143 - SD

1209 Words

SD NARRANDO Pörra, quando o Samuel falou que o sinal tinha caído tudo fez sentido na hora. — Então foi por isso que a gente perdeu o sinal do carro — ele disse, sério, os olhos grudados na tela. Meu estômago virou. O desgraçado levou minha mulher pra longe. Área isolada, sem câmera, sem pörra nenhuma. Covarde sabe muito bem onde se esconder. Quando chegamos, mandei geral parar. Desci do carro já puxando o Roberto pela camisa, enfiando a pistola direto nos córneo dele, bem no ouvido. — Fica pianinho, velhote — falei baixo, colado no ouvido dele. — Hoje eu não tô pra brincadeira. Ele tremia. Tremia real. O cheiro de medo dava pra sentir. Covarde de um Carälho. Olhei em volta. Galpão velho, mato alto, iluminação quase zero. E lá tava o carro. O mesmo das gravações. O mesmo que trouxe

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD