro estava no clube. Eu fui até a casa deles, meu coração batia na garganta só de imaginar encontrá-la sozinha. Quando entrei na mansão, o silêncio era opressor. Encontrei a Vânia na cozinha, sentada à mesa, com os olhos vermelhos e um copo de uísque pela metade. Ela tinha um roxo discreto no pulso, onde o marido a segurara com força na noite anterior. — Vivi? O que faz aqui? — perguntou, tentando recompor a postura, limpando o rosto rapidamente. — Eu vim cuidar de você, Vânia. Do jeito que você merece. Não dei espaço para negativas. Aproximei-me e segurei suas mãos. A pele dela era madura, macia e estava fria. Comecei a massagear seus ombros, sentindo a tensão acumulada de décadas de submissão. — Ele não te vê, Vânia. Mas eu vejo. Vejo a mulher maravilhosa que está presa aqui dentro — sussurrei no ouvido dela. Vânia soltou um suspiro que pareceu carregar todo o peso do mundo. Ela se virou para mim, e o que começou como um abraço de consolo se transformou em algo elétrico. Eu a beijei. Foi um beijo cauteloso no início, mas ela correspondeu com uma fome desesperada, como se estivesse morrendo de sede em um deserto. Fomos para o quarto dela, o quarto que ela dividia com o homem que a diminuía. Ali, decidi que seria o oposto dele. Eu a trataria tão bem que ela esqueceria até o próprio nome. — Vivi, isso é loucura... — ela murmurou, enquanto eu abria os botões da sua blusa de seda pérola. — Loucura é você viver sem ser amada, Vânia. Deixa eu te mostrar. Quando a blusa caiu, vi a obra-prima que ele ignorava. Os sëios dela eram fartos, com o peso natural da maturidade, os m*****s rosados e sensíveis. Me ajoelhei diante dela e comecei a tirar sua saia lápis. A Vânia tremia, mas não era de medo, era de antecipação. A deitei naquela cama imensa e comecei uma exploração lenta. Eu beijei cada centímetro da pele dela, subindo pelas coxas, passando pelo abdômen que trazia as marcas discretas da maternidade, marcas que eu achava divinas. — Vivi... ninguém nunca me tocou assim — ela gemia, as mãos perdidas nos meus cabelos, puxando-me para mais perto. Eu usei minha língua e meus dedos com uma delicadeza técnica. Queria que ela sentisse cada terminação nervosa despertando. Quando cheguei ao centro do seu prazer, descobri que ela estava encharcada. Vânia, a sogra impecável, estava se derretendo sob o meu domínio. Comecei um movimento rítmico, alternando entre a pressão e a leveza. Vânia arqueava as costas, soltando gemidos que ela provavelmente passou anos abafando no travesseiro. Subi para beijar seus p****s, sugando seus m*****s com vontade enquanto dedilhava sua büceta. — Isso, Vânia... solta tudo. Aqui você pode ser quem você quiser — eu incentivava, sentindo o calor dela aumentar. Vânia já não era mais a mulher contida do jantar de domingo. Ela era um vulcão. Ela segurou meus ombros com força, as unhas cravando levemente na minha pele, e começou a se movimentar contra minha mão em um ritmo frenético. — Eu vou... eu vou gøzar, Vivi! — ela gritou, sem se importar se os vizinhos ou os empregados ouviriam. A explosão dela foi avassaladora. Seu corpo tremeu em espasmos longos, uma descarga de prazer que parecia estar guardada há vinte anos. Eu a abracei forte, sentindo o coração dela martelar contra o meu peito, enquanto ela chorava e ria ao mesmo tempo. Não parei por ali, queria que ela se sentisse completa. Me despi e deixei que ela também me explorasse. Foi uma dança de descobertas; ela, com a experiência de quem viveu muito, e eu, com a energia de quem a desejava há eras. Fizemos amor de um jeito que não envolvia pressa, apenas entrega. Cerca de uma hora depois, estávamos deitadas, suadas, os lençóis de fios egípcios bagunçados como a vida dela agora precisava ser.
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