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1016 Words
Atire a primeira pedra quem nunca desejou um lápis de cor pra colorir aquela amizade. . . . (Bônus Bruno) Sou melhor amigo da Bea desde que me entendo por gente, confio nela de olhos fechados e sei que o sentimento que sinto por ela é recíproco. A felicidade da Bea é a minha felicidade e me odiaria vê-la sofrer e não mover uma palha, resolvi chamar alguns chegados nossos e juntar todo mundo para uma festa do pijama, ou simplesmente a noite dos amigos. Fazer algo diferente, além das mesmas coisas que a gente faz sempre. Chamo Milena, que pra mim não passa de apenas uma simples diversão. Não quero nada sério com ela e nem com ninguém, por enquanto só quero curtir sem ninguém pegando no meu pé. Bea, não é muito a favor dessas minhas "diversões" mas também não se intromete e eu agradeço a Deus por ela ser assim. - Ao invés da gente ir pra essa festinha na casa da sua amiga, por que não ficamos por aqui? - Milena pergunta se sentando em meu colo e beijando meu pescoço. Isso não era uma má ideia, estava doido pra saber como Milena era na cama. Mas também não deixaria Beatriz sozinha com aquele Luan lá, ele é meu amigo, mais não confio nele. - Tive uma ideia melhor. - digo tentando fazê-la sair do meu colo. - depois da festa a gente vem pra cá e aí você me mostra o que quiser me mostrar. - Aff. - ela bufa, mas logo concorda e sai de cima de mim. Depois que me despedi da Milena, vou ao supermercado comprar alguns lanches e doces para hoje a noite. Compro tudo e vou em direção a casa da Bea. Bea estava linda como sempre tentando estudar, não gostei quando ela ficou alegre quando disse que Luan também viria, mudo de assunto e desço até a cozinha a procura de alguns potes para guardar a comida. Os pais da Bea e do Clystoff são super ocupados com o trabalho e sempre vivem viajando, então acho que eles não voltariam tão cedo e a nossa mini festa sairia ok. Vejo Clystoff deitado no sofá, todo largado assistindo lucifer. As vezes ele me representa, por que tem dias que eu só quero ficar assim sem fazer nada. - Qual é cara, te anima. - falo enquanto ia em direção a cozinha a procura dos potes. Pego três e volto de volta a sala. - Não. - diz sem ao menos me olhar. - Chamei Fernanda pra vim aqui, resolvi fazer uma noite de filme. Se quiser se juntar a nós, fique a vontade! - Ao terminar de falar subo de volta para o quarto de Bea. A vejo sentada no chão toda triste e trato de anima-la, Bea se acha muito insuficiente as vezes e ela não é nada disso. Digo que se Luan não a quiser é por que ele não a merece. *** Depois que o pessoal chegou Bea correu para o quarto, na hora a vontade que eu tive foi de ir atrás da mesma. Mais tive que me segurar, passou cerca de meia hora e resolvo ir atrás dela. Usei a desculpa que a chamaria para se juntar a nós aqui em baixo. Entro no quarto e não a vejo em lugar algum, deduzo que esteja no banheiro. Entro e a vejo se arrumando apenas de toalha, ela continua se arrumando como se a minha presença não fizesse diferença alguma e realmente não fazia, por que ela sempre trocou de roupa na minha frente. Eu queria vê-la sem nada, queria tocar cada centímetro do seu corpo e beijar aquela pele que parecia ser tão macia. - Tá linda. - digo sorrindo com um sorriso amarelo. Ela se assusta e deixa cair a sua maquiagem no chão. - Você tem que parar de fazer isso mané. - diz enquanto se abaixava para pegar o pó. Permaneço quieto olhando seus movimentos. - Tá só de toalha mesmo? - pergunto, ela apenas afirma, sinto meu p*u ganhar vida por baixo da calça com sua resposta. Ela volta a secar o cabelo. - deixa eu ver? - pergunto, não sei o que tinha me dado. Mas eu só queria apenas olhar. Ela se vira para mim estranhando minha reação, eu nunca pedi esse tipo de coisa para ela. A mesma parecia não ligar, tirou o nó que segurava e deixou a toalha deslizar e cair no chão. Me mantenho parado analisando, ando lentamente até ela e quando chego aliso um dos seus s***s. Bea se arrepia com meu toque toque. - Isso aqui fica entre nós. - digo antes de fazer a merda. A coloco sentada sobre o balcão e a beijo. Ela demora a corresponder mas logo em seguida corresponde. Separo nossas bocas e agarro um dos meus s***s. Ela geme baixinho, chupo um dos seus s***s enquanto o outro eu brinco de apertar. Ela aperta meus cabelos me deixando continuar, depois vou descendo para o meio das suas pernas, beijo suas coxas. E Ela geme mais e mais, quando estava prestes a tirar minha bermuda ela simplesmente me empurra. Fico sem entender, ela estava gostando até me pediu por mais e agora ela não quer? - Isso tá errado! - diz - O que estar errado? - pergunto me aproximando dela para continuar da onde a gente parou, ela se afasta e volta para perto do boxe. - Isso, você é o meu melhor amigo e sinceramente não quero estragar a amizade e não vejo você desse jeito. - diz. Me senti péssimo, ela não me me vê mais do que somente um amigo e eu forcei a barra. - É... Você tem razão, não sei a onde eu tava com a cabeça. - digo e saio do banheiro a deixando. Que c*****o foi esse que acabou de acontecer? Se ela tivesse me deixado continuar, nesse momento eu estaria transando com minha melhor amiga. Que bosta, nunca mais eu vou forçar a barra e só vou fazer algo se ela permitir ou me pedir.
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