Me chamo Sandra, sempre fui do tipo que observa os detalhes. E com a Dora, minha sogra, os detalhes eram impossíveis de ignorar. Ela tem cinquenta e dois anos, mas carrega uma energia que faz qualquer garota de vinte parecer sem sal. Não é só o corpo, que, diga-se de passagem, é um espetáculo de curvas maduras e pele bem cuidada, é o jeito que ela me olhava. Um olhar que demorava um segundo a mais do que o socialmente aceitável, sabe?
Naquela tarde de sábado, a casa estava vazia. Meu namorado, filho dela, tinha viajado a trabalho. O calor em São Paulo estava de rachar, e o ar-condicionado da sala era o nosso único refúgio. Eu estava de shortinho curto e uma regata branca, sem sutiã, porque a i********e entre nós já permitia isso... ou pelo menos achava que sim.
— Sandra, esse calor vai acabar com a gente — ela disse, abanando o decote do vestido de seda que deixava transparecer que ela também buscava alívio.
— Eu conheço um jeito de refrescar, Dora — respondi, minha voz saindo mais grave do que eu planejava. Me aproximei dela no sofá. O cheiro do perfume dela, uma mistura de baunilha com algo mais terroso, inundou meus sentidos.
O que começou como uma massagem inocente nos ombros dela rapidamente mudou de tom. Minhas mãos desceram pelas costas dela, sentindo a seda do vestido deslizar contra a palma da minha mão. Quando meus dedos tocaram a nuca dela, Dora soltou um suspiro longo, fechando os olhos. Eu não esperei. Inclinei o rosto e dei um beijo lento no pescoço dela, sentindo o gosto salgado e doce da pele suada.
— Sandra... o que você está fazendo? — ela sussurrou, mas não se afastou. Pelo contrário, ela jogou a cabeça para trás, expondo a garganta.
— O que a gente quer fazer há meses, Dora. Para de fingir.
Virei de frente para mim. Os olhos dela estavam escuros, dilatados de dësejo. Eu a beijei com sede. Foi um beijo molhado, profundo, onde nossas línguas se reconheceram instantaneamente. Sentia os mämilos dela endürecerem contra o meu peito através do tecido fino. Sem romper o beijo, a guiei até o tapete felpudo da sala, longe da vista das janelas.
Ajoelhada entre as pernas dela, levantei o vestido de seda. Dora não usava calcinha. A visão daquele monte de vênus bem cuidado, ligeiramente úmido, me fez perder o fôlego. Eu não perdi tempo. Abri as pernas dela e mergulhei minha cabeça ali.
O gosto da Dora era intenso, maduro. Comecei com lambidas longas, subindo da entrada até o clitórïs dela, que já estava inchado e pulsante. Ela arqueou as costas, enterrando as mãos nos meus cabelos, me puxando para mais perto. Usei minha língua com força, circulando a pontinha sensível dela enquanto meus dedos exploravam seu interior apertado e quente. Ela gëmia alto, um som gutural que alimentava minha própria excitäção.
— Mais, Sandra... por favor, não para — ela implorava, as coxas tremendo contra os meus ombros.
Eu a levei ao limite, sugando-a com vontade até sentir as contrações do orgäsmo dela atingirem meu rosto. Ela relaxou por um segundo, ofegante, mas o jogo estava apenas começando. Dora me puxou para cima, seus olhos agora brilhando com uma autoridade nova.
— Minha vez, garota abusäda — murmurou com um sorriso maliciøso.
Ela me deitou e, com uma agilidade que me surpreendeu, arrancou meu short e minha calcinha. Dora se posicionou sobre mim. O contraste da maturidade dela com a minha juventude era inebriante. Quando ela encostou a boca em mim, eu vi estrelas. Ela era experiente; sabia exatamente onde e como tocar. Suas lambidas eram certeiras, provocantes. Usava a ponta da língua para torturar meu clitórïs antes de sügar tudo com uma pressão que me fazia perder o controle dos meus próprios sentidos.
Eu sentia os dedos dela dentro de mim, acompanhando o ritmo da sua língua. Era uma sinfonia de präzer. Estava completamente entregue, as pernas abertas o máximo que podia, oferecendo tudo a ela. Quando meu ápice chegou, foi como uma explosão. Eu gritei o nome dela, sentindo meu corpo todo vibrar sob o toque experiente daquela mulher.
Ficamos ali, suadas, ofegantes, os corpos ainda conectados pelo dësejo que não tinha se esgotado. Dora se inclinou, me deu um selinho demorado e sussurrou no meu ouvido:
— Isso fica entre nós, Sandra. Mas saiba que pretendo repetir isso muitas vezes.
Eu sorri, puxando-a para um novo beijo. A tarde estava longe de acabar, e agora que as barreiras tinham caído, não havia mais volta. O segredo era a nossa parte favorita.