A noite caía sobre Las Vegas, iluminando a cobertura com luzes suaves que refletiam nas paredes e na banheira onde estavam. O vinho já aberto, a música romântica baixinha preenchendo o ambiente, criava um clima envolvente.
Stefan beijou o ombro de Aline, o calor da pele dela contra os lábios dele enviando um arrepio por todo o corpo.
— É… minha mãe não errou quando disse que escolheu bem pra mim. — murmurou ele, sorrindo contra a pele dela.
Ela riu baixinho, encostando a cabeça no ombro dele:
— Você não achou que eu fosse uma patrícinha, né?
— Um pouquinho… — disse ele, rindo, apertando a cintura dela com cuidado e força ao mesmo tempo — eu só pensei… negao com uma loira… vai ser divertido.
— Eu pensei o mesmo quando minha mãe escolheu você. — disse ela, sorrindo. — O engraçado é que elas nem mostraram uma foto pra gente, né?
— Sim… — respondeu Stefan, rindo. — Eu queria te pedir fotos várias vezes, mas travava.
— Somos dois, então. — disse Aline, sorrindo. — Mas é bom… eu nunca vou esquecer seu olhar quando me viu chegar.
Ela sentou no colo dele, e ele segurou a cintura dela com carinho e firmeza. Beijou o ombro dela mais uma vez, a respiração quente e misturada com o cheiro do vinho e da pele dela.
— Sabe… eu tenho medo de te machucar, de ser bruto… — murmurou ele, sério.
— Eu percebi ontem… — respondeu ela, olhando nos olhos dele — mas eu quero que você seja você mesmo. Não precisa criar uma nova versão pra mim.
— Se for demais, eu te paro… mas quero você de verdade. — disse ela, sentindo o desejo crescer.
Ele a apertou contra si, os lábios dele encontrando novamente os dela, e ela começou a se mover lentamente sobre ele, explorando o calor, a tensão e a química que queimava entre os dois.
O vinho, a música, a i********e do espaço e o desejo se misturaram em uma dança lenta e intensa. Cada toque, cada beijo, cada movimento era carregado de paixão, loucura e entrega.
Eles se perderam ali, no calor daquele momento, descobrindo a intensidade de um desejo que não podia mais ser contido — mistura de amor, atração e química louca, tudo junto, queimando em cada olhar, toque e suspiro.
Depois de um tempo na banheira, eles se moveram para a cama, ainda sentindo o calor do corpo um do outro. Ali, a intensidade cresceu: beijos, toques e movimentos sincronizados, explorando cada curva, cada músculo, cada respiração.
Aline delirava nos braços fortes de Stefan, sentindo a segurança e a potência dele, enquanto cada toque despertava desejos que ela não conseguia controlar. Quando finalmente os corpos se acalmaram, ficaram juntos, ofegantes, abraçados, a respiração aos poucos voltando ao normal.
— Nossa… — disse Stefan, segurando-a próximo, a voz rouca de emoção — você me faz perder os sentidos, sabia?
— Você tira minhas forças. — respondeu ela, rindo fraquinho, ainda aconchegada contra ele.
Ele sorriu, inclinando-se para beijar seus lábios com ternura e desejo ao mesmo tempo.
— O pior de tudo… — disse ele baixinho, olhando nos olhos dela — é viver isso e depois ter que se separar por causa do trabalho.
— Sim… — respondeu ela, fazendo círculos suaves no peito dele — mas não vamos pensar nisso agora. Você ainda tem um tempinho pra ser meu antes de voltar pra missão.
Ele sorriu, apertando-a levemente:
— Você me desmonta com esse seu jeitinho meigo, sabia?
— E você me desmonta com essa sua posse de durão que dura segundos. — respondeu ela, sorrindo, enquanto eles riam juntos, selando o momento com outro beijo intenso, quente e cheio de cumplicidade.
Naquele instante, tudo fora do quarto deixava de existir. O passado, a distância, o trabalho… nada importava. Havia apenas eles, seus corpos, seus sorrisos e o desejo que os unia de forma avassaladora.