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Se Nos Deixarem

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Blurb

Em Nova York dos dias actuais, Cesar Cever tem 38 anos, e é um advogado renomado que lida com causas socias em um escritório de advocacia onde é socio de seu amigo, Aníbal Bittencourt. Cesar vive um casamento de 18 anos aparentemente perfeito com Heitor, com quem tem dois filhos, Alex de 16 anos e a pequena Alice de 12. A ilusão de um casamento perfeito se destrói, quando o mesmo descobre que Heitor é amante de Divina a sua Mãe, e a partir desse momento Cesar começa a reunir provas para usar em seu processo de divorcio, ao mesmo momento em que teme abalar o estado emocional de seus filhos.

Nesse percurso, Cesar cruza o caminho de Arthur Monteiro, um homem extremamente rude que criou sozinho sua única filha Vitoria, apos ser abandonado por sua esposa quando a mesma era uma criança.O destino de César e Arthur, tomam o mesmo caminho por dois motivos, primeiro porque Vitoria a filha de Arthur é colega de Alex no colégio, e acaba por se tornar sua melhor amiga, e segundo, Arthur comprou sua casa e oficina, em um terreno que supostamente pertence a construtora Cever que é presidida por Heitor, que tem como objetivo contruir um shopping naquele local, começando desta forma, uma batalha judicial para tomar posse do local.

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Capitulo 01
Perder meu pai, mesmo ele estando em vida, e ter de me reconstruir tendo uma mãe ausente, me fez perceber que não era isso que eu queria para a minha vida, muito menos para os filhos que sonhei em ter um dia. Aos 38 anos, apenas três coisas importavam na minha vida, meus dois filhos, meu marido, e minha carreira de luta pela justiça e igualdade dos oprimidos. ֍ Naquela manhã de 20 de dezembro de 2022, nova York estava nublada, e linda pelos flocos de neve que caiam por todos os cantos, deixando as calcadas e arbustos todos esbranquiçados. Dentro do meu carro parado no semáforo, eu observava tudo isso com um leve sorriso imaginado o quão sortudo era por ter uma família, filhos e um marido que me amava acima de tudo. Definitivamente eu amava aquela época, principalmente quando me deparava com casais apaixonados andando de mãos dadas. Eu estava tão concentrado quando acabei acordando daquele momento de êxtase, ao sentir meu celular vibrar no bolso do meu casaco cinzento. De imediato retirei-o, antes que o semáforo abrisse, e lá estava a notificação de uma mensagem de Heitor o meu marido, dizendo que me amava e desejando um bom dia de trabalho, logo o respondi com a mesma intensidade tendo meus lábios carregados de um sorriso largo. Coloquei o celular de volta no bolso, e voltei minha atenção ao semáforo que parecia estar fechado a uma eternidade, nesse momento, algo chamou a minha atenção o que fez com que meu sorriso se fechasse por completo, ao meio da estrada estava uma mulher n***a de aproximadamente 20 e poucos anos, gritando por socorro enquanto era puxada por um homem alto, branco, musculoso e repleto de tatuagens por todo o braço e pescoço. Rapidamente desci do carro e corri em direção da mulher e do homem, quando lá cheguei gritei empurrando o homem fazendo com a mulher corresse atordoada para trás de mim. ― Larga ela. ― Esbravejei. ― Quem é você? ― Indagou o homem com sua voz grossa e roca. ― Se afaste e não se atreva a tentar tocá-la. Naquele instante uma multidão juntou-se ao nosso redor, fazendo com que o homem se sentisse encurralado. ― Melhor não se meter, se não vai sobrar para você. ― Respondeu. ― Agressão contra mulher é crime, e você pode ser preso por conta disso. ― Cala boca e não se meta, essa vagabunda é minha mulher e eu posso fazer o que quiser com ela. ― ela não é um objeto, muito menos uma propriedade que você pode fazer o que bem entender e quando quiser. ― E quem você pensa que é para me impedir. ― César Cever, advogado do escritório Cever Advocacia e associados. ― Digo retirando minha carteira e colocando em frente do mesmo. ― Acho bom, o senhor pensar no que fara daqui para frente. Naquele instante, aquele homem deu três passos para trás e de seguida disse claramente. ― Isso não ficara assim, você me paga Joana! De seguida virou-se e correu em direção contraria, nesse momento suspirei de alívio e virei-me para trás. Joana estava se sentindo, amedrontada e chorava intensamente, tentei tocar seu ombro, no entanto, a mesma afastou-se bruscamente e disse. ― O senhor não devia ter se intrometido, você destruiu a minha vida, o juvenal vai acabar comigo. Naquele momento arregalei meus olhos perplexo, afinal de contas eu havia acabado de salvá-la de algo pior, que aquele homem poderia ter feito. ― Você precisa de ajude? Não se preocupe eu posso ajudá-la. ― Eu não preciso de nada, apenas de ir embora daqui e concertar a burrada que o senhor fez. ― Afirmou aumentando a intensidade de suas lagrimas. ― Eu entendo que você possa estar a sentir-se ameaçada e com receio do teu marido tentar agredi-la, mas eu já disse que posso ajudá-la. ― Ninguém pode me ajudar senhor. ― Respondeu dando três passos para trás. ― Esse é meu cartão com meu número de telefone ― digo retirando da carteira. ― Pense bem Joana e quando quiser me ligue. Com certo receio joana pegou no cartão e colocou no bolso olhando por todos os cantos, de imediato deus dois passos para trás enquanto tinha seus olhos marejados fixados em mim. Seu olha era de desespero, e pedido silencioso de socorro, naquele momento joana limpou suas lagrimas e disse. ― Obrigada! Sem que eu pudesse responder, Joana virou-se e correu em direção contraria enquanto olhava por todos cantos dando a sensação de estar a ser seguida. Naquele a instante, um resquício de lagrima brotou do meu olho, a multidão ao redor começou a se dissipar aos poucos, caminhei em direção ao me carro, onde adentrei ao mesmo. Peguei no volante, e suspirei enquanto lembrava do que havia acontecido. Pouco tempo depois, eu estava diante do enorme edifício que ficava o escritório de advocacia ao qual era socio de Aníbal um dos meus melhores amigos, eu os considerava o Aníbal e a Helena como meus irmãos de coração, o que era motivo de muito ciúme por parte de Simone, minha única irmã, ela e Aníbal praticamente se detestavam, pela discordância de ideias e claro, pela disputa incessante pela minha pessoa. Desci do carro, e logo peguei na minha pasta de mão apressadamente, visto que já estava atrasado para uma reunião sobre um caso de divorcio extremamente complicado. Eu estava no elevador olhando o relógio, impacientemente, até que cheguei ao trigésimo terceiro andar e logo sai daquele lugar quase correndo. O escritório aquela altura estava movimentando como em todos os dias, e eu caminhava apressadamente rumo a minha sala enquanto cumprimentava os colaboradores, adiante vinha Aníbal com uma cara de desespero que logo fez-me travar os passos. ― Cesar pelo amor de Deus. ― Gritou abrindo os braços. ― Menino você não sabe o que aconteceu. ― Completou. Logo coloquei a mão no peito assustado. ― O casal bragança já chegou? Aí meu Deus não me diga que eles se irritaram e foram embora. ― Imagina, eles ligaram e vão chegar mais tarde parece que a filha deles teve uma alergia e foi levada as pressas ao hospital. ― Uffa! que bom. ― Digo Aliviado. ― Nossa que m*****o você. ― Gargalhou. ― Não pela filha deles coitada, mas pelo atraso, você sabe que detesto me atrasar, alias você entendeu muito bem o que eu quis dizer, Aníbal. ― Brincadeira sei sim. ― Agora me conta, o que aconteceu. ― Lembrei nessa manhã, aonde esta o pen ̵ drive com o dossiê de documentos que podem nos ajudar a vencer o caso da Emília Medeiros. ― Não acredito, e onde esta esse bendito Pen ̵ Drive? ― Na sua casa, eu deixei na prateleira de estante de livros no escritório, naquele dia do jantar do aniversario do Heitor. Você lembra eu bebi tanto, que acabei esquecendo até do meu nome dia seguinte. ― Pelo menos lembrou nê. ― Sim e já vou ligar para Emília Medeiros, coitada ela merece ficar com tudo e deixar aquele marido dela miserável na sarjeta. ― Já sei, vou para casa pegar o dossiê e você segura as pontas por aqui, caso o casal bragança apareça antes do previsto. ― Combinado. ― Respondeu. Passei pela minha sala para deixar a minha pasta, e antes de sair, travei meus passos, no porta retrato que estava na minha mesa. Nele tinha a foto, das três pessoas mais importantes da minha vida, Heitor meu marido, e meus dois filhos, Alex de 16 anos e Olivia de 12. Eles eram e são tudo para mim, e não me canso de dizer isso. Uma hora depois eu estava em frente de casa, concretamente na porta de entrada. Eu sabia que aquela hora do dia, a casa estava vazia, visto que Heitor estava a trabalhar, e as crianças estavam na escola. Ao entrar pela casa, tirei o caso deixando-o por cima do sofá branco, comecei a caminhar em direção ao escritório, no entanto, acabei travado os passos apos escutar risos vindos da parte superior da casa. ― Será que tem alguém em casa? ― Me pergunto. Naquele momento o silêncio voltou a reinar por todos cantos, e talvez fosse som vindo da rua, ou da casa vizinha. Fui ao escritório e logo localizei o pen ̵ drive na estante, ao sair do mesmo, os sons de risos na parte superior da casa voltaram a ecoar, mais de forma intensa. E foi neste momento que decide subir as escadas para ir ver e de facto alguém estava em casa. Comecei a subir os degraus lentamente, enquanto apoiava a outra mão ao corrimão, tendo a outra preenchida pelo pendrive. Quanto mais me aproximava, mais o som e as vozes ficaram evidentes. Cheguei ao corredor repleto de quadros e molduras de fotos da família. Naquele exato momento tive a certeza de que o som das vozes e risos, vinha do meu quarto ao fundo daquele corredor. De repente, o silencio voltou a pairar, e em poucos segundo eu estava diante da porta com a mão na maçaneta. Lentamente girei na mesma e abri a porta sem fazer qualquer barulho, e naquele instante travei por completo, pois, eu não podia crer no que estava a acontecer diante de meus olhos, Heitor e minha mãe estavam a ter relações íntimas de baixo dos meus lençóis e na minha cama.

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