Continuação...
Bravo
Ficou aqui olhando o Rio daqui do alto terminando meu Beck pra poder descer pra boca, tenho que zelar do que a minha mãe me deixou, dou a última tragada e jogou a bituca fora pego meu fuzil atravesso nas costas subo na minha Kawasaki ER -6n preta ligo o motor e dou um leve acelerada só pra ouvir o ronco do motor e sair com ela morro a baixo fui cortando os becos já tenha moradores na rua muitos indo trabalhar outros já estão abrindo seu comércio outros já estão levando os filhos pra escola ou pra creche aqui tem tudo isso pra os pais de família possam trabalhar na tranquilidade, cheguei na boca e já vi o P4 ele é olheiro tem 16 anos fica de vigia na entrada do morro pra ver se a polícia está rondando ou algum carro suspeito ou até mesmo inimigos estão subindo. Fiz um toque com ele .
— Fala patrão – Disse, retribuindo meu toque.
— Fica na atividade aí em P4–Falei e fui andando e entrei na casa, fui até o final do corredor e entrei na. Minha sala sentei na cadeira que tinha na frente da mesa e peguei alguns papéis e fui dar uma olhada, tinha os carregamento de drogas que precisava passar pra planilha no computador tinha um carregamento forte que tinha que ir pro caderno pra depois ir pro computador tem drogas aqui que precisa levar pra casa bomba não podiamos dar vacilo com elas aqui vai que tem alguma invasão e acabamos perdendo tudo tem muita grana envolvida. Amanhã é dia de baile e a maioria destas drogas iram tudo em bora tenho que ver com o corvo que agente vai chamar pro baile tem as bebidas e a segurança mais isso eu vejo com o escorpião não podemos deixar passar nada nem uma folha se quer.
Tava terminando de organizar as planilhas quando a Thais entrar na minha sala quase pelada.
— Tá fazendo o que o que aqui Thais? Já falei que não é pra você vim aqui, e ainda entrando aqui assim. Sem ser avisada , tu acha que é quem? – Disse seco já tava p**a.
— A gatinho desculpa e que eu estava com saudades de você... Você não me procurou, mas já estava com saudades de t*****r com você – Desse com uma voz melosa, ela já foi se sentando na mesa de pernas abertas dando a visão da sua calcinha de renda preta, c*****o e difícil quando a vagabunda está assim implorando pra ser fodida mais já sou acostumado com isso desde de menor.
— Sai fora Thais quando eu querer te fuder eu te chamo agora eu tô trabalhando e tenho um baile pra organizar com os caras mete o pé anda– Fale sem muita paciência.
— Você tem certeza dico? Que mesmo que eu vá em bora? – Ela pegou a minha mão e levou em direção a sua b****a, que demostrava que está mais que pronta pra ser fodida. E bom eu sou homem não sou de ferro não sou de negar fogo peguei ela pelos cabelos e abaixei a cabeça dela.
– Me chupa então – fiz ela se ajoelhar na minha frente. Abrir o meu short eu levantei pra baixar o short junto com a cueca. Thais trabalhava bem com a boca sabe muito bem o que faz enrolei a minha mão em seu cabelo que era de aplique e fui socando o meu p*u na sua boca fazendo ela se engasgar fazendo barulho de ânsia de vômito tirei um pouco o p*u da boca dela que saiu babado e ela já foi colocado de novo e chupando novamente, logo depois gozei na boca dela. Que fez questão de mostrar que tinha engolindo tudo. Fui até o pequeno banheiro que tinha na minha sala e me limpei voltei e ela ainda estava lá , eu bem sabia o que ela queria peguei um bolinho de dinheiro e joguei encima da mesa e ela pegou e logo saiu.
Depois de um tempo o Corvo chegou ficamos trocando ideias até que deu a hora do almoço e o Corvo e os outros foram almoçar eu nunca vou com eles fico esperando o meu almoço aqui – Um tempo depois o meu almoço chegou com dó jeitinho que eu gosto uma Pepsi bem geladinha, almocei ali na minha sala sem querer ninguém me perturbasse depois que eu terminei meu almoço voltei aos meus afazeres separei a grana do baile e a grana pra passar pro MT o cara é mercenário por dinheiro ali não passa um centavo se faltar um real ele manda mensagem cobrando mais se não for assim ninguém tem nada, logo depois os caras chegou ,depois cada um foi pra sua função, já tava quase no meu horário de sai quando a Mandrake chegou.
— Fala aí chefe tá aqui a grana do asfalto e as do morro – Fala colocando um mochila encima da mesa – Aí tem um que está dando um trabalho do c*****o pra pagar.
Quando ela falou isso eu já fiquei no ódio se compra as minhas drogas tem que ter dinheiro pra pagar.
– Só me fala quem é este filha da p**a Mandrake.
— É o noia do Antônio o que mora na rua 6 o pai daquela mina que tem os cabelos de trança que trabalha no mercado tá devendo 10 mil.
Já sei de quem ela está falando o desgraçado é um noia.
— Pode deixar Mandrake que eu menos vou resolver isso vou passar a ordem pra não vender nada mais pra ele. –Ela só sentiu com a cabeça e já foi saindo.
Eu mesmo vou cobrar este comédia aqui ninguém me passa a perna porque se tenta vai ganhar um casaco de madeira vai deitar na horizontal vai ouvir e não vai escutar não sou otária pra sustentar noia em 10 mil em droga eu vou querer todo o meu dinheiro o vai ser vala.
Ananda
Acordei com algo se quebrando, só podia ser meu pai como sempre olhei no celular, eram 4:HR da manhã.
— Não meu Deus, qual foi o castigo que eu cometi pra está passando por tudo isso levantei da cama mais quando eu fui em direção a porta ela se abriu com tudo revelando o meu pai completamente bêbado eu só me afastei.
— Sai do meu quarto, por favor – Pedi,com a voz baixa e com medo.
— Cadê meu dinheiro sua v***a em anda mim dar o meu dinheiro, v***a – Eu só senti uma bofetada tão forte que eu caí.
— Sai do meu quarto agora– Gritei tentando levantar do chão – Sai, sai daqui mandei sai agora – Não sei da onde tirei força e empurrei ele pra fora do meu quarto,ele saiu meu que cambaleando por lados devido o efeito do álcool.
— Não me toca sua vagabunda – Fala tentando vim pra cima de mim novamente.