Capítulo 22- Maya Morde, Raul Grita

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Raul passou a noite em claro. A discussão com Daniel ainda latejava como um soco m*l dado. Ver aquele desgraçado se aproximar de Maya reacendeu tudo o que ele havia tentado enterrar: a necessidade de protegê-la, o ciúmes doentio, e... a culpa. Mas nada doía mais do que o olhar dela. Maya o enfrentou com uma fúria que incendiava e cortava. Ela não precisava de salvador, isso estava claro, mas o corpo dele ainda reagia como se ela fosse sua. Como se fosse feita para ser defendida. Para ser domada. Na manhã seguinte, ele foi até a varanda, esperando encontrá-la no café, mas ela não estava. Joana, entre um bule e outro, apenas comentou: — Foi até a estufa. Disse que precisava colocar as mãos na terra… que hoje ela precisava do chão. Raul a seguiu. Maya estava de costas quando ele chego

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