Eu estava na sala, coberta com um edredom e encarando o teto. Meus olhos estavam inchados de tanto chorar. Nada no mundo pôde me consolar naquele momento. Os sons ao meu redor eram completamente abafados pelos meus pensamentos vazios, lembranças felizes e uma única cena traumática. Era surreal, mas havia acontecido. Mesmo podendo-se dizer que a ficha já havia caído, eu não podia aceitar aquela situação. Eu procurava esperança, buscava desculpas para tudo aquilo ser mentira, até me achar sempre no mesmo lugar: eu havia a perdido. Naquele dia, eu comecei a pensar em como aquilo tudo tinha sido significativo pra mim e para uma série de mudanças no meu jeito de ser, de fora pra dentro e de dentro pra fora. Stefanni havia me mudado, e eu conseguia perceber isso a cada segundo que passava. Pud

