Capítulo 03. O pai da minha amiga me cømeu

979 Words
Me chamo João, embora nas ruas e no brilho da noite todos me conheçam como Jojo, sou aquela travësti que não passa despercebida. Naquela tarde de terça-feira, só queria fazer um favor para a minha melhor amiga, a Bia. Ela tinha esquecido o carregador de celular na minha casa depois da balada, e como ia passar perto do prédio dela, resolvi deixar lá. O que não contava era com o destino. Bati na porta e quem abriu não foi a Bia. Foi o pai dela, o senhor Teu. Quando ele apareceu no batente, meu estômago deu um nó. O homem é um espetáculo: uns cinquenta e poucos anos, cabelos grisalhos cortados baixinho, uma barba rala bem cuidada e aqueles braços de quem ainda bate muita laje ou puxa ferro por hobby. Ele estava só de bermuda de tactel, sem camisa, exibindo um peitoral peludo que exalava um cheiro de sabonete e testosterona. — Ah, oi, João... ou Jojo, né? A Bia saiu, foi ao mercado — disse, com aquela voz grossa que faz qualquer perna tremer. — Pois é, seu Teu... vim só devolver o carregador dela. Mas se ela não está, eu deixo com o senhor. Estava com um vestidinho de malha bem fininho, curto o suficiente para mostrar que minhas pernas estavam em dia, e sem nada por baixo, porque o calor do Rio não perdoa. Ele ficou me olhando de um jeito diferente. Não era aquele olhar de julgamento que a gente está acostumada, era um olhar de fome. — Entra um pouco, tá muito quente lá fora. Bebe uma água — convidou, dando passagem. Assim que a porta fechou, o clima mudou. A sala estava fresca por causa do ventilador, mas entre nós dois a temperatura só subia. Deixei o carregador em cima da mesa e, quando me virei, ele estava bem perto. Perto demais. — Sabe, Jojo... sempre achei você uma mulher muito interessante. Diferente — ele falou, a mão dele subindo pelo meu braço, sentindo a minha pele. — Interessante como, seu Teu? — provoquei, aproximando meu rosto do dele. — Do tipo que faz um homem maduro perder o juízo. Ele não esperou resposta. Me puxou pela nuca e me deu um beijo que foi uma verdadeira aula. Sabor de café e desëjo. A língua dele explorava minha boca com uma autoridade que me deixou bamba. Eu sentia o paü dele ficando düro contra a minha coxa através da bermuda fina. Não perdi tempo, minhas mãos foram direto para as costas dele, arranhando levemente aquela pele madura e firme. Ele me guiou até o sofá grande de couro da sala. Me deitou ali e levantou meu vestido com uma pressa que me deixou excitäda. Quando ele viu meu paü ali, ereto e pulsante, os olhos dele brilharam. Seu Teu se ajoelhou no chão, entre minhas pernas abertas. Ele começou beijando minhas coxas, subindo devagar até que sua boca encontrou minha rolä. Ele me chupou com uma vontade absurda. A língua dele trabalhava na cabeça do meu paü com uma técnica que só os homens mais velhos têm. Ele alternava entre lambidas longas e sucções fortes que faziam meu quadril levantar sozinho do sofá. Enquanto ele me levava à loucura com a boca, ele fez algo que me pegou de surpresa. Ele lubrificou os dedos com a própria saliva e deslizou um deles para o meu cü. Foi um choque de prazer. Ele enfiava o dedo devagar, massageando as paredes internas enquanto a boca dele continuava o serviço lá na frente. Eu gëmia o nome dele, "Teu, meu Deus, Teu...", enterrando minhas mãos naqueles cabelos grisalhos. — Calma, boneca... agora é minha vez de sentir essa boca linda — disse, levantando-se e tirando a bermuda. O paü do senhor Teu era uma peça de museu: grosso, escuro e muito venoso. Eu me ajoelhei na frente dele e retribuí o favor. Abocanhei aquele mastro com tudo, sentindo o gosto de homem maduro. Eu o chüpava com força, fazendo movimentos rítmicos enquanto olhava para cima, vendo a cara de êxtase dele. Ele segurava minha cabeça, ditando o ritmo, até que ele me puxou para cima. — Quero entrar em você agora. Ele me virou de costas no sofá, me deixando de quatro, com a bünda empinada. Ele se posicionou e, com um empurrão decidido, entrou por completo. Eu soltei um grito de dor misturado com um präzer imenso. Ele me preenchia de um jeito que ninguém nunca tinha feito. O ritmo dele era bruto. Cada estocada fazia meu corpo balançar no couro do sofá. O som da nossa pele batendo era a única música do ambiente. Ele batia com førça, as mãos dele apertando minha cintura, me puxando contra ele para que o paü entrasse ainda mais fundo. Sentia as bolas dele batendo contra mim, e isso só me deixava mais louca. — Você gosta assim, não gosta? — ele murmurou no meu ouvido. — Gosto, seu Teu! Me føde, me føde com força! Comecei a me mastürbar enquanto ele me cømia por trás. O atrito duplo me levou ao limite muito rápido. Sentia o meu gøzo subindo, uma pressão insuportável. De repente, eu explodi. Jatos de sêmen voaram pelo sofá enquanto eu gritava, sentindo as paredes do meu cü apertarem o paü dele com força. Isso foi o fim para ele. Seu Teu deu mais três estocadas profundas, segurando meu quadril com tanta força que deixou a marca dos dedos, e gøzou fundo dentro de mim. Senti o calor dele me inundando, um vulcão de präzer que parecia não ter fim. Ficamos ali por alguns minutos, abraçados e ofegantes, tentando processar o que tinha acontecido. O segredo entre nós estava selado naquele suor e naquele präzer proibido. — A Bia não pode nem sonhar com isso — disse, ajeitando meu vestido. Ele deu um sorriso malicioso e me deu um tapa estalado na bünda.
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