O sol m*l havia tocado as janelas quando Heitor abriu os olhos. Gabriela ainda dormia ao lado dele pequena, encolhida, frágil, por um instante, ele ficou apenas olhando, tentando entender o aperto estranho no peito pelo que tinha que fazer, então lembrou do dever, silencioso, levantou-se da cama pegou o lençol manchado a prova crua e brutal da consumação e o dobrou com frieza mecânica, Gabriela nem se mexeu. Heitor tomou banho, vestiu-se com seu terno escuro impecável e desceu as escadas, a casa já estava cheia, ele ouviu Rita que já estava na sala, conversando com dois anciões da máfia, a expressão dela era de irritação m*l contida. — Ele ainda não desceu — dizia Rita. — Deixem meu filho respirar, ao menos hoje ele acabou de se casar como vocês queriam seus abutres. O mais velho dos a

