Um mês se passou desde que Stefan chegou em Las Vegas, e Aline estava tendo aqueles dias em que a cólica era tão forte que ela m*l conseguia se levantar da cama.
Stefan estava ali ao lado dela, cuidando de cada detalhe. Preparava pequenas refeições, morava a bolsa térmica sobre a barriga dela e fazia tudo com paciência e carinho.
— Me desculpa se eu for chata ou falar algo que não deveria… — disse Aline, com a voz fraca — quando eu tô assim, fico meio sem rumo… sinto dor demais.
Ele inclinou-se e a beijou suavemente, segurando sua mão:
— Amor… é normal. Eu entendo, tá? Não precisa se desculpar.
Ela sorriu, olhando para ele com olhos ainda um pouco marejados de dor, mas cheios de ternura:
— Você é tão perfeito que às vezes nem parece real…
Ele riu, acariciando a mão dela e passando a outra pela cintura:
— Você é minha manhosinha… e eu vou mimar você muito, viu?
Ela riu baixinho, se aconchegando mais contra ele, sentindo o calor, o cuidado e o amor que emanavam dele. Naquele instante, nada mais importava além do carinho compartilhado, do toque, do olhar e da segurança que só Stefan sabia proporcionar.
Os dias passavam lentamente, e até dormir se tornava um desafio para Aline. A cólica não dava trégua, e o desconforto parecia se espalhar pelo corpo todo. Stefan estava sempre ao lado dela, oferecendo carinho e cuidado.
Ele fazia massagens suaves na barriga dela para aliviar a dor, enquanto observava cada detalhe do corpo dela, notando como os s***s, normalmente pequenos, ficavam inchados.
— Amor… você tá pálida demais. Quer ir no médico? — perguntou ele, preocupado, segurando a mão dela com firmeza, mas delicadeza.
— Não, amor… nunca resolve. Só se eu desmaiar, tá? — respondeu ela, os olhos marejados.
— Espera… você desmaia? — ele perguntou, o tom preocupado aumentando.
— Sim… às vezes a dor é tanta que eu desmaio. — disse ela, com a voz fraca, encostando a cabeça no peito dele.
Ele respirou fundo, apertando a mão dela com cuidado, sentindo a ansiedade de imaginar aquilo acontecendo e ele longe, no quartel.
— Agora vou ficar doido quando você estiver assim e eu estiver no quartel… — murmurou ele, com a voz cheia de preocupação.
Ela sorriu fraquinha, encostando a cabeça no ombro dele:
— Eu dou um jeito, tá? Só fica assim… agarradinha em mim. — disse ela, e Stefan a puxou mais para perto, envolvendo-a com os braços fortes, sentindo a conexão e o carinho entre eles.
Naquele momento, não havia pressa, não havia trabalho ou compromissos… só eles, abraçados, o coração batendo junto, a ternura e o amor preenchendo o espaço. Stefan prometia, em silêncio, cuidar dela sempre, e Aline confiava nele completamente.