CAPÌTULO 3 - Dimittri

1649 Words
A manhã estava quase chegando, e como de costume, eu não dormi, depois que trouxemos Isabelle de volta, eu dormia cada vez menos. Ela saia a noite para se alimentar, agora que bebia sangue, e eu tinha que vigiar, para manter o controle. Estava esgotado, foi tirado de mim uma parte vital, e eu realmente precisava de ajuda. O pai de Isabelle estava fugindo, e eu não sabia dele, estava sozinho com ela. Eu quero uma rainha, que me ajude a salvar nosso mundo e não uma bruxa hibrida que só quer saber se sangue e s**o, ouvia rumores de que ela sempre transava com alguns dos soldados. Entretanto depois que rompi o compromisso não era problema meu, pelo menos eu me forçava a acreditar. Fui até seu quarto e entrei, ela ainda dormia, e ela se mexeu com preguiça. — Vamos Izzy, precisamos sair daqui a pouco. – falei. — Nem amanheceu direito. – falou ainda com os olhos fechados. — Eu sei, mas o tempo lá é diferente, vai anoitecer lá, tem que ser agora. – falei. — Tudo bem, só que só saio se vier aqui e me der um beijo. – falou se virando para mim ainda coberta. — Isabelle não temos tempo para suas brincadeiras. – falei. — Eu não estou brincando, se não vier eu não saio daqui. – falou. Ela era teimosa, e com certeza não sairia, bom devido as circunstâncias eu faria esse sacrifício, só um beijo, eu merecia isso. Ela fez sinal com as mãos me chamando e eu fui, subi na cama por cima dela, era difícil, ter que me segurar, eu um vampiro de séculos, que pegava o que queria, agora tinha que fugir de uma garota, e que ainda por cima fazia de tudo pra me levar pra cama. Deitei sobre ela, e ela passou seus braços pelo meu pescoço, isso estava ficando difícil, sem perder tempo parti para o beijo antes que eu fizesse outra coisa, confesso que o beijo estava sendo ótimo, nossas línguas dançavam uma na outra, mantive ás mãos no mesmo lugar, era muita tentação. Parei o beijo e a olhei, ela me olhou de volta, e nesse momento eu a queria, mais que a minha vida, contudo se ela lembre-se de tudo, e me odiasse? Então  fui me levantando, mais ela me segurou. — Só mais um, por favor. – pediu. Como negar um beijo. Fiz que sim com a cabeça. — Esse será do meu jeito, ok? – falou. Afirmei que sim, ia dizer o que, nem preciso dizer que eu já estava duro, tão duro que doía. — Fecha os olhos. – falou. Eu fiz. — Agora deita na cama. – falou novamente, eu deitei e senti a cama se mover, com certeza ela tinha levantado tirando o lençol, e isso não era bom, pra mim claro, me mantive no lugar com os olhos fechados, era melhor nem ver mesmo. Ela montou em cima de mim, colocando as mãos sobre meu peito, eu suspirei, "isso não é bom", pensei. — Dimitrri, quero que se levante. – falou. Sua voz saiu séria e me fez ficar mais assustado e muito mais e******o, se é que isso era possível, eu levantei devagar, parei quando senti sua respiração bem perto de mim, apertei os olhos. — Agora abre os olhos. – falou. Com certeza eu não ia gostar, mais fiz. Fiquei sem fala, ela estava apenas de calcinha em cima de mim, não acreditava que ela tinha feito isso, ela estava sendo muito má comigo. — Não acredito que esta fazendo isso. – falei, com raiva no olhar. A empurrei para sair, mais ela não permitiu a minha saída, e eu não queria machuca-la. — Eu só quero um beijo, só isso. – falou calma. — Você sabe que mexe comigo, mais mesmo assim gosta de brincar comigo Isabelle, porque? – perguntei. — Não é brincadeira eu só quero um beijo, só que quero quer me beije assim, quero sentir suas mãos, seu toque, de verdade. Você sempre foge, e nunca parece real pra mim. – falou e pareceu sincera. "Quer saber, f**a-se", pensei e a beijei.  Ela se agarrou a meu cabelo, e eu passei as mãos por suas costa, e desci para sua b***a, suas coxas, era delicioso senti-la, sua pele me fazia querer perder a razão, e t*****r com ela, e quer saber porque não, ela se esfregava cada vez mais em minha ereção, me fazendo querer mais. Ela desabotoou a minha camisa, e eu permiti que ela tirasse, Isabelle passava as mãos com desejo por mim, me arranhando, e eu tenho que admitir era muito bom, então a segurei forte pela cintura e a virei ficando em cima dela, a visão dos seus s***s era perfeita, segurei um deles e lambi, ela gemeu alto. Foi ótimo sentir e saber que ela me queria. — Isso é real o suficiente pra você? Agora vê se me deixa em paz, te espero em 30 minutos lá em baixo. – falei me levantando e pegando minha camisa, e sai do quarto. Encontrei Gisele no corredor, ela me olhou assustada. — O que foi, não rolou nada, fica tranquila, vou tomar um banho, prepara tudo pra partimos. – falei passando por ela e indo pro meu quarto, precisava de um banho. Entrei no quarto e fui logo tirando a roupa e indo pro box, abri o chuveiro, na água mais gelada possível, eu ainda estava muito duro, então a solução seria, eu me dar prazer. Passei a mão pelo meu corpo até chegar no meu m****o que continuava duro, comecei a me masturbar, quando ouvi uma voz conhecida. — Posso fazer isso por você. – falou. Abri meus olhos e era Gisele, já nua em minha frente, e tenho que admitir a visão era muito boa. — O que faz aqui? – perguntei. — Vim te dar prazer. – falou abrindo a porta do box e entrando. Ela se encostou em mim, e eu suspirei. Desceu as mãos pelo meu corpo, e chegou no meu m****o, tirando a minha mão e colocando a dela, eu arqueei a cabeça para trás sentindo o prazer me consumir. Voltei a realidade e segurei suas mãos, não era justo usá-la.. — Não se preocupa Dimitrri, não quero compromisso, só quero ter prazer e dar prazer, e escolhi você para isso. – falou. Foi a autorização que eu queria, a levantei fazendo com que ela se prendesse a mim com as pernas, e a encostei na parede do box, a penetrei sem nenhum pudor, e ela gemeu alto, me arranhando as costas, me movimentava rápido e forte nela, ela gemia meu nome, e isso era muito sexy, notei que ela chegava perto, pois sua b****a me apertava cada vez mais, e comecei a ir mais rápido, assim gozando junto com ela.  Paramos ofegantes, ela ainda no meu colo. — Eu preciso ir. – ela disse. — Não, toma banho comigo. – falei, não ia deixar a garota achar que foi usada, daria atenção a ela, pelo manos dessa vez. Tomamos banho juntos em meio a alguns beijos que confesso gostei muito, ter a atenção de uma mulher depois de ser rejeitado era ótimo. Saímos e vestimos nossas roupas, peguei minha mochila, e fomos em direção a porta, abri para ela passar, e me despedi dela, a beijei, eu ia querer mais daquilo, sorri pra ela. — Está atrasado. – ouvi a voz de Isabelle na minha frente. Ela não parecia feliz, e eu realmente não me importava. — Nós falamos quando eu voltar Gi. – falei sorrindo. — Se cuida lá. – falou e saiu acompanhada pelo olhar de Isabelle. — É por isso que não me quer? – perguntou. — Não quero falar sobre isso, vamos. – falei passando por ela. — Como quiser i*****l. – disse. Não demos nem mais uma palavra, chegamos no portal, e passamos. A terra parecia diferente pra mim, mais tranquila, olhei para trás e Isabelle analisava tudo ao redor, as pedras, a areia, o ar e as ondas. — Isabelle vou falar com seu irmão, preciso que fique aqui. – falei. — Não estou falando com você – disse. — Isso me parece ciúmes. – falei. — Claro que não i****a, vai logo, eu não vou a lugar nenhum. – falou. Eu sorri da atitude dela e ela me fuzilou com o olhar, eu sai para ir falar com o i****a do irmão dela. Vi Christian de longe carregando feno, ele parecia mais velho, e anjos não envelhecem, barba por fazer, roupas gastas e semblante cansado, cheguei perto. — Você está h******l. – falei. Ele se virou nada feliz em me ver. — O que faz aqui, veio tripudiar mais um pouco? – falou. — Não, preciso da sua ajuda. – falei. — Eu nunca te ajudaria, em nenhum assunto. – falou firme, é acho que ela não me ama. — Nem se o assunto fosse Isabelle? – falei, ele parou e me encarou. — O que tem ela? Ela morreu e você vem aqui me ferir, isso não é justo você não é humano? A esqueci, você não é mesmo. – falou. — Você está muito estressado, mais o assunto é serio, você sabe como eu te amo... — O sentimento é mutuo. – falou me interrompendo. — Cala a boca e me deixa terminar, eu realmente preciso da sua ajuda em um assunto que envolve Isabelle. – falei e ele me encarou, mais serio. — E o que seria, faltou alguma coisa na lapide que fiz? – perguntou. — Você realmente é um i*****l, mais fazer o que, lá vai: EU TROUXE ISABELLE DE VOLTA, E PRECISO DA SUA AJUDA PARA CONTROLA-LA. – falei de uma vez, o vendo ruir e cair sentado no chão, fiquei até com pena dele por um segundo ou dois, mais passou.
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