Capítulo 30

1477 Words

Gadernal narrando — Opa… que agora a reunião de família ficou completa. Prazer, irmãozinho. — Falei assim mesmo, com aquele sorriso torto, maligno, o tipo de sorriso que ninguém sabe se é deboche ou ameaça. E antes que ele abrisse a boca pra perguntar quem eu era, eu já tinha catado ele pelo pescoço com uma das mãos, levantando o desgraçado do chão igual se fosse nada, igual boneco leve. Ele nem teve tempo de entender. Pela primeira vez, o olhar dele vacilou, e eu vi o medo, só um segundo, mas eu vi, e essa p***a me deu mais força ainda pra apertar o pescoço dele. Quando virei a cabeça dele de lado, puxando o cabelo pra trás, eu vi. O sinal. Aquela p***a daquele mesmo sinal que meu irmão tinha atrás da orelha. O mesmo. Idêntico. A cópia exata. Aquilo ali me tomou de um jeito, igual

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