Luna O silêncio pesado do beco ainda ecoava com nossos gemidos, mas Draco não me deu tempo para recuperar o fôlego. Ele puxou meu queixo para que eu olhasse em seus olhos, aqueles olhos frios e implacáveis que sempre me encaravam como se eu fosse uma peça em seu jogo c***l. — Você é minha, Luna — ele rosnou, os dedos ainda apertando minha cintura com força, como se quisesse me gravar em sua pele, me moldar à sua forma, ao seu desejo. — Nunca se esqueça disso. Eu não tinha forças para responder, meus pulmões queimando pelo ar que ele roubara de mim, mas não precisei. Draco me virou com um movimento firme, meu peito pressionando contra a parede áspera do beco, os tijolos frios mordendo minha pele exposta. Eu senti seu corpo quente se colar às minhas costas, seu peito largo me aprisionando

